segunda-feira, 31 de março de 2014

Beber Água Mineral



Por


Julie Ackerman Link


LEIA  Romanos 5:12-21


"…por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos os homens…" —Romanos 5:18

Temos o hábito de beber água mineral há muitos anos. Embora a maioria das pessoas tenha um suprimento seguro de água gratuita e facilmente disponível em torneiras e bebedouros, elas ainda compram água mineral. Escolher pagar por algo de que posso desfrutar gratuitamente não faz sentido para mim, mas algumas pessoas acreditam que um produto pago é superior a qualquer coisa que elas recebam de graça. 

Às vezes, isso se transporta para as nossas vidas espirituais. Algumas pessoas têm dificuldade para aceitar que a salvação é um presente. Elas querem fazer alguma coisa para conquistá-la. O problema é que ninguém é capaz de pagar por ela. O preço da salvação é a perfeição (Mateus 19:21); Jesus é a única pessoa que poderia pagar o preço (Romanos 5:18). A quem quer que tenha sede, Ele promete: “…darei de graça da fonte da água da vida” (Apocalipse 21:6). 

Algumas pessoas tentam comprar a água viva da salvação com boas ações e doações para caridade. Embora essas sejam formas de serviço espiritual valorizadas por Deus, elas não são o que Deus exige para o perdão de nosso pecado. Jesus já pagou o preço morrendo em nosso lugar e Ele se oferece para saciar nossa sede espiritual quando bebemos gratuitamente da fonte de Deus que nunca secará.

PENSE:

"Jesus é a única fonte capaz de satisfazer a alma sedenta".

sexta-feira, 28 de março de 2014

Uma Nova Vida



(Transcrito)


LEIA Ef 4.1-32


“Que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano...” Ef 4.22-24

Há na Igreja um motivo de preocupação: trata-se da falta de evidência de uma conversão moral na vida de muitos que são contados como povo de Deus. Somos testemunhas de que a mentira, a falsidade, a desonestidade e a falta de transparência estão instaladas dentro de muitas Igrejas. Paulo exorta claramente aos cristãos: “Que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem”.

O verbo despojar nos indica que o modo de viver anterior deve ser descartado, enterrado e repudiado. É bom lembrar que, aquele que está em Cristo, deve andar em novidade de vida, com atitudes e comportamentos inteiramente novos. Note que não se trata de uma reforma do velho homem, mas o de vestir-se com o novo. A chave para isto é o processo de transformação da nossa mente, produzida pelo Espírito Santo de Deus.

É por esta razão que o apóstolo Paulo menciona que o novo homem é criado em verdadeira justiça e santidade. É justamente por sua origem que essas características são diferentes das do velho homem. O discípulo de Cristo deve andar na verdade, na ternura, na generosidade e nas palavras que promovem edificação.



quinta-feira, 27 de março de 2014

Uma Experiência Transcendente



(Transcrito)

LEIA Ef 5.1-33

“E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito” Ef 5.18

Deus deseja que Seus filhos sejam cheios do Espírito. O Senhor nos insta a sermos cheios, porque Ele é o maior interessado em produzir em nós essa condição. No entanto, precisamos saber que o enchimento do Espírito não se pode produzir em recipiente que está cheio de outra coisa. 

Como cristãos, muitas vezes estamos pedindo o enchimento do Espírito sem nos darmos conta de que não existe, em nosso ser, espaço necessário para sermos cheios. A única maneira de experimentarmos o esvaziamento é por meio da cruz. Não me refiro à conversão, mas à negação de si mesmo, onde o nosso eu morre para dar lugar a Deus em nossas vidas. 

Observando a analogia do vinho aprendemos outra coisa: quando alguém está embriagado, seus sentidos não respondem aos comandos que a mente lhe dá, pois está sob a influência de algo mais forte do que a sua vontade. Respeitando as devidas proporções, é assim o enchimento do Espírito Santo. No crente será tão marcante a ponto de a carne propor-lhe uma atitude e ser-lhe, indubitavelmente, negada, pois maior é aquEle que está nele do que ele mesmo.




quarta-feira, 26 de março de 2014

Um Caminho e Duas Direções



(Transcrito)


LEIA Dt 5.1-33


“Andareis em todo o caminho que vos manda o Senhor, vosso Deus, para que vivais, e bem vos suceda...” Dt 5.33

Como se movem os indivíduos que se encontram no caminho, ou seja, a peregrinação espiritual que estão fazendo? Eles se movem por meio de atos individuais, consequência de suas próprias decisões. Cada ato produz um movimento na vida do ser humano com a possibilidade de dois desenlaces: ou nos leva a estarmos mais perto de Cristo, ou nos leva para mais longe dEle.

Nossa existência é a soma de comportamentos embasados nas decisões que tomamos, e cada uma delas produz um resultado espiritual com peso eterno. Dessa forma, estamos em permanente movimento no caminho da vida, mesmo que a grande maioria não seja consciente disso. Na analogia do caminho, a pessoa se move em um ou outro sentido.

Entender isso é importante, pois nosso movimento no caminho da vida não se decide pelo fato de dizermos que somos cristãos, mas sobretudo pelas decisões que tomamos a cada dia, a cada passo da vida, sejamos ou não conscientes dessas determinações. É por isto que cumpre a urgência de sensibilizarmos o nosso espírito à ação do Espírito Santo de Deus, para que, a cada momento, Ele possa indicar-nos as decisões corretas.



terça-feira, 25 de março de 2014

Ser Podado ou Ser Cortado?



(Transcrito)


LEIA Jo 15.1-27


“Toda vara em Mim que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto”
 Jo 15.2

Jesus declarou aos discípulos que Ele era a videira verdadeira. Ele é a árvore da qual se nutre todo ramo. A Igreja não é a videira, nem tampouco o são os pastores ou líderes dentro da congregação. A Igreja é parte dos ramos, mas o que sustenta a todos, está em todos e se move em todos, é Cristo. 

O Pai não é a videira. O Pai é aquEle que a trabalha e sabe onde necessita ser podada e devidamente cuidada. Ele conhece as necessidades e opera com o propósito de que produza frutos com abundância. Os ramos que não produzem frutos Ele os corta e os deita fora. Jesus, ao tratar disso, não falou com rodeios, mas deixou absolutamente claro o procedimento do Pai.

O ramo existe para conduzir o fruto que a videira produz nele. O ramo que não cumpre essa função não pode permanecer na videira, apenas, como simples adorno. Uma segunda atividade do Pai se relaciona com os ramos que produzem frutos. O Senhor declarou que o Pai poda os ramos que dão frutos para que produzam mais frutos. Ninguém se salva da tesoura de Deus. Todos são podados! Alguns para a vida e outros para a morte.



segunda-feira, 24 de março de 2014

Promovendo Unidade



Por 


Dennis Fisher


LEIA Provérbios 6:16-19


"…o Senhor abomina […] o que semeia contendas entre irmãos". 
— Provérbios 6:16,19

A linguagem do livro de Provérbios 6:16-19 é forte. Ao citar sete coisas que o Senhor odeia, semear “contendas entre irmãos” completa a lista. O motivo para citar este pecado é que ele deteriora a unidade que Cristo deseja para os Seus seguidores (João 17:21-22).

Aqueles que semeiam discórdia podem, inicialmente, não estar buscando criar divisões. Em vez disso, eles podem estar preocupados com suas necessidades pessoais ou com os interesses de um grupo a que pertencem (Tiago 4:1-10). Observe como os pastores de Ló discutiram com os de Abraão (Gênesis 13:1-18); os discípulos de Cristo discutiram sobre superioridade (Lucas 9:46); e divisões na Igreja de Corinto colocaram as facções partidárias acima da unidade do Espírito (I Coríntios 3:1-7).

Então, qual é a melhor maneira de promover a unidade? Ela começa com a transformação do coração. Quando agimos à maneira de Cristo, desenvolvemos uma atitude de humildade e nos focamos no serviço aos outros (Filipenses 2:5-11). Somente no Senhor somos capazes de “…[ter] em vista o que é propriamente [nosso], senão também cada qual o que é dos outros” (v.4). Em pouco tempo, as necessidades e as esperanças dos outros se tornam, para nós, mais importantes do que as nossas próprias.

Com crescentes laços de amor entre nós, vemos a discórdia ser substituída por alegria e unidade (Salmo 133:1).

PENSE:

"Somos capazes de realizar mais juntos, do que individualmente".

sexta-feira, 21 de março de 2014

Precisamos Ser Pobres




(Transcrito)
 
“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus” Mt 5.3
 
A primeira bem-aventurança identifica o ponto onde começa toda obra espiritual na vida de um homem: o reconhecimento da pobreza de sua própria condição. Isso é o resultado de um momento de iluminação produzido pelo Senhor, onde desaparece tudo que nos leva a crer que somos alguma coisa. Nos vemos como Ele nos vê: em estado de falência espiritual.

Pobreza de espírito não se refere exclusivamente à experiência que, eventualmente, nos conduz à conversão. Não, ela é também uma condição que nos levará de novo ao Senhor. À medida em que transitamos pela vida, uma e outra vez caímos em posturas de soberba e altivez, as quais são contrárias ao espírito do Reino. A única esperança, nestas ocasiões, será voltar a perceber a nossa real situação espiritual.

Não podemos deixar de notar o marcante contraste com os conceitos do mundo, onde os reinos se conquistam com poder e violência, onde não há espaço para os débeis e humildes. No âmbito espiritual, todavia, o Reino de Deus é entregue àqueles, ricos ou pobres, que reconhecem que nada são e que necessitam desesperadamente do Senhor Deus.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Amor Deslocado



Por


Marvin Williams


LEIA Salmo 115


"Prata e ouro são os ídolos deles, obra das mãos de homens". —Salmo 115:4

Martin Lindstrom, autor e palestrante, é da opinião de que os telefones celulares se tornaram semelhantes a um melhor amigo para muitos usuários. O experimento de Lindstrom usando ressonância magnética o ajudou a descobrir o por quê. Quando os indivíduos viam ou ouviam seu telefone tocar, seus cérebros excitavam neurônios da área associada a sentimentos de amor e compaixão. Lindstrom disse: “É como se eles estivessem na presença de uma namorada, de um namorado ou de um membro da família.”

 Muitas coisas competem por nossa afeição, tempo e atenção, e parecemos sempre necessitar avaliar onde estamos focando nossas vidas. Josué disse ao povo de Israel que eles deviam afeição e adoração somente a Deus (Josué 24:14). Isto era significativo porque contratava com a reverência a ídolos adorados pelas nações à sua volta. Estes ídolos eram apenas obra de mãos humanas, feitos de metal (Salmo 115:4). Eles eram totalmente impotentes em comparação com o Senhor. Portanto, o povo de Deus foi exortado a encontrar sua segurança no Senhor e não em outros deuses (Juízes 10:13-16). 

Jesus reiterou isso em Sua discussão sobre os mandamentos: “…Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento” (Mateus 22:37). Somente o Senhor é nosso amparo e escudo (Salmo 115:9). Que possamos reservar a nossa adoração a Ele.

PENSE:

"Deus É o mais digno das nossas afeições".

quarta-feira, 19 de março de 2014

Um Canto de Saudade


                                                                 (Angela Vauthier – 18/03/2014)

Os dias passam, as horas se vão
O vazio aumenta e aperta o coração,
Ouvir tua voz, sentir o teu abraço
Era o melhor bálsamo para aliviar o cansaço.

Os problemas que surgiam para me perturbar
Se tornavam mais fáceis para solucionar,
Quando eu lhe falava e atentamente me ouvia
“Vai dar tudo certo!” – era o que você me dizia.

Sentir o teu cheiro e o teu calor
Ser acalentada pelo teu amor,
Não existe no mundo quem possa pagar
O que você durante a sua vida pode me dar.

Amor incondicional, carinho e admiração
Cumplicidade, respeito e dedicação,
Uma relação tão forte e verdadeira
Que me deixou marcada para a vida inteira.

Quanta saudade sinto
Quanta falta você me faz,
O seu amor era meu conforto
Seu colo, o meu lugar de paz.

Palavras sinceras de amor
Ninguém nunca me disse,
Que fossem tão verdadeiras
Como as suas, minha querida mãe Alice!



O Cristão e o Mundo


(Transcrito)


LEIA Jo 17.1-26


"Dei-lhes a Tua Palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como Eu não sou do mundo". Jo 17.14

Este texto afirma que o mundo odeia os seguidores de Jesus, justamente  porque pertencem a outro reino completamente diferente. Os contrastes nos estilos de vida, nos valores e nos compromissos se ligam para pôr em evidência aqueles que estão identificados com este século mau. 

O Senhor deixa claro em Sua oração que os discípulos  não são do mundo e, por isso, não reivindica uma comodidade para eles neste entorno. Entretanto, muitos filhos de Deus se dedicam a buscar um modo mais confortável de viver nesta terra, enquanto caminham para a eternidade. 

Meditemos no verso seguinte: "Não peço que os tire do mundo, mas que os livre do mal".  Qual é a razão desta petição? Ora, ela se torna clara quando entendemos que fomos chamados a cumprir uma missão. Qual seria?

Estamos no mundo e cercados de pessoas que nos odeiam. Deus, contudo, nos tem abençoado para que sejamos bênção à todos aqueles que Ele põe em nosso caminho. Não cumprir com o nosso chamado é o mesmo que sair do mundo. Se assim o fizermos, damos as costas à nossa vocação, e sem vocação de serviço, não podemos ser discípulos.

terça-feira, 18 de março de 2014

O Sal da Terra



(Transcrito)


LEIA Mt 5.1-48


“Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há de salgar?...” Mt 5.13

O sal sempre foi usado para dar sabor à comida. Jesus comparou a função dos discípulos no mundo com o sal. Ele é inteiramente diferente da iguaria e mantém seu sabor distinto. Não adquire o gosto da comida quando é adicionado à mesma, mas o alimento, este sim, alcança sabor pela presença do sal. Da mesma sorte, um discípulo de Cristo deve possuir uma vida diferente das pessoas ao seu redor.

Quando participa de atividades e eventos nos quais mantém contato com as pessoas do mundo, o cristão deve, claramente, contagiar a outros com seus princípios e conduta e não adquirir, de modo algum, o sabor do mundo. Observamos também que o sal é mais efetivo quando usado na medida certa. Se empregado em demasia, não se poderá comer o alimento.

Da mesma forma, a presença do crente no mundo se torna mais efetiva quando seu testemunho é produzido de modo natural e espontâneo, como parte de sua experiência cotidiana. Considere também que, no mundo, ele deve influenciar para preservar o homem da podridão que o pecado produz. Onde os filhos de Deus estão, a ação redentora do Senhor está presente.



segunda-feira, 17 de março de 2014

Títulos Profissionais



Por

C. P. Hia

LEIA Efésios 4:11-16


"…para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé…" —Efésios 4:12-13

Quando a rádio britânica BBC pediu exemplos de títulos profissionais que soam importantes, obscuros e até bizarros, uma ouvinte enviou o dela: Técnica em Cerâmica Subaquática. Ela era lavadora de pratos em um restaurante. Às vezes, os nomes são usados para fazer um cargo soar mais importante.

Ao elencar alguns dos dons de Deus para a Igreja, no livro de Efésios 4:11, o apóstolo Paulo não pretendia que eles fossem compreendidos como títulos imponentes. Todas as partes do corpo são necessárias para o corpo funcionar adequadamente. Nenhuma parte é melhor do que a outra.

O que tinha importância primária era o propósito desses dons. Eles visavam o “…aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos […] à medida da estatura da plenitude de Cristo” (vv.12-13).

Pouco importa o nosso título. O que importa é fortalecermos a fé um dos outros. Quando medimos nossa eficácia pelo padrão que nos é dado pela Bíblia, não importará quando formos transferidos para outro papel ou deixarmos de ter um título específico. Por amor a Deus, nós servimos para edificar outros cristãos e deixamos Deus conceder Sua aprovação no céu como Ele achar adequado (Mateus 25:21).

PENSE:

"Os dons que Deus nos deu não são para nós, mas para os outros".

sexta-feira, 14 de março de 2014

O Cristão e o Espelho




(Transcrito)

LEIA Tg 1.1-27

"...se alguém é ouvinte da palavra e não cumporidor, é semelhante ao varão que contempla ao espelho o seu rosto..." . Tg 1.23

Tiago identifica no texto acima, o problema de muitos com relação à Palavra de Deus. Somos ouvintes esquecidos! Ele diz que aquele que somente ouve, engana-se a si mesmo. Com uma admirável simplicidade, Tiago nos ajuda a entender este tema usando a analogia do espelho. 


Esse objeto não funciona somente para que você se veja. Ele cumpre uma função muito mais importante que isto, ou seja, o espelho pode mostrar-lhe o que está escondido. Com a imagem refletida, você saberá que algumas mudanças precisam ser feitas. A Palavra cumpre essa função. Elas nos permite ver as coisas que não podemos ver por nós mesmos, aquelas que devem ser vistas no "espírito". Estas são as coisas que devemos operar.

Veja bem: você não perde tempo diante do espelho se não pretende fazer nada para mudar o que for necessário, não é verdade? A mensagem implícita de Tiago é a mesma: "não perca tempo com a Palavra se você não vai fazer nada a respeito". A Palavra de Deus foi destinada a nós e desempenha uma função em nossas vidas. Está em nós a responsabilidade de aproveitá-la.  






quinta-feira, 13 de março de 2014

Deus é Um Deus de Propósitos



(Transcrito)

LEIA Jz 13.1-25

“...Eis que, agora, és estéril e nunca tens concebido; porém conceberás e terás um filho” Jz 13.3

Pela Sua Palavra, vemos que o nosso Pai possui um caso de amor com os seus filhos e revela um cuidado especial para com eles. Ele interfere em suas vidas, age com providência e manifesta a Sua graça. Nas Escrituras, Ele é revelado como o Deus compassivo, clemente e longânimo, grande em misericórdia e fidelidade.

Toda a nossa existência, bem como as diversas situações pelas quais passamos, são controladas por Deus e tudo tem a ver com os Seus propósitos. Para uma melhor compreensão do texto é preciso conhecer o seu contexto. Por causa do pecado, Israel estava sob a opressão dos filisteus. Em meio a essa opressão, Deus escolhe uma mulher estéril para gerar um homem que traria esse juízo sobre aquela gente opressora.

Colocando os olhos sobre a situação daquela mulher, podemos imaginar a sua dor e, quem sabe, um clamor que se elevava aos céus por um filho. Deus interferiu em sua situação dando-lhe a bênção enquanto cumpria o Seu propósito. 

Se o choro e a dor baterem à sua porta, saiba: em tudo há propósitos de Deus para a sua vida! Descanse, Ele está no comando!



quarta-feira, 12 de março de 2014

A Caneta Silenciosa




Por


Randy Kilgore


LEIA  Tiago 3:1-12


"Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz". —
Tiago 3:18

Harry Truman, ex-presidente dos EUA, tinha uma regra: qualquer carta escrita na hora da raiva tinha de permanecer sobre sua escrivaninha durante 24 horas antes de ser enviada. Se, após aquele período de “resfriamento”, ele ainda tivesse os mesmos sentimentos, enviaria a carta. No fim de sua vida, as cartas não enviadas de Truman enchiam uma grande gaveta da escrivaninha. 

Nestes tempos de comunicação imediata, 24 minutos de sábia contenção nos poupariam de constrangimento! Em sua epístola, Tiago abordou um tema universal da história humana ao escrever sobre os prejuízos causados por uma língua descontrolada. “A língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar…”, escreveu ele. “…É mal incontido, carregado de veneno mortífero” (3:8). Quando fofocamos ou falamos com raiva, encontramo-nos além dos limites da vontade de Deus.

Nossas línguas, nossas canetas e até mesmo nossos teclados do computador devem se silenciar mais frequentemente. Devemos sentir gratidão em nossos corações pela restrição proporcionada por Deus. Com excessiva frequência, ao falarmos, lembramos a todos de nossa fragilidade como seres humanos. Quando quisermos surpreender os outros com a diferença que Cristo faz, pode ser que não seja necessário fazer nada além de conter nossa língua. Os outros com certeza perceberão quando honramos a Deus com o que dizemos — ou não dizemos.

PENSE:

"O que guarda a boca e a língua, guarda a sua alma das angústias". 
Provérbios 21.13

terça-feira, 11 de março de 2014

Cremos nas Promessas de Deus?




(Transcrito)


LEIA Js 1.1-18


“… como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei, nem te desampararei” . Js 1.5

Havia chegado o momento de Josué assumir a condução do povo de Israel. O caminho seria difícil e ele não cultivava ilusões a respeito. Sabia que haveria uma multidão de obstáculos e dificuldades, tais quais aquelas que os acompanhou durante os quarenta anos no deserto. Para animá-lo, Deus lhe faz uma promessa: “o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares” (versículo 9).

Uma promessa possui extraordinários poderes para motivar, já que põe diante de nós uma esperança que inflama o coração e alimenta a imaginação acerca das coisas futuras. Entretanto, nossas experiências com pessoas que nos fizeram determinadas promessas e não cumpriram, provocaram em nós certo ceticismo. É aqui que acontece o nosso dilema!

A vida espiritual requer, como elemento essencial, que creiamos firmemente nas promessas que o Senhor Deus nos faz. Muitos cristãos, diante das impossibilidades, não cultivam essa convicção atrevida que é uma característica fundamental daqueles que, ousadamente, creem nas promessas e declarações das Escrituras. Você apostaria seu futuro numa promessa?