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terça-feira, 12 de maio de 2020

O Livramento de Deus

Por Angela Vauthier
"Daniel deu provas de ser mais competente do que os outros presidentes e governadores, pois tinha grandes capacidades. O monarca começou assim a fazer planos para lhe alargar a sua área de ação, pondo-o como seu colaborador na administração de todo o império. Isto fez com que os outros presidentes e os governadores ficassem muito despeitados e começassem à procura da mais pequena falta na forma como Daniel conduzia os negócios do reino, a fim de apresentarem logo queixa ao rei contra ele. Mas o certo é que não conseguiam encontrar nele motivo nenhum para ser criticado! Daniel era uma pessoa fiel, honesta e não cometia erros. Por isso concluíram assim: 'A nossa única hipótese está na sua própria religião'! O rei voltou para o palácio e foi deitar-se sem nada ter comido. Recusou o habitual serão de música não conseguiu dormir a noite toda. Logo de manhã cedo foi a correr à cova dos leões, e chamou em tom  angustiado: 'Daniel, servo do Deus vivo, dar-se-á o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, te tenha podido salvar dos leões?' Então ouviu-se a voz de Daniel dizendo: 'Ó rei, vive para sempre! O meu Deus enviou o seu anjo que fechou a boca dos leões; e estes não puderam tocar-me. Porque eu estou inocente perante Deus e nunca cometi delito algum contra ti, ó rei'. " 
(Daniel 6:,3,4 18-22) ✝️










Não percebemos, mas existem pessoas que não ficam felizes com o nosso progresso. O prazer delas é nos prejudicar, nos ver em alguma situação vexatória, enfim, por serem pessoas amargas e frustradas se realizam maquinando o mal contra os outros. 

Com o profeta Daniel não foi diferente. Ele foi nomeado presidente para ajudar o rei Dario a governar a Babilônia e se destacou entre os outros presidentes. O ódio deles se ascendeu de tal forma que chegaram ao ponto de planejarem a sua morte. Mas Daniel era íntegro e competente e eles não tinham de que acusá-lo ao rei. Observaram a vida dele em todos os aspectos e perceberam que ele fazia orações ao Deus de Israel 03 vezes ao dia. Esse foi o único "erro" encontrado na vida de Daniel. 

Puseram o rei numa situação difícil, sem que ele percebesse, pois com o decreto de que se alguém fizesse orações a outro deus que não fosse ao rei seria lançado na cova dos leões como castigo. O que aqueles invejosos e perversos não sabiam é que o Deus de Daniel é o Todo-poderoso e tem o controle de todas as coisas. 

Naquela noite, os leões fizeram apenas companhia para Daniel, não ousaram tocar nele e nem o acharam um cardápio apetitoso. Fizeram dieta por uma noite inteira. Deus permitiu Daniel ser lançado na cova, mas não que ele fosse devorado pelos leões. E os que tramaram contra a vida de Daniel foram lançados em seu lugar junto com seus familiares e foram devorados pelos leões. 

Podem  tramar o mal contra nós, mas o livramento vem do Senhor. Que sejamos como Daniel, não importa onde estejamos, a nossa aliança com Deus deve permanecer intacta. Que O busquemos não por necessidade, mas por por amor e comunhão, pois sem Ele nada somos. Pense nisso!

segunda-feira, 9 de junho de 2014

O Que Queremos?



Por


Anne Cetas


LEIA Sl 73.1-3, 21-28



"Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra". —Salmo 73:25



Minha amiga Maria me disse que nem sempre canta os hinos por completo durante o culto, e afirma: “Não parece honesto cantar ‘Tudo o que desejo é Jesus’ se o meu coração quer muitas outras coisas também.” Valorizo a honestidade dela.

No livro de Salmo 73:25, as palavras de Asafe soam como sendo de um homem profundamente comprometido com Deus e que nada deseja além de Deus: “…Não há outro em quem eu me compraza na terra.” Mas não foi assim que ele começou este salmo. Inicialmente, ele admitiu que queria a prosperidade que outros ao seu redor tinham: “Pois eu invejava os arrogantes…” (v.3). Mas ao aproximar-se de Deus, ele reconheceu que era tolice ter inveja (vv.21,22,28).

Mesmo quando conhecemos Deus, geralmente nos distraímos pela prosperidade de outros. C. S. Lewis escreveu: “Nosso Senhor poderia não considerar nossos desejos fortes demais, mas sim fracos demais […]. Nós nos agradamos muito facilmente” com coisas inferiores a Ele.

O que aprendemos sobre Deus neste salmo pode ajudar quando os nossos desejos tiram nossa atenção do melhor de Deus? Bem, vemos que mesmo sendo tentados a invejar o que outros têm, Ele nos guia continuamente e leva a nossa atenção novamente a Ele. O Senhor “…é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (v.26).

PENSE:

"Uma dose diária da Sabedoria de Deus, pode curar a doença cardíaca chamada inveja".




quinta-feira, 29 de maio de 2014

Família, Lugar de Paz de Espírito



(Transcrito)


LEIA Pv 14.1-35



“O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.” Pv 14.30

A família é a universidade onde aprendemos o segredo do contentamento e somos imunizados da epidemia da inveja. Uma pessoa invejosa é aquela que se perturba com o sucesso dos outros. Não se alegra com o que tem, mas se entristece pelo que o outro tem. O invejoso nunca é grato, pois está sempre querendo o que é do outro. Nunca tem paz, porque sua mesquinhez é como um câncer que apodrece os ossos.

A Organização Mundial de Saúde afirma que mais de cinquenta por cento das pessoas que passam pelos hospitais são vítimas de doenças com fundo emocional. Quando a alma está inquieta, o corpo padece. Quando a mente não descansa, o corpo se agita. A paz de espírito é um bem precioso. Essa paz não está em coisas nem se compra na farmácia. A paz de espírito dá saúde ao corpo e é a vida do corpo.

Mas, como alcançar essa paz? Pela meditação transcendental? Fugindo perigosamente pelo caminho das drogas? Entrando pelos labirintos do misticismo? Não, mil vezes não! A paz de espírito é resultado da graça de Deus em nossa vida. Somente os que foram reconciliados com Deus, por meio de Jesus Cristo, têm paz com Deus e desfrutam da paz de Deus. Mais do que casas confortáveis, carros de luxo, roupas de grife e abundância de bens, as famílias precisam de paz de espírito!




segunda-feira, 23 de abril de 2012

Maior Crime ou Maior Amor?


(Transcrito)


“Sendo este entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes...” At 2.23.



A morte de Cristo foi o maior crime da história. Mataram-no por motivo torpe, a inveja. As testemunhas que o acusaram eram falsas. Seu julgamento foi um gritante erro jurídico. O juiz que o sentenciou à morte estava convencido de sua inocência. Judas o entregou por ganância. Os sacerdotes o prenderam por inveja. Pilatos o sentenciou por covardia. Esse maior crime da história, entretanto, não foi um acidente, mas uma agenda. Jesus foi entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus.

Esse auspicioso fato, porém, não isentou seus executores de responsabilidade, pois o apóstolo Pedro afirmou: “... vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos”. Esta foi a faceta sombria acerca da morte de Jesus Cristo. Há outra e, gloriosa: A morte de Cristo foi a maior expressão de amor. Jesus não foi para a cruz porque Judas o traiu, nem porque os judeus o entregaram, nem mesmo porque Pilatos o sentenciou. Ele foi para a cruz porque o Pai o deu por amor. Ele foi para a cruz porque se entregou, voluntariamente, como sacrifício pelo nosso pecado.