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terça-feira, 16 de setembro de 2014

O Maior Amor



(Transcrito)


LEIA João 15.1-27


“Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” Jo 15.13

Jesus estava em Jerusalém com Seus discípulos. Era a festa da Páscoa. Aquela festa era a alegria dos judeus e o terror dos romanos. A cidade quintuplicava a sua população e o medo de tumultos era grande. Jesus já havia entrado triunfalmente na cidade, porém, ao vê-la Jesus chorou por saber que Jerusalém não havia aproveitado o tempo de Sua visitação. Agora, Jesus se reúne com Seus discípulos no cenáculo. Lava-lhes os pés. Judas, movido pela ganância e dominado pelo diabo, levanta-se da mesa para trair Jesus.

É nesse contexto, de profunda dor, que Jesus diz a Seus discípulos que daria Sua vida por eles. O amor de Jesus não é apenas de palavras, mas, sobretudo, de entrega. Ele não apenas verbalizou Seu amor por nós, mas esculpiu-o na cruz. Seu amor é incomparável. Ele nos amou e veio até nós. Ele nos amou e habitou entre nós. Ele nos amou e se tornou servo e servo de todos entre nós. Ele nos amou e a Si mesmo se entregou por nós.

Ele nos amou e deu Sua vida por nós. Sua morte por nós foi a avalista de Suas palavras. Jesus não morreu apenas porque Judas o traiu por ganância, ou porque os sacerdotes O sentenciaram por inveja, nem mesmo porque Pilatos O condenou por covardia. Jesus morreu por amor a você e a mim. Seu amor é incomparável. Você já se rendeu a esse amor?




segunda-feira, 23 de abril de 2012

Maior Crime ou Maior Amor?


(Transcrito)


“Sendo este entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes...” At 2.23.



A morte de Cristo foi o maior crime da história. Mataram-no por motivo torpe, a inveja. As testemunhas que o acusaram eram falsas. Seu julgamento foi um gritante erro jurídico. O juiz que o sentenciou à morte estava convencido de sua inocência. Judas o entregou por ganância. Os sacerdotes o prenderam por inveja. Pilatos o sentenciou por covardia. Esse maior crime da história, entretanto, não foi um acidente, mas uma agenda. Jesus foi entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus.

Esse auspicioso fato, porém, não isentou seus executores de responsabilidade, pois o apóstolo Pedro afirmou: “... vós o matastes, crucificando-o por mãos de iníquos”. Esta foi a faceta sombria acerca da morte de Jesus Cristo. Há outra e, gloriosa: A morte de Cristo foi a maior expressão de amor. Jesus não foi para a cruz porque Judas o traiu, nem porque os judeus o entregaram, nem mesmo porque Pilatos o sentenciou. Ele foi para a cruz porque o Pai o deu por amor. Ele foi para a cruz porque se entregou, voluntariamente, como sacrifício pelo nosso pecado.