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domingo, 10 de maio de 2015

Você Já Nasceu de Novo?


(Transcrito)


LEIA  João 3.1-36


“A isto, respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” Jo 3.3


O novo nascimento é uma operação da graça de Deus, por intermédio do Espírito Santo, mudando as disposições íntimas da nossa alma, dando-nos um novo coração, uma nova mente e uma nova vida. Nascer de novo é nascer de cima, do alto, do Espírito Santo. Não é reforma de costumes nem caiação moral. É transformação radical. Jesus falou de novo nascimento para Nicodemos, um judeu reconhecido pelo seu povo, um homem rico, culto, religioso e mestre.

Jesus disse a Nicodemos: “Se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”. Disse mais: “Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus”. Novo nascimento não é ser religioso, frequentar uma Igreja e fazer orações. Nicodemos fazia tudo isso e não tinha nascido de novo. Você já nasceu de novo? Sem novo nascimento sua esperança é vã e sua religião é vã.

Novo nascimento não é mudar de religião, ser batizado ou ser membro de uma Igreja. Novo nascimento é uma operação sobrenatural, livre e soberana do Espírito Santo em sua vida. Novo nascimento ocorre quando você reconhece seu pecado e coloca sua confiança em Cristo Jesus, como seu redentor. Jesus foi levantado na cruz para que todo o que olhar para ele receba o perdão de seus pecados e a vida eterna. Você já nasceu de novo?

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Retrato de Humildade






Por



Bill Crowder



LEIA  João 13:1-11


…Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. —Tiago 4:6



Durante a Páscoa, minha esposa e eu fomos a um culto em que os participantes tentaram reproduzir os acontecimentos que Jesus e Seus discípulos experimentaram na noite que antecedeu a crucificação. Como parte do culto, os membros da equipe da Igreja lavaram os pés de alguns voluntários. Enquanto assistia a cena, imaginava se os mais humildes eram os que lavavam os pés, ou os que permitiam ter os pés lavados por outra pessoa. Tanto os que serviam, como os que eram servidos, retrataram figuras diferentes de humildade.

Quando Jesus e Seus discípulos estavam reunidos para a Última Ceia (João 13:1-20), Jesus, em humilde servidão, lavou os pés de Seus discípulos. Mas Simão Pedro resistiu, dizendo: “…Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo” (13:8). Lavar os seus pés não era um mero ritual. Poderia também ser interpretado como um retrato de nossa necessidade da limpeza de Cristo — uma limpeza que nunca será completa, a menos que estejamos dispostos a ser humildes perante o Salvador.

Tiago escreveu “…Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (4:6). Recebemos a graça de Deus quando reconhecemos a grandeza do Senhor, que se humilhou na cruz (Filipenses 2:5-11).


PENSE: 


" A posição mais poderosa da terra é ajoelhar-se diante do Senhor do Universo".

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Com Jesus, Nada Falta



(Transcrito)


LEIA Salmos 23.1-6


“O Senhor é o meu pastor; nada me faltará”  Sl 23.1

O Salmo 23, escrito por Davi, um dos mais conhecidos textos das Escrituras, proclama com eloquência singular, a riqueza insondável da graça de Deus. Nele aprendemos que todo o suprimento da ovelha vem do pastor divino. A ovelha é totalmente dependente. Não pode suprir suas próprias necessidades. Entregue a si mesma está perdida. Não pode proteger-se. É um animal dependente, míope, teimoso e indefeso. Mas, o Senhor é apresentado neste Salmo como o Supremo, Eterno e Divino Pastor.

Há preciosas lições neste salmo. Destaquemos algumas: primeiro, nossas necessidades são plenamente supridas (Sl 23.1-3). A ovelha do divino pastor tem provisão, descanso, refrigério, cura, alívio e direção. Segundo, Sua presença nos é plenamente garantida nas adversidades (Sl 23.4-5). A ovelha do divino pastor não é poupada dos problemas, mas tem livramento no meio deles. Mesmo caminhando pelos vales mais escuros e pelos desertos mais causticantes, tem companhia, proteção, vitória, honra e alegria. Terceiro, nossa morada com Ele na glória nos é garantida (Sl 23.6). 

A ovelha de Jesus é acompanhada ao longo da caminhada pela bondade e pela misericórdia. E, por fim, é recebida na Casa do Senhor, nos tabernáculos eternos, para desfrutar, para sempre, das delícias celestiais.




terça-feira, 15 de julho de 2014

Ética Também é Testemunho



(Transcrito)


LEIA I Pedro 2-1-22


“Amados, exorto-vos, [...], a vos absterdes das paixões carnais, [...], mantendo exemplar o vosso procedimento....” I Pe 2.11,12

Todo cristão genuíno crê que o Evangelho da Graça de Deus precisa ser proclamado. Sabe que deve anunciar e testemunhar. Todavia, nem todo cristão consegue conciliar discurso com atos, doutrina com prática. Às vezes falamos uma coisa, mas fazemos diferente daquilo que professamos. Deus exige a conciliação inseparável tanto do aspecto verbal quanto do aspecto ético do testemunho cristão. Precisamos falar e evidenciar a mensagem.

Temos o dever de anunciar, mas, também temos a responsabilidade de materializar o nosso discurso. O testemunho cristão não deve ser caracterizado apenas pela verbalização. Ele deve ser ouvido e observado, anunciado e comprovado pela conduta exemplar. Devemos comunicar a mensagem do Evangelho aos ouvidos e anunciá-la aos olhos. O que falamos deve ser carimbado com o que fazemos. Somos chamados para anunciar a boa nova e atestar aquilo que anunciamos com o nosso estilo de vida.

Para tristeza do Cristianismo, muitos cristãos não harmonizam a fala com a conduta. Para muitos, as palavras são como giz, a vida como lousa e a conduta como apagador. O que falam é apagado por meio daquilo que fazem. Cuide, porém, para que a sua piedade confirme a sua mensagem, para que a sua vida seja um outdoor daquilo que você anuncia.



quarta-feira, 18 de junho de 2014

Coloque Roupa da Humildade




(Transcrito)


LEIA I Pe 5.1-22

“... porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a Sua graça.”
 I Pe 5.5

Os gregos não viam a humildade como uma qualidade a ser buscada. Ela denotava degradação pessoal ou declínio. Era tida, na visão grega, como sinônimo de fraqueza. A Escritura tem um ensino bem diferente da concepção grega, pois coloca a humildade em alto relevo. Ela é uma virtude que precisa ser desejada. O imperativo apostólico não é seletivo quanto à classe específica de crente nem faixa etária. Ele ordena a todos os cristãos a se cingirem com o avental da humildade.

Pedro usa a metáfora de vestir uma roupa. A figura usada pelo apóstolo diz respeito ao que o escravo colocava para servir o seu senhor. O avental era uma marca cultural que distinguia os escravos. A palavra traz a ideia de uma faixa que era amarrada com um nó bem apertado, para não cair, porque se caísse seria um vexame. O crente precisa adornar a sua vida com a humildade. A propósito, você é humilde?

O evangelista norte-americano Dwight L. Moody disse: um homem pode fingir que ama, pode fingir ter fé, pode fingir ter esperança, mas dificilmente fingirá ter humildade. Santo Agostinho disse: a humildade é o vaso de todas as demais graças. A humildade é o recipiente de todas as graças. E a palavra de Deus fala: “porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a Sua graça”.



segunda-feira, 16 de junho de 2014

O Diferente Faz a Diferença




(Transcrito)


LEIA Gn 6.1-22


“Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus.” Gn 6.9

O mundo pós-queda é marcado pela incredulidade, pela injustiça, pela falta de integridade e pelo abandono de Deus. Os dias de Noé foram difíceis por causa dos estigmas provocados pelas mazelas do pecado, os quais permeavam toda a sociedade. A maldade humana era generalizada, multiplicada e contínua. Era ainda, e, sobretudo, uma maldade planejada. A terra estava corrompida à vista de Deus. Estava cheia da violência dos homens.

Naqueles dias imperava a injustiça, não havia integridade e os homens haviam abandonado os valores do reino. Não havia espaço para o exercício da justiça, para vivenciar a retidão e nem para o deleite na presença de Deus. A correnteza das águas corria com ímpeto na direção contrária àquilo que é justo, bom, reto e santo. 

Todavia, as distorções morais e éticas não impediram que a graça se manifestasse sobre Noé. Ele estava inserido no meio desse caos moral, mas por causa da graça foi diferente. A situação conspirava contra a virtude, porém, Noé fez a diferença por ser diferente. Ele surgiu como um luzeiro para fazer a diferença entre a sua geração. As marcas daqueles que fazem a diferença numa sociedade corrompida devem ser evidenciadas. A graça fez de você uma pessoa diferente, para ser candeia no meio da escuridão.




sexta-feira, 6 de junho de 2014

Branco Como a Neve




Por


Jennifer Benson Schuldt


LEIA Isaías 1:1-4,12-18


vossos pecados […] se tornarão brancos como a neve... —Isaías 1:18

Enquanto levava meu filho para casa depois da escola, a neve começou a cair. Os flocos fofos caíam firmes e rapidamente. Diminuímos a velocidade até pararmos, presos no trânsito. De dentro de nosso veículo, assistimos a uma transformação acontecer. Fragmentos escuros do solo ficaram brancos. A neve suavizou os contornos agudos de prédios; revestiu os carros ao nosso redor e acumulou-se em todas as árvores que enxergávamos.

A nevasca lembrou-me de uma verdade espiritual: assim como a neve cobriu tudo à vista, a graça de Deus cobre nosso pecado. Mas não apenas o cobre. Ela apaga o pecado. Por meio do profeta Isaías, Deus apelou aos israelitas, dizendo: “Vinde, pois, e arrazoemos […] ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve…” (Isaías 1:18). Quando Deus fez esta promessa, Seus filhos tinham um problema doloroso com o pecado. Deus os comparou a um corpo físico infestado com “…feridas, contusões e chagas inflamadas, umas e outras não espremidas, nem atadas, nem amolecidas com óleo” (v.6).

Por pior que fosse o pecado do povo, Deus estava disposto a estender Sua graça a eles. Como Seus filhos hoje, temos a mesma certeza. O pecado pode manchar nossas vidas, mas quando nos arrependemos e os confessamos, temos “…a remissão dos pecados, segundo a riqueza da Sua graça” (Efésios 1:7).

PENSE:

"Somente o sangue de Cristo nos redime do pecado".

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Cangurus e Avestruzes


Por


Bill Crowder

LEIA Fp 3.12-17



"…esquecendo-me das coisas que para trás ficam […] prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação…" —Filipenses 3:13,14


Duas das criaturas nativas da Austrália, cangurus e avestruzes, têm algo em comum — elas raramente se movem para trás. Os cangurus, devido à forma de seu corpo e ao comprimento de sua longa e forte cauda, conseguem saltar em movimentos dianteiros, mas não conseguem transpor o movimento para a direção oposta. Avestruzes conseguem correr rápido com suas longas pernas, mas as juntas em seus joelhos parecem dificultar o movimento para trás. Ambos os animais estão no brasão como símbolo de que a nação deve para sempre mover-se adiante e progredir.

O apóstolo Paulo fez uma abordagem semelhante com relação à vida de fé em sua carta aos filipenses: “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3:13,14).

Ainda que seja sábio aprender com o passado, não devemos viver nele. Não podemos refazer ou desfazer o passado, mas pela graça de Deus podemos avançar e servi-lo fielmente hoje e no futuro. A vida de fé é uma jornada para frente conforme nos tornamos mais semelhantes a Cristo.


PENSE: 

"Irei a qualquer lugar - desde que seja em frente!"




quinta-feira, 29 de maio de 2014

Família, Lugar de Paz de Espírito



(Transcrito)


LEIA Pv 14.1-35



“O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.” Pv 14.30

A família é a universidade onde aprendemos o segredo do contentamento e somos imunizados da epidemia da inveja. Uma pessoa invejosa é aquela que se perturba com o sucesso dos outros. Não se alegra com o que tem, mas se entristece pelo que o outro tem. O invejoso nunca é grato, pois está sempre querendo o que é do outro. Nunca tem paz, porque sua mesquinhez é como um câncer que apodrece os ossos.

A Organização Mundial de Saúde afirma que mais de cinquenta por cento das pessoas que passam pelos hospitais são vítimas de doenças com fundo emocional. Quando a alma está inquieta, o corpo padece. Quando a mente não descansa, o corpo se agita. A paz de espírito é um bem precioso. Essa paz não está em coisas nem se compra na farmácia. A paz de espírito dá saúde ao corpo e é a vida do corpo.

Mas, como alcançar essa paz? Pela meditação transcendental? Fugindo perigosamente pelo caminho das drogas? Entrando pelos labirintos do misticismo? Não, mil vezes não! A paz de espírito é resultado da graça de Deus em nossa vida. Somente os que foram reconciliados com Deus, por meio de Jesus Cristo, têm paz com Deus e desfrutam da paz de Deus. Mais do que casas confortáveis, carros de luxo, roupas de grife e abundância de bens, as famílias precisam de paz de espírito!




segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Deus é a Nossa Força



(Transcrito)


“O Senhor é a força do Seu povo; o refúgio salvador do Seu ungido.” Sl 28.8


A força do homem é fraca. O poder do homem é impotente. Os recursos do homem são insuficientes. Não triunfamos na batalha com nossas próprias armas. Quando jovem, Davi, apascentando seu rebanho nas toscas montanhas de Belém, precisou enfrentar um urso e um leão para livrar suas ovelhas das garras da morte. No vale de Elá, venceu o insolente gigante Golias e mais tarde travou várias pelejas, e de todas elas saiu vitorioso. Mesmo sendo um prodígio, sempre reconheceu que a vitória não é resultado da destreza humana, mas da providência divina.

Davi entendia que a vitória não é uma medalha que conquistamos com a força do nosso braço, mas um troféu da graça de Deus, o Deus que luta por nós. Agora, no texto acima, o rei Davi afirma de forma categórica que o Senhor é a força do Seu povo. Deus é quem adestra as nossas mãos para a batalha e desbarata os nossos inimigos. Deus é quem quebra o arco, despedaça a lança e queima os carros no fogo, pondo fim à guerra.

Portanto, devemos nos gloriar em Deus. Dele vem o nosso socorro e a nossa vitória. Quando os nossos inimigos nos cercam e se arremetem contra nós, Deus nos esconde debaixo de Suas asas. Ele é o nosso refúgio salvador. Nele encontramos verdadeiro abrigo no temporal. Nele temos grande livramento.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Restaurando o Temor a Deus






(Transcrito)

“Regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes.” Jr 32.40

O temor a Deus é a joia perdida na Igreja de hoje. A irreverência e a falta de respeito a Deus são marcas da nossa geração. Perdemos a admiração e a consideração por Deus. Precisamos resgatar o temor a Deus em nossas vidas. A palavra temor significa respeito, reverência. A promessa de hoje é sobre o temor a Deus. Três lições importantes.

Primeira, Deus é quem produz o temor. Ele faz isso baseado na nova aliança. É a aliança eterna da graça, baseada no sangue de Jesus Cristo, que O leva a nos perdoar de todo pecado. O temor começa com o perdão e nos conduz à reverência. 

Segunda, Deus põe o temor no nosso coração. Após a regeneração, o Espírito Santo passa a habitar o coração do crente. Ele nos dispõe a orar e a estudar a Bíblia. "Vinde, filhos, e escutai-me; eu vos ensinarei o temor do Senhor" (Sl 34.11).

Terceira, precisamos desfrutar do temor do Senhor. O temor de Deus nos leva a bênçãos maravilhosas. Somos abençoados com toda sorte de bênçãos. Obedecemos a Deus cumprindo os Seus propósitos e nos dispomos a entregar aquilo que Ele nos pede. Tomemos posse desta promessa.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Vai e Não Peques Mais





(Transcrito)

“Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.” Jo 8.11

A graça é o favor imerecido de Deus. Por causa dela, somos amados de forma incondicional e perdoados imerecidamente. Philip Yancey resume: “Não há nada que você possa fazer para Deus te amar mais; e não há nada que você possa fazer para Deus te amar menos”.

A história da mulher flagrada em adultério é exemplo do perdão de Deus. Após a saída dos acusadores, Jesus perguntou à mulher: "onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou? Jesus então disse: vai e não peques mais". 

Três lições. Primeira, todo homem gosta de acusar e julgar os pecados dos outros: "onde estão os teus acusadores?" Mesmo sem ter autoridade moral julgamos aos outros, pois nos achamos melhores.

Segunda, Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores. Quem crer nEle recebe o Seu perdão e está livre de toda condenação.

Terceira, o perdão de Cristo motiva o pecador a viver em santidade: "vai e não peques mais". O verdadeiro arrependimento é demonstrado pela mudança de mente e de conduta. Receba hoje o perdão de Deus e mude de vida.

PENSE:

 “A graça é a resposta de Deus à necessidade do homem”. (J. Dwight Pentecost)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

O Drama da Falta de Perdão


(Transcrito)



“José beijou a todos os seus irmãos e chorou sobre eles; depois, seus irmãos falaram com ele.” Gn 45.15.



Falar de perdão é fácil; difícil é perdoar. O perdão, porém, não é uma opção, mas uma necessidade. Quem não perdoa não tem paz. Há famílias atormentadas pela falta de perdão vivendo na masmorra da mágoa. Quem não perdoa não pode orar, ofertar nem ser perdoado. O perdão é condição vital para termos saúde física, emocional e espiritual. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente, a alforria do coração. O perdão cura, liberta e restaura. Constrói pontes onde a mágoa cavou abismos. Não há vida, casamento, nem família saudáveis sem o exercício do perdão.

José do Egito foi vítima do ódio consumado de seus irmãos. Sofreu muitos anos as consequências desse ódio. Mas, Deus o restaurou e o honrou. José escolheu perdoar seus irmãos em vez de vingar-se deles. Deu duas provas dessa atitude: Chamou seu filho primogênito de Manassés, cujo significado é: “Deus me fez esquecer”. Deu a melhor terra do Egito a seus irmãos que o maltrataram. O perdão é um ato de misericórdia. É expressão da graça de Deus em nós e por nós.

sexta-feira, 23 de março de 2012

A Espiritualidade do Perdão


(Transcrito)


“Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará.” Mt 6.14



Quando pensamos no perdão devemos nos perguntar sobre o que devo fazer para aprender a perdoar e como me fazer perdoável nas relações. Bem sabemos que as nossas relações, sejam familiares, conjugais, eclesiásticas, profissionais, fraternas etc., são marcadas, aqui e acolá, por desajustes e fraturas, que necessitam do exercício do perdão como chave para desmantelar os mecanismos de destruição da alma e do coração, sem o que a nossa existência fica absolutamente comprometida.

Jesus Cristo, que viveu debaixo de intenso sofrimento, que bebeu o cálice da dor, da humilhação, não sucumbiu ante todo o sofrimento porque aprendeu a liberar perdão aos seus inimigos, como expressão da graça do Pai. Jesus Cristo é o caminho para vencer todo tipo de falta, de desvio, de pecado, de violência doméstica etc. Perdão é as pegadas da graça que deixamos na estrada da vida. O perdão nos habilita a prosseguir segundo a misericórdia com que fomos alcançados. Eis um tremendo conforto!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O Gracioso Amor de Deus


Por


Gerald W. Bauer (Ohio, EUA)



LEIA Isaías 43.1-3



"[O Senhor disse a Paulo]: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza". 2 Coríntios 12.9


Um lençol de neve fresca deixou a via de acesso dos carros tão congelada que eu escorreguei e caí, machucando o ombro. A cura se processou lentamente, mas nunca foi completa.

Passaram-se meses. As orações po
r minha plena recuperação pareciam continuar sem resposta. Então, me lembrei de como o apóstolo Paulo orou a Deus, pedindo-Lhe que afastasse sua dolorosa aflição, seu "espinho na carne". Mas Deus não curou Paulo. Em vez disso, Deus lhe disse: "A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza".

De vez em quando, meu ombro ainda me dá problemas, mas encontro força quando me lembro das palavras de Deus a Paulo. Em cada momento de dor, essas palavras me fazem lembrar que Deus está sempre comigo. O Seu amor me dá força, mesmo quando sinto a fragilidade de meu ombro.

Podemos sofrer aflições físicas, a perda de uma pessoa amada ou de um emprego, ou o estresse de um relacionamento. Podemos orar por alívio e esperar que o Senhor responda. Mas, sempre que suportamos um desafio permanente, podemos encontrar força na certeza de que Deus nos ama e cuida de nós. Com essa garantia, podemos dizer com Paulo: "Quando sou fraco, então é que sou forte" (2 Coríntios 12.10). A força de Deus nos leva à vitória por meio de nossa fragilidade.



PENSAMENTO:


"Mesmo não sendo perfeitos, podemos ser fortes. "