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terça-feira, 17 de março de 2020

Jesus X Corona Vírus


Por Angela Vauthier



"... e o sangue de Jesus Cristo, Seu Filho, nos purifica de todo o pecado". 
(I João 1:7)✝❤





O mundo está em pânico! A pandemia de um vírus até então desconhecido, pois não existe ainda na literatura médica uma vacina que possa trazer a cura e assim erradicá-lo do nosso meio, tem levado as pessoas a um grau de medo e de informações desencontradas ímpar. 

A procura por álcool em gel e máscaras crescendo assustadoramente, pois as pessoas querem se proteger das possíveis bactérias que transmitem o vírus. Mas o que temos esquecido é que existe um vírus muito pior e que nos leva à morte eterna: o pecado. 

A inveja, o ódio, a mentira, a promiscuidade e tudo quanto nos afasta de Deus precisam ser combatidos, não apenas com a higiene das mãos, mas com a purificação da alma. Precisamos ser lavados 
pelo sangue do Cordeiro e assim estaremos livres desse vírus destruidor. Pense nisso!

sábado, 18 de abril de 2015

A Esperança dos Desesperançados




(Transcrito)

LEIA Marcos 5.1-43

“Paulo, apóstolo de Cristo Jesus, pelo mandato de Deus, nosso Salvador, e de Cristo Jesus, nossa esperança” 
I Tm 1.1

O Apóstolo Paulo diz que Jesus é a nossa esperança e o Evangelho de Marcos registra quatro episódios para destacar essa verdade. 

Primeiro, Jesus é a nossa esperança porque Ele tem poder sobre a natureza. Quando Seus discípulos estavam atravessando o Mar da Galiléia, foram surpreendidos por uma terrível tempestade. Aflitos, recorreram a Jesus, Ele acalmou o mar e aquietou o vento. Jesus pode acalmar também os vendavais da nossa alma.

Segundo, Jesus tem poder sobre os demônios. Jesus libertou o gadareno, possuído por uma legião de demônios. Esse homem já havia sido enjeitado pela família e pela sociedade. Vivia entre os sepulcros, nu, furioso, perturbado, ferindo-se com pedras. Jesus o liberta, o salva e o envia como portador de boas novas para sua família.

Terceiro, Jesus tem poder sobre a enfermidade. Imediatamente, Jesus curou uma mulher que sofria há doze anos com uma hemorragia. Aquela doença desafiava a medicina, mas não a Jesus. Ele pode curar toda sorte de enfermidade. 

Finalmente, Jesus tem poder sobre a morte. Ele vai à casa de Jairo e ressuscita sua filha única com doze anos de idade. A morte precisa bater em retirada diante daquEle que é a ressurreição e a vida. Jesus tem todo o poder nos céus e na terra. Ele já é a sua esperança?




segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Curando Corações Amargurados




(Transcrito)


LEIA Hebreus 12


"Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura... vos perturbe..."  Hb 12.15

O autor de Hebreus nos adverte contra o perigo de permitir que a amargura cresça com seus frutos podres dentro de nosso coração. Se você está vivendo amargurado, cuidado! Essa raiz provavelmente cresceu a partir de uma semente lançada por alguém. Lixo não é semente boa para ser bem vinda no solo do seu coração. Não se torne refém de pessoas amargas. O ódio dos outros não pode se tornar combustível para o seu ódio.

Seu coração não é aterro sanitário. Não permita que gente de mal com a vida jogue os lixos dela dentro de você e contamine sua alma com amargura, ressentimento e desejo de vingança. Quando tudo der errado, na sua ótica, lembre-se: Deus está no comando de sua vida. Portanto, descanse na certeza de que o Pai celeste conhece cada uma de suas necessidades. Se em sua ótica tudo deu errado, não tenha medo de se reorganizar, estabelecer novos alvos, traçar novos objetivos e seguir em frente.

E mais: Deus conhece sua mágoa, seu ódio e traumas. 
Chegou a hora de arrancar essas raízes perversas. Mas entenda que não há ácido na sua alma capaz de digerir isso. Ou Deus tira, ou você vai morrer com isso. Peça a Deus para incinerar os lixos de seu coração e fazer uma faxina em sua alma.



terça-feira, 25 de novembro de 2014

Aprenda a Esperar



(Transcrito)


LEIA Salmo 40


“Esperei confiantemente pelo Senhor; ele se inclinou para mim e me ouviu quando clamei por socorro.” Sl 40.1

Esperar é um dos exercícios mais difíceis que existe. A Bíblia diz que a esperança que se adia faz adoecer o coração 
(Pv 13.12). O imediatismo que impera em nossa cultura agravou a dificuldade que temos em aquietar a nossa alma em face dos problemas. É necessário reaprender a esperar. Saber esperar é indispensável para quem deseja aprender a viver bem. Somos impelidos a buscar soluções rápidas para tudo o tempo todo. A questão é que nem sempre as encontramos, porque nem sempre elas existem.

Há dores que não passam com um simples analgésico. Acreditar no contrário, traz frustração e danos a quem sofre. 
Há crises insolúveis e irremediáveis. O salmista diz que esperou e confiou em Deus. Ele confessa que não tem a chave mestra, que não possui a habilidade de abrir as portas que se fecharam diante de si. É impossível acrescentar horas, dias, meses ou anos à própria existência.

A vida não está sob seu controle. Reconheça isso e passe a olhar o tempo como um aliado. Deus é o dono do tempo. 
A exemplo do salmista, recorra à oração. Clame por socorro. Use os recursos da terra, mas peça ajuda aos céus. Pois o mais sábio a fazer é aquietar o coração e descansar nos braços de quem governa o mundo.


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Rocha Segura em Meio à Dor




(Transcrito)

LEIA Salmo 42


“Assim como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por Ti, ó Deus!” Sl 42.1

É possível ser um cristão sincero e ainda assim sofrer revezes na vida? Há muitas pessoas decepcionadas porque entenderam que não. Infelizmente há quem defenda um tipo de vida cristã na qual a tristeza de alma e o choro amargo nunca façam parte dela. Depressão? Desânimo? Esgotamento? Os defensores desse tipo de triunfalismo respondem: De jeito nenhum!

Alguns ligam esses sentimentos à ação demoníaca. Outros os vinculam a algum pecado específico ainda não confessado. 
E há quem os relacione diretamente à falta de fé. É verdade que angústia pode estar associada a espíritos malignos, a pecados escondidos ou à própria incredulidade. Porém, uma pessoa que ama a Deus, que teme a Deus, que está caminhando em obediência a Deus, também pode ser acometida por tragédias e ficar angustiada.

O salmista, por exemplo, tem sede de Deus. Ele tem um relacionamento pessoal com Deus. Ele tem confiança em Deus. Ele se alegra nas coisas de Deus e ora continuamente. 
A despeito de tudo isso, está cercado por catástrofes e a sua alma geme. Nosso amor por Deus e o amor de Deus por nós não são proteções contra sofrimentos. Mas nos garantem que Deus é a nossa rocha segura sobre a qual podemos firmar nossos pés.



terça-feira, 2 de setembro de 2014

A Graça da Palavra



(Transcrito)



LEIA Salmos 119.1-50

“O que me consola na minha angústia é isto: 
que a tua palavra me vivifica.” Sl 119.50

A angústia não é uma patologia e sim um sentimento existencial. Angústia não é um sentimento independente. É gerada por fatores externos e internos. Cada pessoa sente a angústia de um jeito e com uma intensidade ímpar. O senso comum define angústia como: “aperto no peito”. A angústia aperta o nosso peito, rouba a nossa paz e adoece a nossa alma. Os seus efeitos são devastadores.

Ela desagrega o equilíbrio de nosso espírito e dilacera a esperança da nossa alma. Enquanto a angústia provoca tudo isso, a Palavra de Deus cria efeitos contrários. A Palavra do Senhor gera vida em nossa alma, consolo em nosso coração e desata as amarras do nosso ser. A Palavra de Deus é o tônico para o nosso coração e o refrigério para a alma aflita.

Por isso, além de ler, é importante também examinar a Palavra. Aquele que lê, ouve e guarda a Palavra, recebe consolo para o dia da tribulação. A Palavra vivifica o morto, restaura o desfalecido, fortalece o fraco, rejuvenesce a esperança e traz alento ao espírito abatido. É pela Palavra que sabemos que nada pode separar-nos do amor de Deus.




segunda-feira, 14 de julho de 2014

O Perdão Cura




(Transcrito)


LEIA Colossenses 3.1-25 

“Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós.” Cl 3.13

O perdão é um santo remédio para a alma enferma. Porém, ele é mais do que um remédio, é um imperativo divino. A Palavra de Deus nos ordena a perdoar uns aos outros. Quem recebe o perdão divino tem todas as razões para perdoar. A causa motivadora para perdoar é a compreensão do perdão que recebemos de Deus. Ele perdoou todos os nossos pecados, logo, somos encorajados a perdoar também aquele que nos ofendeu.

O parâmetro para perdoar é o perdão de Deus. Eis a instrução do Espírito Santo por meio da Escritura: “Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Cl 3. 13). Max Lucado afirma: “Pessoas perdoadas perdoam. Os que recebem misericórdia são misericordiosos”. Perdão não é uma questão só de exame, decisão e cura, mas de mandamento. Não é uma questão de opção, mas de dever. Aqueles que recebem o perdão de Deus, mas que se negam a concedê-lo, por certo enfrentarão dias maus e difíceis.

Os verdugos da alma, certamente, os atormentarão dia e noite. A causa é múltipla, os danos são muitos e as feridas inumeráveis. Porém, o remédio é único. O perdão é o remédio para a cura da alma enferma. Não protele a cura da sua alma nem mantenha o outro refém de seu perdão. Isso será bom para o outro, mas, com certeza, será melhor para você.



quinta-feira, 29 de maio de 2014

Família, Lugar de Paz de Espírito



(Transcrito)


LEIA Pv 14.1-35



“O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.” Pv 14.30

A família é a universidade onde aprendemos o segredo do contentamento e somos imunizados da epidemia da inveja. Uma pessoa invejosa é aquela que se perturba com o sucesso dos outros. Não se alegra com o que tem, mas se entristece pelo que o outro tem. O invejoso nunca é grato, pois está sempre querendo o que é do outro. Nunca tem paz, porque sua mesquinhez é como um câncer que apodrece os ossos.

A Organização Mundial de Saúde afirma que mais de cinquenta por cento das pessoas que passam pelos hospitais são vítimas de doenças com fundo emocional. Quando a alma está inquieta, o corpo padece. Quando a mente não descansa, o corpo se agita. A paz de espírito é um bem precioso. Essa paz não está em coisas nem se compra na farmácia. A paz de espírito dá saúde ao corpo e é a vida do corpo.

Mas, como alcançar essa paz? Pela meditação transcendental? Fugindo perigosamente pelo caminho das drogas? Entrando pelos labirintos do misticismo? Não, mil vezes não! A paz de espírito é resultado da graça de Deus em nossa vida. Somente os que foram reconciliados com Deus, por meio de Jesus Cristo, têm paz com Deus e desfrutam da paz de Deus. Mais do que casas confortáveis, carros de luxo, roupas de grife e abundância de bens, as famílias precisam de paz de espírito!




terça-feira, 15 de abril de 2014

Uma Conversa no Espelho





(Transcrito)


LEIA Sl 116.1-19


“Volta, minha alma, ao teu sossego, pois o Senhor tem sido generoso para contigo” 
Sl 116.7

A pessoa mais difícil de lidar na vida é aquela que vemos diante do espelho. O discurso mais árduo de pronunciar é aquele que dirigimos à nossa própria alma. A exortação mais urgente deve ser dirigida à nossa própria alma. A introspecção é uma viagem difícil de fazer. Olhar para dentro é mais difícil do que olhar para fora. É mais fácil falar para uma multidão do que conversar com a sua própria alma. É mais fácil exortar os outros do que exortar a nós mesmos. É mais fácil consolar os aflitos, do que encorajar-nos a nós mesmos.

Não é fácil conversar com aquele que vemos diante do espelho. O salmista um dia estava muito triste e percebeu que precisava endereçar sua voz não para fora, mas para dentro. Então disse: “Por que estás abatida ó minha alma, espera em Deus, pois ainda O louvarei”.

A tristeza não vai durar para sempre. Devemos levantar nossos olhos e saber que Deus está no controle da situação, ainda que agora isso não seja percebido. O louvor e não o gemido; a alegria e não o choro é que nos espera pela frente. Podemos, então, dizer como o salmista: “Volta minha alma ao teu sossego, pois o Senhor tem sido generoso para contigo”. Não alarme os outros com suas angústias, console a você mesmo com as mesmas consolações que vêm de Deus.



sexta-feira, 11 de abril de 2014

O Médico dos Médicos



(Transcrito)


LEIA Mt 4.1-25



“Percorria Jesus toda a Galileia, ensinando [...], pregando [...] e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo” Mt 4.23

Não há problema sem solução nem doença sem cura para Jesus, o Médico dos médicos. Ele curou toda sorte de doenças e enfermidades. Andou por toda parte fazendo o bem, oferecendo alívio aos cansados, paz aos aflitos, libertação aos cativos e cura aos enfermos. Ele purificou os leprosos, deu vista aos cegos, audição aos surdos, fala aos mudos. Ele levantou os coxos e ressuscitou os mortos.

Curou as doenças do corpo e terapeutizou as emoções amassadas pelas tragédias da vida. Ele sarou as feridas do corpo e lancetou os abscessos da alma. Enxugou as lágrimas dos tristes, aprumou os abatidos e trouxe esperança aos que jaziam na vala do desespero. Como Médico Supremo, Jesus pode curar as doenças que assolam seu corpo e perdoar os pecados que atormentam a sua alma.

Ele pode estancar suas lágrimas, fechar suas feridas e restaurar sua sorte. Para Ele não tem causa perdida nem coisa demasiadamente difícil. Ele pode tudo quanto quer. Para Ele não tem doença incurável nem problema sem solução. Ele é o Deus dos impossíveis, o Senhor das causas perdidas, o fundamento da nossa esperança. A última palavra não está nas mãos dos entendidos deste século, nem mesmo nas mãos da Ciência. A última palavra está nas mãos de Jesus. Ele pode tudo quanto quer. Ele é o Médico dos médicos.



quarta-feira, 2 de abril de 2014

A Graça da Palavra




(Transcrito)


“O que me consola na minha angústia é isto: que a tua palavra me vivifica.” 
Sl 119.50

A angústia não é uma patologia e sim um sentimento existencial. Angústia não é um sentimento independente. É gerada por fatores externos e internos. Cada pessoa sente a angústia de um jeito e com uma intensidade ímpar. O senso comum define angústia como: “aperto no peito”. 

A angústia aperta o nosso peito, rouba a nossa paz e adoece a nossa alma. Os seus efeitos são devastadores. Ela desagrega o equilíbrio de nosso espírito e dilacera a esperança da nossa alma. Enquanto a angústia provoca tudo isso, a Palavra de Deus cria efeitos contrários. 

A Palavra do Senhor gera vida em nossa alma, consolo em nosso coração e desata as amarras do nosso ser. A Palavra de Deus é o tônico para o nosso coração e o refrigério para a alma aflita. Por isso, além de ler, é importante também examinar a Palavra. Aquele que lê, ouve e guarda a Palavra, recebe consolo para o dia da tribulação. A Palavra vivifica o morto, restaura o desfalecido, fortalece o fraco, rejuvenesce a esperança e traz alento ao espírito abatido. É pela Palavra que sabemos que nada pode separar-nos do amor de Deus.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Oração, Terapia Divina



(Transcrito)


“Invoca-Me no dia da angústia; Eu te livrarei, e tu Me glorificarás” Sl 50.15


A vida não é uma viagem lúdica nem um passeio turístico, mas uma luta renhida. Aqui atravessamos desertos esbraseantes, entramos em vales escuros e pisamos estradas crivadas de espinhos. Aqui nossa alma geme de dor e nosso peito é fustigado por angústias do inferno. O que fazer nesse tempo de dor, quando a angústia enfia em nós seus tentáculos? Três verdades são apresentadas no texto acima.

Primeira, uma ordem expressa: “Invoca-Me no dia da angústia...”. Devemos invocar a Deus. A oração não é apenas um privilégio, mas também uma ordenança, um recurso divino para nos libertar da angústia. Oração é terapia divina para debelar esse mal que nos atormenta. 

Segunda, uma promessa clara: “... Eu te livrarei....”. O mesmo Deus que nos ordena a invocá-Lo, também nos promete livramento. O nosso socorro vem do alto, vem do céu, vem de Deus. Nossos problemas se tornam pequenos quando colocados na presença do grande Deus.

Terceira, um resultado bendito: “... e tu Me glorificarás”. Quando invocamos a Deus, Ele nos tira do miolo da tempestade, firma nossos pés sobre uma rocha e coloca um novo cântico em nossos lábios. Orar, portanto, é falar com Deus e falar com Deus faz bem à alma, alivia o coração e nos abre as portas do livramento. É tempo de orar!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Quando a Alma Se Aquieta



(Transcrito)


“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra...” Sl 46.10,11


A inquietude e o desassossego são marcas da nossa geração. As pessoas vivem atormentadas por muitos temores e perturbadas por muitas tragédias. É bem verdade que há momentos de calamidade, quando a terra se transtorna, as águas tumultuam, os montes se estremecem, as nações bramam e os reinos se abalam. 

As guerras encarniçadas com suas armas de morte e seus carros invasores enchem a terra de pavor. Nessas horas, nossa alma se enche de medo e nosso coração de ansiedade. O que fazer? A única saída é voltarmo-nos para o Senhor e aquietar nossa alma, sabendo que Ele é Deus. Ele põe um ponto final na guerra. Quebra o arco, despedaça a lança e queima os carros no fogo. Ele é o Senhor dos Exércitos, o Deus da Aliança. Está conosco e por isso não precisamos temer. Ele é o nosso refúgio e fortaleza. 

A quietude da alma na tempestade é um ato de fé. E fé não é fruto da meditação transcendental. Fé não é sugestionamento psicológico, truque religioso nem mecanismo místico. Fé não é confissão positiva nem assentimento intelectual. Fé é confiança inabalável em Deus, o Todo-poderoso criador e sustentador da vida. Fé é reconhecer que, embora sejamos fracos, podemos nos agasalhar debaixo das asas de Deus e saber que a tempestade com seus horrores vai passar.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Deus, o Terapeuta da Alma



(Transcrito)


“Na Tua presença, Senhor, estão os meus desejos todos, e a minha ansiedade não Te é oculta.” Sl 38.9


Desejos não cumpridos geram ansiedade e a ansiedade é uma estranguladora da alma. A ansiedade tira o oxigênio, sufoca. Há pessoas com o coração entupido de preocupações. O nosso coração é uma fonte de onde jorram muitos desejos. Borbulham desse poço uma torrente de anelos profundos. Davi, inundado pelas torrentes de seus muitos desejos, corre para o divã de Deus e despeja seu coração. Abre as comportas de sua alma.

Destranca todos os arquivos secretos do seu coração e põe para fora todos os seus desejos. A ansiedade, com seus terrores e tormentos, alojada nos lugares mais sombrios da alma, é trazida à luz e exposta diante de Deus. Davi faz de Deus seu psicólogo. Corre para a presença do Altíssimo como seu terapeuta. Não guarda em arquivos secretos seus desejos nem empurra para debaixo do tapete os sentimentos que emanam do seu interior.

Põe tudo sobre a mesa. Confessa cada pecado. Expõe cada ferida. Não deixa nada escondido. Não encobre nenhuma transgressão. Traz tudo para a luz da verdade e busca em Deus a cura, a libertação e o perdão. Embora Davi estivesse enfrentando inimigos por fora e temores por dentro, encontrou em Deus, seu confidente, a assepsia para a sua alma, a faxina para sua mente e a cura para suas memórias.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Pecado Confessado Está Perdoado



(Transcrito)


“…confessarei… as minhas transgressões; e Tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.” Sl 32.5


O sucesso pode ser sua maior ameaça. Enquanto Davi fugia de seu sogro, escondendo-se por cavernas e desertos, lutava por sua família. Porém, depois que se tornou rei, afrouxou a vigilância espiritual e acabou adulterando com Bate-Seba, a mulher de Urias, homem de confiança de seu exército. Mandou matar Urias e casou-se com Bate-Seba. Isso, porém, foi mau aos olhos do Senhor.

Enquanto escondeu esse pecado, Davi definhou. Não havia mais paz em seu coração. As lágrimas eram seu alimento. Os gemidos pungentes brotavam de sua alma aflita. Seus ossos ardiam. Seu coração disparava numa agitação sem fim. A mão de Deus pesava sobre ele, de dia e de noite. O pecado é assim: um carrasco cruel, uma prisão insalubre, uma tortura insuportável. Até que Davi foi confrontado e reconheceu seu pecado. Caiu em si, confessou o seu pecado e espremeu todo o pus da ferida.

O resultado foi o pleno perdão de Deus, o alívio da culpa e a absolvição da condenação. Não viva como prisioneiro do pecado. Confesse-o, deixe-o e receba o bendito perdão de Deus. Pecado escondido é tormento constante; pecado confessado é alívio garantido. A Palavra de Deus diz: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28.13).

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Deus Responde as Orações




(Transcrito)


“De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando.” Salmo 5.3


A oração é o oxigênio da alma, o tônico da fé, o combustível da esperança. Orar é falar com Deus. E falar com Deus faz bem à alma, remove do coração o nevoeiro da ansiedade e nos dá poder para caminhar. A oração não é meditação transcendental nem um monólogo, mas um diálogo com Deus, quando endereçamos a Ele nossas súplicas e esperamos dEle Sua resposta.

Davi, se apresenta diante de Deus logo pela manhã. Antes do alvoroço do dia ele buscava o abrigo das asas do Altíssimo e falava com Deus. Na oração nós encontramos paz, pois a oração faz bem à alma, uma vez que oração é falar com Deus e falar com Deus nos satisfaz. Orar é abrir a alma ao criador. É sentir os céus abertos. É entrar na sala do trono. É ter livre acesso por meio de Jesus àquEle que está assentado na sala de comando do universo.

Orar é conectar o altar com o trono. É unir a fraqueza humana à onipotência divina. É colocar os impossíveis humanos diante de toda a possibilidade de Deus. A oração é fonte de poder. O poder não vem de dentro, vem de cima; não vem do homem, vem de Deus. O poder não emana da terra, mas do céu. Tudo quanto Deus pode, podemos pela oração, pois Deus é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o Seu poder que opera em nós.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

A Matemática da Graça


(Transcrito)


“... mas onde abundou o pecado, superabundou a graça.” Rm 5.20


A força da natureza caída submerge o homem no pântano do pecado. Para o seu desespero, a Lei tem o papel de tornar a situação mais palpável para o homem perceber sua culpa. A Lei deixa nossa consciência mais clara sobre o nosso estado; não aumenta o volume do pecado. O torna mais evidente. A Lei apenas ilumina a escuridão da nossa alma.

A função da Lei, porém, não resolve o problema do devedor, mas demonstra a sua culpabilidade. Nossa situação é insolúvel; nossa dívida impagável. Para que a nossa condição fosse mudada foi necessário que Jesus viesse ao mundo e morresse pelos nossos pecados. Ele fez a maior transação para que a nossa dívida fosse quitada. Ele creditou a Sua justiça em nossa conta. A infração do pecado só pode ser interrompida pela graça.

Recebemos a quitação da dívida. A graça superabundou. Venceu o pecado. A graça derrotou o pecado por nós. Aquilo que não podíamos fazer, a graça fez. A matemática da graça é superior à matemática do pecado. Uma contabiliza o saldo devedor, a outra contabiliza a quitação da dívida.