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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Família, Lugar de Sabedoria



(Transcrito)


LEIA Pv 14.1-35

“A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata com as próprias mãos a derriba.” Pv 14.1

O papel da mulher é fundamental para a construção da família. As mulheres sempre estiveram na vanguarda dos valores morais. Quando as mulheres abandonam esses princípios, é porque a sociedade já chegou ao fundo do poço de sua degradação. O texto acima fala de dois tipos de mulheres. Não mulheres ricas e pobres, jovens e velhas, graciosas e desprovidas de beleza, mas de mulheres sábias e insensatas.

A mulher sábia edifica a sua casa, pois é arquiteta dos valores morais que ornam a vida. Se a construção com pedras e tijolos exige investimento e perícia, quanto mais a construção do lar e dos relacionamentos! A mulher sábia investe seu tempo, sua vida, seus sentimentos, seus recursos e sua própria alma em pessoas, mais do que em coisas. Valoriza mais o ser do que o ter. Ressalta mais a beleza interna do que o requinte externo.

A mulher insensata, por sua vez, é demolidora. Suas palavras e ações provocam verdadeiros terremotos na família. Ela desagrega, divide e separa. Suas mãos trabalham para o mal. Ela não é uma escultora do eterno, mas uma costureira do efêmero. Mais do que mulheres belas, cultas, ricas e influentes, precisamos de mulheres sábias que edifiquem a sua casa, que ergam as colunas da família sobre o sólido fundamento da Palavra de Deus.



terça-feira, 29 de maio de 2012

O Drama da Infidelidade




(Transcrito)


“As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios, afogá-lo [...]” Ct 8.7

A infidelidade conjugal deixou de ser uma exceção nesta sociedade decadente. Hoje, mais de cinquenta por cento dos casais são infiéis ao seu cônjuge até a idade dos quarenta anos. Isso é um atentado contra o casamento e sinaliza o colapso da família. Os valores morais absolutos estão sendo tripudiados na mídia e nas cortes judiciais. As verdades que sustentaram a sociedade ao longo dos séculos, estão sendo escarnecidas nas ruas e ridicularizadas em nossas casas de leis. O casamento tornou-se apenas uma experiência passageira. Troca-se de cônjuge como se troca de roupa.


A sociedade aplaude o conceito equivocado de que “o amor é eterno enquanto dura”. A infidelidade conjugal é vista como uma conquista e não como um sinal de decadência. É incentivado em vez de ser combatido. Os frutos da infidelidade conjugal, porém, são desastrosos. O fim dessa linha é a vergonha e a morte. Os adúlteros não herdarão o reino de Deus. Quem comete adultério está fora de si e somente aqueles que querem se destruir cometem tal loucura.