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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Com Jesus, Nada Falta



(Transcrito)


LEIA Salmos 23.1-6


“O Senhor é o meu pastor; nada me faltará”  Sl 23.1

O Salmo 23, escrito por Davi, um dos mais conhecidos textos das Escrituras, proclama com eloquência singular, a riqueza insondável da graça de Deus. Nele aprendemos que todo o suprimento da ovelha vem do pastor divino. A ovelha é totalmente dependente. Não pode suprir suas próprias necessidades. Entregue a si mesma está perdida. Não pode proteger-se. É um animal dependente, míope, teimoso e indefeso. Mas, o Senhor é apresentado neste Salmo como o Supremo, Eterno e Divino Pastor.

Há preciosas lições neste salmo. Destaquemos algumas: primeiro, nossas necessidades são plenamente supridas (Sl 23.1-3). A ovelha do divino pastor tem provisão, descanso, refrigério, cura, alívio e direção. Segundo, Sua presença nos é plenamente garantida nas adversidades (Sl 23.4-5). A ovelha do divino pastor não é poupada dos problemas, mas tem livramento no meio deles. Mesmo caminhando pelos vales mais escuros e pelos desertos mais causticantes, tem companhia, proteção, vitória, honra e alegria. Terceiro, nossa morada com Ele na glória nos é garantida (Sl 23.6). 

A ovelha de Jesus é acompanhada ao longo da caminhada pela bondade e pela misericórdia. E, por fim, é recebida na Casa do Senhor, nos tabernáculos eternos, para desfrutar, para sempre, das delícias celestiais.




quarta-feira, 16 de julho de 2014

Restituição, Toma de Volta!




(Transcrito)


LEIA I Samuel 30.1-31


“Não lhes faltou coisa alguma [...] nada do que lhes haviam tomado: tudo Davi tornou a trazer” I Sm 30.19

Um dia o rei Davi chegou em Ziclague com seus seiscentos guerreiros e viu que a cidade, lar de sua família e das famílias de seus amigos, tinha sido queimada, ferida e saqueada pelos amalequitas. Os inimigos saquearam os bens e levaram cativos as mulheres, os filhos e as filhas. Davi ao ver a situação chorou até não ter mais forças para chorar. Os aliados voltaram-se contra ele para o apedrejar, pois cada um estava angustiado de espírito por causa de seus filhos e de suas filhas.

Talvez você também tenha sido roubado pelo inimigo. Talvez o inimigo também tenha saqueado seus bens, sua saúde, seu casamento, seus filhos e suas amizades. Talvez você esteja angustiado, porque depois de suportar todas essas perdas até mesmo seus amigos mais próximos estão contra você. Davi, porém, não aceitou passivamente a decretação da derrota em sua vida.

Ele se reanimou no Senhor seu Deus. Orou e recebeu uma ordem de Deus para tomar de volta o que o inimigo havia levado. Davi lutou e venceu. Tomou de volta tudo o que o inimigo havia saqueado. Agora mesmo você, também, pode fazer a mesma coisa. Não entregue os pontos, não jogue a toalha. Não desista. Não aceite passivamente a decretação da derrota. Levante-se na força do Senhor e tome de volta o que inimigo levou.



quinta-feira, 26 de junho de 2014

Uma Oração, Dois Pedidos



(Transcrito)


LEIA Salmo 143.1-12


“Faze-me ouvir, pela manhã, da Tua graça, pois em Ti confio... porque a Ti elevo a minha alma.” Sl 143.8

Todos os crentes têm alguma experiência de vida de oração. Alguns oram um pouco mais, outros, um pouco menos, mas todos, sem exceção, já tiveram a experiência de orar. Também é verdade que algumas pessoas só oram quando a situação fica difícil. Quanto à oração, também precisamos salientar que podemos, assim como devemos, orar por diversas razões.

Devemos orar por nós mesmos, pela nossa família, pela nossa Igreja, pela nossa saúde, pela nossa profissão, pelo nosso negócio, pela pregação do Evangelho, enfim, são vários os motivos pelos quais devemos orar incessantemente. Davi foi um homem de oração. Esse exímio servo de Deus tinha uma vida robusta de oração. Ele amava estar na presença de Deus. Orou por inúmeras situações. No Salmo 143 Davi se queda diante do Senhor em oração fervorosa.

Sua súplica é muita instrutiva. Em sua oração, o salmista pede duas coisas ao Senhor. Uma está relacionada à audição, a outra à visão. A sua oração passa por duas situações distintas, a saber: uma necessidade e um desejo. Ele reconhece que precisa ouvir a voz de Deus, bem como conhecer o caminho de Deus. Davi, além de necessitar, deseja ouvir e conhecer o caminho pelo qual deve andar. Como Davi, eu e você temos as mesmas necessidades.




quarta-feira, 25 de junho de 2014

Sabedoria do Alto




Por


Jennifer Benson Schuldt


LEIA I Samuel 24:1-10



A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente pura; depois, pacífica… —Tiago 3:17

Caso Kiera Wilmot tivesse executado seu experimento durante a feira de ciências do Ensino Médio, teria recebido nota 10. Mas, na verdade, ela foi acusada de causar uma explosão. Apesar de ter planejado esperar até que seu professor aprovasse o experimento, seus colegas a convenceram a executá-lo fora da sala de aula. Ao misturar compostos químicos dentro de uma garrafa plástica, o recipiente explodiu, e ela involuntariamente feriu alguns colegas. 

O Antigo Testamento conta uma história de outro caso sobre pressão de grupo. Davi e seus homens estavam escondendo-se de Saul numa caverna quando Saul entrou (I Samuel 24). Os companheiros de Davi sugeriram que Deus lhes havia entregado Saul e incitaram Davi a matá-lo (vv.4,10). Eles pensavam que, se Davi matasse Saul, eles poderiam deixar de se esconder e Davi poderia tornar-se rei. Mas Davi recusou-se a ferir Saul porque ele era “…o ungido do Senhor” (v.6). 

As pessoas que nos cercam podem algumas vezes sugerir que façamos o que parece mais gratificante ou prático no momento. Mas há uma diferença entre sabedoria terrena e espiritual (I Coríntios 2:6,7). A sabedoria do alto “…é, primeiramente, pura; depois, pacífica, indulgente, tratável, plena de misericórdia…” (Tiago 3:17). Quando outros nos incitam a tomar certas atitudes, podemos convidar Deus para influenciar a nossa reação.


PENSE:

"O verdadeiro sábio é aquele que adquire a sabedoria do alto".

terça-feira, 27 de maio de 2014

Família, Lugar de Lealdade



(Transcrito)


LEIA Rt 1.1-22

“... o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus...” Rt 1.16

Os nossos amigos mais achegados e leais devem ser os membros da nossa própria família. Infelizmente, escasseiam-se os amigos verdadeiros. Nem todas as pessoas que desfrutam da nossa amizade são leais a nós. A Palavra de Deus fala de Jonadabe, sobrinho do rei Davi, que deu um perverso conselho para Amnon, filho mais velho do rei. A influência perversa de Jonadabe trouxe grandes tragédias para a família de Davi.

Há amigos nocivos que são agentes de morte. Há amigos utilitaristas que só se aproximam de você para conseguir algum proveito. Há amigos de boteco que apenas alugam seus ouvidos para conversas tolas. O verdadeiro amigo é aquele que está ao seu lado na hora mais escura da sua vida. É aquele que chega quando todos já se foram. O amigo ama sempre e na desventura é que se faz o irmão. A família é esse canteiro divino onde devemos cultivar a amizade verdadeira.

Um dos exemplos clássicos dessa amizade é a devoção de Rute à sua sogra Noemi. Muito embora Rute fosse moabita e Noemi uma viúva pobre, estrangeira e idosa, Rute apegou-se a ela e tornou-se-lhe melhor do que dez filhos. Jesus é o nosso exemplo mais excelente de amizade verdadeira. Ele não apenas nos chamou de amigos, mas nos demonstrou seu mais acendrado amor na cruz do Calvário.



quarta-feira, 14 de maio de 2014

Família, Lugar de Recomeço




(Transcrito)


LEIA Rt 1.1-22


“Assim, voltou Noemi da terra de Moabe, com Rute, sua nora, a moabita; e chegaram a Belém...” Rt 1.22

Não é fácil recomeçar a vida depois de uma tragédia familiar. Muitos não conseguem retomar os sonhos depois de uma falência financeira, um casamento rompido ou um luto traumático. O livro de Rute narra a dramática histórica de uma família que morava em Belém. Houve fome naquela cidade e faltou pão, na casa do pão. Elimeleque, Noemi, Malom e Quiliom saíram de Belém e foram para Moabe. Foram em busca de sobrevivência e encontraram a doença e a morte.

Noemi sepultou naquela terra estrangeira seu marido e seus dois filhos. Ficou só e viúva em terra estrangeira. Seus sonhos morreram com seus mortos e suas esperanças foram sepultadas com eles. Um dia, ouviu que Deus visitara novamente sua terra e então, resolve voltar. Nessa volta, sua nora Rute, se junta a ela. Noemi, cujo nome significa “feliz”, revoltada com Deus, muda de nome e passa a se chamar Mara, “amargura”. Porém, a providência carrancuda de Deus mostrava a Noemi uma face sorridente. Sua nora se casou com Boaz, um rico membro da família. Seu neto tornou-se avô do rei Davi e sua nora fez parte da genealogia do Messias. 

Quando tudo parece perdido, Deus está trabalhando para o nosso bem, escrevendo os capítulos mais emocionantes da nossa história. Nunca perca a esperança. Sempre é tempo de recomeçar!




terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Deus, o Amparo do Justo



(Transcrito)


“Fui moço e já, agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado, nem a sua descendência a mendigar o pão.” Sl 37.25


Davi não é mais um jovem pastor, mas um rei veterano. As cãs cobrem de branco a cumieira de sua cabeça. Mas, à medida que caminha rumo à velhice, sua percepção espiritual fica mais aguçada. Seu testemunho é eloquente. Dois testemunhos são dados. 

Primeiro, o justo é amparado por Deus. Davi abre os arquivos do passado e não encontra sequer um exemplo que pudesse enfraquecer a confiança do justo. Deus hipotecou Sua honra quando nos deu Suas promessas. Deus é o próprio avalista de Suas palavras. O justo passa por lutas e tribulações, mas não por desamparo. O justo enfrenta caminhada difícil, mas tem a promessa de uma chegada certa. 

Segundo, a descendência do justo é próspera. Davi nunca viu a descendência do justo mendigando o pão. Na casa do justo há prosperidade e riqueza (Sl 112.3). O justo, além de ter para si, ainda “distribui e dá aos pobres” (Sl 112.9). Sua descendência não mendiga o pão, mas dá pão ao que tem fome. Aqueles que honram a Deus são prósperos, pois trabalham com dignidade, vivem com disciplina, economizam com consciência e investem com sabedoria. Na casa do justo há prosperidade e riqueza. No coração do justo há altruísmo e generosidade. Nas mãos do justo há ricos atos de bondade. No caminho do justo há recompensas eternas.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

O Criador Onipotente



(Transcrito)


“Os céus por Sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de Sua boca, o exército deles.” 

Sl 33.6


O universo não é infinito. A infinitude é um atributo exclusivo de Deus. É sabido, porém, que o universo é majestoso tanto em seu colossal tamanho como em sua complexidade. Qual é a origem do universo? Para os evolucionistas o universo é fruto de uma geração espontânea. Outros dizem que o universo é resultado de uma megaexplosão. Há aqueles que pregam que o universo surgiu de uma evolução de bilhões e bilhões de anos. O universo tem em torno de noventa e dois bilhões de anos-luz de diâmetro.

Demorar-se-ia noventa e dois bilhões de anos, numa velocidade de trezentos mil quilômetros por segundo, para ir de uma extremidade à outra do universo. Teria o universo, com toda essa complexidade, sido fruto do acaso? Sabemos que o universo é composto de matéria e energia. Sabemos, ainda, que o universo é governado por leis. Matéria e energia não criam leis.

Logo, alguém fora do universo criou esses leis, uma vez que leis não criam a si mesmas. Só nos resta uma alternativa plausível: o universo foi criado. O rei Davi, há cerca de três mil anos, fez uma declaração estupenda: O universo foi feito por Deus! Diz a Palavra: “Pela fé, entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem” (Hb 11.3).

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Pecado Confessado Está Perdoado



(Transcrito)


“…confessarei… as minhas transgressões; e Tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.” Sl 32.5


O sucesso pode ser sua maior ameaça. Enquanto Davi fugia de seu sogro, escondendo-se por cavernas e desertos, lutava por sua família. Porém, depois que se tornou rei, afrouxou a vigilância espiritual e acabou adulterando com Bate-Seba, a mulher de Urias, homem de confiança de seu exército. Mandou matar Urias e casou-se com Bate-Seba. Isso, porém, foi mau aos olhos do Senhor.

Enquanto escondeu esse pecado, Davi definhou. Não havia mais paz em seu coração. As lágrimas eram seu alimento. Os gemidos pungentes brotavam de sua alma aflita. Seus ossos ardiam. Seu coração disparava numa agitação sem fim. A mão de Deus pesava sobre ele, de dia e de noite. O pecado é assim: um carrasco cruel, uma prisão insalubre, uma tortura insuportável. Até que Davi foi confrontado e reconheceu seu pecado. Caiu em si, confessou o seu pecado e espremeu todo o pus da ferida.

O resultado foi o pleno perdão de Deus, o alívio da culpa e a absolvição da condenação. Não viva como prisioneiro do pecado. Confesse-o, deixe-o e receba o bendito perdão de Deus. Pecado escondido é tormento constante; pecado confessado é alívio garantido. A Palavra de Deus diz: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28.13).

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Deus é a Nossa Força



(Transcrito)


“O Senhor é a força do Seu povo; o refúgio salvador do Seu ungido.” Sl 28.8


A força do homem é fraca. O poder do homem é impotente. Os recursos do homem são insuficientes. Não triunfamos na batalha com nossas próprias armas. Quando jovem, Davi, apascentando seu rebanho nas toscas montanhas de Belém, precisou enfrentar um urso e um leão para livrar suas ovelhas das garras da morte. No vale de Elá, venceu o insolente gigante Golias e mais tarde travou várias pelejas, e de todas elas saiu vitorioso. Mesmo sendo um prodígio, sempre reconheceu que a vitória não é resultado da destreza humana, mas da providência divina.

Davi entendia que a vitória não é uma medalha que conquistamos com a força do nosso braço, mas um troféu da graça de Deus, o Deus que luta por nós. Agora, no texto acima, o rei Davi afirma de forma categórica que o Senhor é a força do Seu povo. Deus é quem adestra as nossas mãos para a batalha e desbarata os nossos inimigos. Deus é quem quebra o arco, despedaça a lança e queima os carros no fogo, pondo fim à guerra.

Portanto, devemos nos gloriar em Deus. Dele vem o nosso socorro e a nossa vitória. Quando os nossos inimigos nos cercam e se arremetem contra nós, Deus nos esconde debaixo de Suas asas. Ele é o nosso refúgio salvador. Nele encontramos verdadeiro abrigo no temporal. Nele temos grande livramento.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Deus Nunca Desampara você




(Transcrito)


“Porque, se meu pai e minha mãe me desampararem, o Senhor me acolherá” 

Sl 27.10


O amor de pai e mãe tem sido exaltado na poesia, na música e nas palavras. É amor sincero, verdadeiro, profundo e sacrificial. Os pais dão a vida pelos filhos e morrem por eles. Trabalham e entesouram para os filhos. Há, porém, caricaturas até mesmo do amor de pai e mãe. Há pais que rejeitam os filhos ainda no ventre. Há pais que abandonam os filhos depois de nascidos. Há pais que desprezam os filhos depois de criados. Há pais que matam os filhos depois de trazê-los à vida. 

O rei Davi contrasta o grande amor de pai e mãe com o amor de Deus. Mesmo que os pais terrenos falhem em seu amor, Deus jamais falhará. O amor de Deus não sofre variação, pois a causa de Seu amor está nEle mesmo. Deus nunca nos abandona mesmo que os vínculos mais profundos da terra sejam desfeitos. Deus nunca rompe conosco Sua aliança de amor ainda que pai e mãe nos abandonem.

Seu amor é eterno, imutável e perseverante. Ainda que os braços que nos carregaram no colo se encolham para nós na terra, os braços de Deus sempre estarão estendidos para nós no céu. Ainda que pai e mãe nos deixem nos vales escuros da nossa dor, Deus jamais nos desamparará na hora da aflição. Seu cuidado é permanente, Sua providência é rica e Seu amor é eterno. Jamais desampara os que nEle confiam.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Em Quem Está Sua Confiança?



(Transcrito)


“Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do Senhor, nosso Deus.” Sl 20.7


Há cerca de três mil anos, nos dias do rei Davi, a maior força que o homem conhecia era a força dos carros e dos cavalos. Aqueles que entravam numa peleja ostentando esse aparelhamento conseguiam expressiva vantagem sobre os adversários. Por essa razão, muitas pessoas confiavam em carros e cavalos, julgando, com isso, estar seguras. Hoje, temos recursos mais sofisticados e mais poderosos, como o dinheiro, a influência política, o conhecimento científico e o poder das armas.

O princípio, porém, é o mesmo. Em quem está sua confiança? Na sua riqueza? Na força do seu braço? Na sua sabedoria? No poder das armas? Todos os recursos do homem são como bordões frágeis. Nenhum escudo humano pode nos blindar suficientemente. Por isso, Davi disse: “... nós, porém, nos gloriaremos em o nome do Senhor, nosso Deus”. Deus é nosso refúgio e escudo protetor. Debaixo de suas asas encontramos verdadeira proteção.

Deus oferece paz ao aflito, força ao cansado e vitória ao abatido. Com Deus ao nosso lado fazemos proezas. Por meio dEle somos mais do que vencedores. Nele podemos confiar. Mas, aqueles que confiam no Senhor têm não apenas proteção, mas também, grande gozo e alegria. Nele nos gloriamos. Ele é a fonte do nosso prazer e nosso maior deleite. Jesus é a nossa alegria!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Deus é a Nossa Herança



(Transcrito)

 

“Digo ao Senhor: Tu és o meu Senhor; outro bem não possuo, senão a Ti somente.” 

Sl 16.2


O dinheiro é o maior senhor de escravos do mundo. Seduz e depois escraviza. Exige dedicação exclusiva e até mesmo adoração. O homem anseia possuir coisas. Os bens materiais lhe dão uma sensação de segurança e uma aura de felicidade. O dinheiro confere ao homem influência e poder. Porém, o dinheiro não satisfaz. É um falso refúgio. Não pode nos dar segurança nem felicidade. Não pode nem mesmo nos dar as coisas mais importantes da vida.

Pode nos dar uma casa, mas não um lar. Pode nos dar roupa de grife, mas não conforto. Pode nos dar remédio, mas não saúde. Pode nos dar um rico funeral, mas não a vida eterna. O rei Davi, mesmo sendo um homem rico, reconhece que Deus é ao mesmo tempo seu dono e sua herança. Deus é seu Senhor e também sua riqueza. Aliás, sua única riqueza. Ele diz: “outro bem não possuo, senão a Ti somente”. Quando temos Deus, todas as outras coisas nos são acrescentadas.

Quando Deus é o nosso bem maior, então, encontramos nEle o que não podemos encontrar no dinheiro: segurança eterna e felicidade permanente. Você tem se deleitado em Deus? É Ele a fonte de seu prazer? Deus é a fonte de sua segurança e de sua alegria? Agora mesmo você pode experimentar essa realidade bendita e receber, pela fé, o dom da vida eterna, em Cristo Jesus.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Primeiras Impressões




Por

Dennis Fischer

LEIA I Samuel 16.1-7


…O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração. — I Samuel 16.7

Enquanto eu comprava alimentos um dia eu era visto como um ladrão por uma pessoa e um herói por outra.

Ao sair do supermercado, um funcionário disse: “Desculpe-me, senhor. Há muitos itens não ensacados em seu carrinho.” Esta é evidentemente uma estratégia utilizada por ladrões. Quando ele viu que eram produtos muito grandes para serem ensacados, se desculpou e me permitiu seguir o meu caminho.

No estacionamento, uma mulher olhou para o meu boné de atleta com um bordado dourado. Confundindo-o com um chapéu militar, ela disse: “Obrigada por defender o nosso país!” Em seguida, ela se afastou.

O funcionário do supermercado e a mulher no estacionamento tinham, cada um, formado conclusões precipitadas sobre mim. É fácil formar opiniões sobre os outros baseado em primeiras impressões.

Quando Samuel foi escolher o próximo rei de Israel dentre os filhos de Jessé, ele também fez um julgamento a partir de primeiras impressões. No entanto, o escolhido de Deus não era estava entre os filhos mais velhos. O Espírito Santo disse a Samuel: “Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura…” (I Samuel 16.7). Deus escolheu Davi, o mais novo, que menos parecia como um rei.

Deus pode nos ajudar a ver as pessoas por intermédio dos Seus olhos, “…porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (v.7).

PENSE:

"As primeiras impressões, muitas vezes, podem levar a conclusões erradas".


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Vencendo...Aos Poucos



(Transcrito)

“O Senhor distingue para Si o piedoso.” Sl 4.3


Se você pensa que irá continuamente acumular vitória sobre vitória, não está sendo realista. Em tudo que tentar realizar saiba que poderá enfrentar o retrocesso. Mas não permita que isso paralise sua caminhada. Saiba que ninguém pode ganhar todos os jogos.

Mas, se recusar a ser barrada pela derrota, qualquer pessoa pode ser vencedora. Lembre-se, também, de algo da maior importância: “O Senhor distingue para Si o piedoso” (Sl 4.3). Davi, o autor desta palavras, sofreu muitas perdas, mas nunca foi totalmente derrotado. Seus projetos, planos, aspirações, sonhos muitas vezes viraram cinza. Mas, com a ajuda do Senhor, ele sempre se reergueu e, finalmente, venceu.

Deus tem compromisso com aquele que tem compromisso com Ele. Por isso, haja o que houver, venha o que vier, o piedoso recebe de Deus um tratamento e uma atenção especiais. Creia nesta verdade e descanse nela, como Davi que, em meio às lutas, podia dizer: “Em paz me deito e logo pego no sono, porque, Senhor, só Tu me fazes repousar seguro” (Sl 4.8).


PENSE:

“A perseverança sempre suplanta a perseguição”. (Andrew Martin)

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Durante Toda Esta Hora





Por

Dennis Fisher

LEIA Salmo 25:1-11

Guia-me na tua verdade e ensina-me, pois tu és o Deus da minha salvação, em quem eu espero todo o dia. —Salmo 25:5

Muitos conhecem o majestoso carrilhão do Grande Relógio de Westminster, de Londres, conhecido como Big Ben. Na verdade, alguns de nós podemos ter relógios em casa que soem a mesma badalada a cada hora. 

De acordo com o pensamento tradicional, a melodia foi tirada do oratório Messias de Händel. E as palavras inscritas na sala do relógio Big Ben têm um significado transcendente: 
Durante toda esta hora, 
Guia-me, Senhor; 
E que por Teu poder, 
Nenhum passo se desvie. 

Estas palavras são um bom lembrete da nossa constante necessidade pela orientação de Deus. O rei Davi reconheceu que precisava ser orientado ao longo do dia à medida que enfrentava os desafios da vida. No Salmo 25, ele diz: “Guia-me na tua verdade e ensina-me, pois tu és o Deus da minha salvação, em quem eu espero todo o dia” (v.5). Desejando ser um seguidor aprendiz de Deus, Davi olhou para o seu Redentor em busca de direção. O desejo de seu coração era depender confiadamente no Senhor durante o dia todo.

Que este seja o nosso desejo também. Geralmente começamos o dia pedindo a ajuda de Deus, mas então as distrações concorrentes podem desviar a nossa atenção dEle. Senhor, lembre-nos de orar: Durante toda esta hora, guia-me, Senhor!