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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Decisão

 Por Angela Vauthier

"Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus,

que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens.E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!".

(Filipenses 2:5-8)❤️✝️



Na vida precisamos tomar decisões e são elas, boas ou más,  que definem a nossa história.

Jesus podia decidir não morrer na cruz, não sofrer todos os escárnios que sofreu, não assumir uma culpa que não era Sua. Mas como Filho obediente, Ele decidiu seguir o plano traçado pelo Pai e cumpriu tudo o que Lhe fora designado.

Ele podia ter desistido, afinal, quem merecia o castigo éramos nós, mas Ele preferiu que a história tivesse um final magnífico e assim, saiu da sepultura num corpo glorioso e nos dando a esperança de uma vida eterna o Seu lado. 

A decisão está em nossas mãos: viver com Ele para sempre em paz, ou abrir mão dessa eternidade de glória para viver na tormenta. Pense bem!  

terça-feira, 16 de setembro de 2014

O Maior Amor



(Transcrito)


LEIA João 15.1-27


“Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” Jo 15.13

Jesus estava em Jerusalém com Seus discípulos. Era a festa da Páscoa. Aquela festa era a alegria dos judeus e o terror dos romanos. A cidade quintuplicava a sua população e o medo de tumultos era grande. Jesus já havia entrado triunfalmente na cidade, porém, ao vê-la Jesus chorou por saber que Jerusalém não havia aproveitado o tempo de Sua visitação. Agora, Jesus se reúne com Seus discípulos no cenáculo. Lava-lhes os pés. Judas, movido pela ganância e dominado pelo diabo, levanta-se da mesa para trair Jesus.

É nesse contexto, de profunda dor, que Jesus diz a Seus discípulos que daria Sua vida por eles. O amor de Jesus não é apenas de palavras, mas, sobretudo, de entrega. Ele não apenas verbalizou Seu amor por nós, mas esculpiu-o na cruz. Seu amor é incomparável. Ele nos amou e veio até nós. Ele nos amou e habitou entre nós. Ele nos amou e se tornou servo e servo de todos entre nós. Ele nos amou e a Si mesmo se entregou por nós.

Ele nos amou e deu Sua vida por nós. Sua morte por nós foi a avalista de Suas palavras. Jesus não morreu apenas porque Judas o traiu por ganância, ou porque os sacerdotes O sentenciaram por inveja, nem mesmo porque Pilatos O condenou por covardia. Jesus morreu por amor a você e a mim. Seu amor é incomparável. Você já se rendeu a esse amor?




terça-feira, 22 de julho de 2014

Passando Pela Prova Com Jesus




(Transcrito)


LEIA Lucas 22.1-71

“Então, Lhe apareceu um anjo do céu que O confortava.” Lc 22.43

Jesus suou sangue no Getsêmani. Sentiu o hálito pesado do diabo soltando baforadas em seu rosto divino. Dobrado sobre seus joelhos sentia uma angústia de morte. Em lágrimas, clamou ao Pai para passar dele aquele amargo cálice. Por três vezes, Jesus apresentou ao Pai sua súplica e por três vezes, submeteu-se à sua vontade. Jesus, porém, triunfou no vale da prova e saiu do Getsêmani fortalecido para enfrentar seus inimigos e caminhar para a cruz como um rei caminha para a coroação.

Todos nós enfrentamos provações. Com Jesus, porém, passamos pelas provações vitoriosamente. As provações não vêm para nos reprovar, mas para manifestar a glória de Deus em nós. Deus nos prova para nos aprovar. 

Jesus, chamado varão de dores, nasceu num berço pobre, cresceu numa família humilde e viveu de forma comum. Não tinha sequer onde reclinar a cabeça. Seu ministério terreno, porém, foi marcado por grande poder, prodígios e milagres. Curou os enfermos, levantou os paralíticos, purificou os leprosos, alimentou os famintos, libertou os cativos e ressuscitou os mortos. Ele passou pelas mais duras provas para nos garantir a salvação e a vida eterna. Por isso Ele é o nosso maior exemplo de vencedor e triunfante no meio das mais terríveis provas.




segunda-feira, 3 de março de 2014

Aliviando a Bagagem



(Transcrito)


“Bendito seja o Senhor que, dia a dia, leva o nosso fardo! Deus é a nossa salvação.” Sl 68.19


O escritor John Bunyan, no século 17, ficou preso mais de dez anos, pelo simples fato de pregar a Palavra de Deus em praça pública. Nas agruras da prisão, escreveu o livro mais lido no mundo depois da Bíblia, “O Peregrino”. 

Nesse livro ele conta a jornada do peregrino rumo à Cidade Santa e os vários perigos que enfrenta nessa épica caminhada. O cristão arquejante e cansado marcha com um imenso fardo às costas até que vê a cruz e, quando se aproxima dela, o fardo é removido das suas costas e dali para frente caminha livre do peso.

A jornada rumo à glória é feita pelo caminho estreito da renúncia. Fardos e mais fardos são atados aos nossos ombros. Muitos temores se acumulam em nosso coração. Muitas pressões nos esmagam. Somos achatados debaixo dessa carga pesada. O escritor sagrado compreende essa verdade gloriosa e engrandece a Deus, pois o Senhor carrega o nosso fardo não apenas nas horas em que a crise nos assola, mas também no dia a dia.

Ele segura firme a nossa mão, nos guia com Seu conselho eterno até nos receber na glória. Quando ficamos cansados, sem alento para prosseguir, Ele estende sobre nós Seus braços eternos e nos carrega no colo. Ele é o Deus da nossa salvação: salva-nos do peso, da culpa, do medo, dos inimigos, do pecado, do mundo, do diabo, da morte!

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Houve Trevas ao Meio-dia



(Transcrito)

“Já era quase a hora sexta, e, escurecendo-se o sol, houve trevas sobre toda a terra até à hora nona.” Lc 23.44

Quando Jesus nasceu, houve luz à meia-noite; quando Jesus morreu, houve trevas ao meio-dia. Até mesmo o sol escondeu o seu rosto diante das agruras do Calvário. O sofrimento do Filho de Deus não foi apenas físico, mas, sobretudo, espiritual. Mesmo sendo sua dor indescritível, em virtude dos açoites e torturas que precederam a fatídica jornada para o Gólgota bem como em razão da crucificação e das longas horas exposto a câimbras e dores excruciantes, o maior sofrimento de Jesus foi ser abandonado pelo Pai.

Naquele momento, não havia beleza em Jesus. Ele foi feito maldição por nós. Nossas transgressões estavam sobre Ele. A feiura do nosso pecado O cobriu de vergonha e dor. A hediondez das nossas iniquidades foi lançada sobre Ele. Porque foi feito pecado por nós, a lei exigiu Sua morte sumária, pois o salário do pecado é a morte.

Foi na negridão daquele dia que o véu do templo se rasgou e Jesus abriu para nós um novo e vivo caminho para Deus. Por meio de Sua morte fomos reconciliados com Deus. Na cruz, Ele nos abriu a porta do céu!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A Prova do Amor de Deus


(Transcrito)


“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” Rm 5.8.



O amor de Deus por você é eterno, imutável e incondicional. Deus não escreveu em letras de fogo, nas nuvens, Seu amor por você, mas esculpiu esse amor na cruz de seu Filho. Deus amou você a ponto de dar Seu Filho Unigênito para morrer em seu lugar. Deus prova o Seu próprio amor por você pelo fato de ter Cristo morrido em seu lugar, sendo você ímpio, fraco, pecador e inimigo. O amor não consiste no fato de você amar a Deus, mas de Deus ter amado você e enviado Seu Filho como propiciação pelos seus pecados.

Deus não poupou Seu próprio Filho, antes por você O entregou. Entregou-O para esvaziar-Se. Entregou-O para ser humilhado. Entregou-O para ser cuspido pelos homens e pregado na rude cruz. Não foi a cruz que gerou o amor de Deus, mas foi o amor de Deus que providenciou a cruz. Jesus morreu na cruz não para despertar o amor de Deus por você. Jesus morreu na cruz para revelar o amor de Deus por você. A cruz não é a causa do amor de Deus por você. É o resultado desse amor. A cruz é a prova mais vívida de que Deus se importa com você e está determinado a salvar sua vida.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Não Há Maior Amor


Por


Dennis Fisher

LEIA - João 15:1-13

"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos". —João 15:13



Guilherme e sua esposa estavam viajando pelas Montanhas Rochosas quando quase se chocaram contra um caminhão, seu carro saiu da estrada e mergulhou no Rio Colorado. Após saírem do veículo que afundava, eles nadaram freneticamente na veloz correnteza. Um motorista de caminhão, que vira o acidente, correu ao longo da margem do rio e lhes atirou uma corda. Guilherme nadou atrás de sua esposa e empurrou-a até onde ela pudesse agarrar a corda — e o homem a puxou para fora. Guilherme, no entanto, foi levado pela correnteza e não sobreviveu. Ele dera sua vida pala mulher que amava.

Dar sua vida para que outra pessoa possa viver é a suprema prova de amor. Durante a noite em que Jesus foi traído, Ele contou aos Seus discípulos sobre Sua intenção de dar Sua vida pela humanidade. Ele lhes disse: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (João 15:13). Em seguida, Ele estabeleceu o supremo exemplo de auto sacrifício indo para a cruz.

Você já parou para pensar que Jesus fez isso por você — que Ele morreu em seu lugar? Ao fazer isso, Jesus não apenas provou Seu amor por você, mas também tornou possível que você fosse perdoado dos seus pecados e garantiu-lhe uma eterna morada no céu.



domingo, 11 de março de 2012

Antropocentrismo


(Transcrito)

“ Dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me.” Lc 9.23



Assistimos e, muitas vezes, praticamos uma espiritualidade centrada no conceito do individualista. Desde a queda de Adão, nada mudou e o homem fora de Cristo se acha independente, livre de Deus. Uma face do nosso tempo afirma o antropocentrismo, na qual o homem traz dentro de si todas as potencialidades para resolver todos os seus problemas.

Ele não precisa mais de Deus. Em nossos dias, inclusive em alguns setores evangélicos, Deus apenas “cumpre ordens”, uma espécie de agenda humana. Trata-se, na verdade, de uma espiritualidade do tipo: o homem é quem decide, determina, e, “pobre” de Deus, apenas obedece. Temos uma espiritualidade pragmática, utilitarista, na verdade, consumista.

No entanto, não há espiritualidade sem a cruz de Jesus Cristo. Ou seja, sem a negação de nós mesmos para seguir a Cristo. Na cruz entregamos o nosso eu e assumimos o senhorio de Jesus Cristo. Declaramos nossa absoluta e contínua dependência de Deus, na mediação de Jesus Cristo, nosso salvador, e pela força do Espírito Santo.