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terça-feira, 19 de maio de 2015

Alvo Mais Que a Neve




(Transcrito)


LEIA Isaías 1.1-31


“...ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve...” Is 1.18

Visito todos os anos o Canadá, no período do inverno, para pregar a Palavra de Deus. Nesse tempo, boa parte do país está coberto de neve. O cenário parece mais um lençol branco estendido sobre montanhas e vales. O branco da neve é tão intenso que, quando os raios do sol beijam a superfície, ofuscam nossos olhos. O profeta Isaías diz que, assim como a neve é branca e a lã é alva, da mesma forma, Deus faz com os nossos pecados. Mesmo que sejam rubros como a escarlata, Deus os torna como a neve.

Não podemos nos livrar das nossa iniquidades. Não podemos purificar nosso próprio coração da mancha do pecado. Não podemos apagar a sujeira do nosso pecado, assim como um etíope não pode mudar sua pele nem um leopardo suas manchas. Nenhum rito religioso pode cancelar nossos pecados. Nenhum sacrifício pessoal pode aliviar nossa consciência.

Nenhuma Igreja pode declarar você perdoado. Só Deus perdoa pecados. Somente o sangue de Jesus, o Filho de Deus, nos lava de todo o pecado e nos purifica de toda a injustiça. Deus perdoa os nossos pecados e deles não mais se lembra. Deus desfaz nossos pecados como a névoa. Deus lança nossos pecados para trás de Suas costas. Deus joga nossos pecados nas profundezas do mar e depois coloca a placa: É proibido pescar aqui!


domingo, 10 de maio de 2015

Você Já Nasceu de Novo?


(Transcrito)


LEIA  João 3.1-36


“A isto, respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus” Jo 3.3


O novo nascimento é uma operação da graça de Deus, por intermédio do Espírito Santo, mudando as disposições íntimas da nossa alma, dando-nos um novo coração, uma nova mente e uma nova vida. Nascer de novo é nascer de cima, do alto, do Espírito Santo. Não é reforma de costumes nem caiação moral. É transformação radical. Jesus falou de novo nascimento para Nicodemos, um judeu reconhecido pelo seu povo, um homem rico, culto, religioso e mestre.

Jesus disse a Nicodemos: “Se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”. Disse mais: “Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus”. Novo nascimento não é ser religioso, frequentar uma Igreja e fazer orações. Nicodemos fazia tudo isso e não tinha nascido de novo. Você já nasceu de novo? Sem novo nascimento sua esperança é vã e sua religião é vã.

Novo nascimento não é mudar de religião, ser batizado ou ser membro de uma Igreja. Novo nascimento é uma operação sobrenatural, livre e soberana do Espírito Santo em sua vida. Novo nascimento ocorre quando você reconhece seu pecado e coloca sua confiança em Cristo Jesus, como seu redentor. Jesus foi levantado na cruz para que todo o que olhar para ele receba o perdão de seus pecados e a vida eterna. Você já nasceu de novo?

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Retrato de Humildade






Por



Bill Crowder



LEIA  João 13:1-11


…Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. —Tiago 4:6



Durante a Páscoa, minha esposa e eu fomos a um culto em que os participantes tentaram reproduzir os acontecimentos que Jesus e Seus discípulos experimentaram na noite que antecedeu a crucificação. Como parte do culto, os membros da equipe da Igreja lavaram os pés de alguns voluntários. Enquanto assistia a cena, imaginava se os mais humildes eram os que lavavam os pés, ou os que permitiam ter os pés lavados por outra pessoa. Tanto os que serviam, como os que eram servidos, retrataram figuras diferentes de humildade.

Quando Jesus e Seus discípulos estavam reunidos para a Última Ceia (João 13:1-20), Jesus, em humilde servidão, lavou os pés de Seus discípulos. Mas Simão Pedro resistiu, dizendo: “…Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo” (13:8). Lavar os seus pés não era um mero ritual. Poderia também ser interpretado como um retrato de nossa necessidade da limpeza de Cristo — uma limpeza que nunca será completa, a menos que estejamos dispostos a ser humildes perante o Salvador.

Tiago escreveu “…Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (4:6). Recebemos a graça de Deus quando reconhecemos a grandeza do Senhor, que se humilhou na cruz (Filipenses 2:5-11).


PENSE: 


" A posição mais poderosa da terra é ajoelhar-se diante do Senhor do Universo".

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A Segunda Vinda e Missões



(Transcrito)


LEIA Mateus 24.1-51


“E será pregado este Evangelho do Reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” Mt 24.14

Jesus veio ao mundo, fez-se carne, andou entre nós, morreu por nós, ressuscitou, voltou ao céu e voltará com grande poder e glória. Antes de ir ao céu, porém, enviou Seus discípulos a pregar o Evangelho a toda criatura, a fazer discípulos de todas as nações e a testemunhar no poder do Espírito, até aos confins da terra. Agora, em Seu sermão profético, Jesus conecta a obra missionária realizada pela Igreja com Sua segunda vinda.

Antes de Jesus voltar para a Igreja, a Igreja deve voltar-se para o mundo a fim de proclamar o Evangelho da graça. A agenda do céu está estreitamente ligada à agenda da terra. A agenda de Deus está intimamente relacionada à agenda da Igreja. Primeiro a Igreja cumpre sua missão no mundo; depois Jesus volta para buscar a Igreja do mundo. Antes de a Igreja desejar ardentemente a volta de Cristo, ela deve apressar a vinda de Cristo anunciando ao mundo o Evangelho.

Deus escolheu um povo na eternidade e deu esse povo a Seu Filho. Jesus morreu por esse povo e o comprou entre as nações da terra. Agora, Jesus comissiona Sua Igreja a ir a todos os povos anunciando o Evangelho e deixou claro que somente voltará quando este Evangelho do Reino for pregado por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Você tem obedecido a essa ordem expressa de Jesus?




sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A Igreja é a Luz do Mundo



(Transcrito)


LEIA Mateus 5.1-48

“Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte” Mt 5.14

A Igreja foi chamada das trevas para a luz para ser luz neste mundo tenebroso. Porque Cristo é a luz que ilumina todo homem, e porque a Igreja segue a Cristo, ela é a luz do mundo. A luz foi feita para brilhar e, onde brilha, as trevas são dissipadas. A Igreja não pode ficar escondida, assim como uma cidade sobre um monte não pode ficar oculta. Assim como não podemos acender uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire (recipiente que servia para medir grãos ou líquidos), também não podemos esconder nossa luz dentro de estruturas humanas.

A Igreja não pode isolar-se do mundo; precisa estar presente nele para ser a luz da vida. Não pode esconder-se em mosteiros nem alienar-se. A Igreja é a luz do mundo e isso significa que a Igreja precisa dar direção aos que andam errantes. A luz é símbolo de pureza e isso significa que a Igreja é uma contracultura numa cultura decadente. A luz é símbolo do conhecimento e isso significa que a Igreja proclama a verdade num mundo cheio de enganos.

A luz é símbolo de alegria e isso significa que a Igreja esparge plenitude de alegria num mundo atormentado pela tristeza. Não fazemos missões nos afastando geograficamente do mundo nem imitando a ele. Somos relevantes no mundo quando estamos no mundo, sem sermos do mundo, para sermos a luz do mundo.

  

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O Ministério da Reconciliação



(Transcrito)


LEIA  II Coríntios 5.1-21


“Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação” II Co 5.18

A reconciliação do homem com Deus é iniciativa divina e não humana. O ofendido, e não o ofensor, deu o passo decisivo para a reconciliação. Deus nos reconciliou Consigo mesmo por meio de Cristo e não à parte dEle. Deus não lançou sobre nós nossas transgressões, mas as lançou sobre Seu Unigênito Filho. O Filho de Deus pagou a nossa dívida, e então, Deus colocou em nossa conta Sua infinita justiça.

Depois de nos reconciliar Consigo mesmo, Deus agora nos confia o ministério da reconciliação. Reconciliados com Deus fomos feitos ministros da reconciliação. Somos embaixadores em nome de Cristo rogando aos homens para se reconciliarem com Deus. Todo aquele que foi chamado é agora enviado. Todo aquele que foi reconciliado é agora um ministro da reconciliação. Todo aquele que foi alcançado pelo Evangelho é agora enviado a proclamar o Evangelho. Missões é a missão da Igreja.

Outrora éramos um campo missionário; agora somos um corpo missionário. Outrora fomos evangelizados; agora somos os evangelizadores. Outrora vivíamos nas trevas; agora proclamamos a luz. Outrora estávamos longe de Deus e sem esperança no mundo; agora fomos reconciliados com Deus e temos uma viva esperança. Deixamos de ser filhos da ira para sermos filhos amados, herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo.



terça-feira, 12 de agosto de 2014

A Igreja é o Sal da Terra



(Transcrito)


LEIA  Mateus 5.1-48

“...ora, se o sal vier a ser insípido... Para nada mais presta senão para, lançado fora, ser pisado pelos homens” Mt 5.13

Se a figura da luz retrata a influência externa da Igreja no mundo, a figura do sal enfatiza a influência interna. A Igreja é o sal da terra e não sal no saleiro. Para salgar, a Igreja precisa se infiltrar. A metáfora do sal nos traz três mensagens: o sal é um poderoso antisséptico e retarda a decomposição. A Igreja é um freio moral na sociedade. A presença da Igreja impede que o mundo avance mais rapidamente rumo à degradação. A presença da Igreja é terapêutica.

Em segundo lugar, o sal provoca sede. O testemunho da Igreja prepara o caminho da evangelização. Quando o mundo vê Cristo na Igreja, portas são abertas para a proclamação do Evangelho. Uma Igreja que desonra a Deus e vive escandalosamente, torna-se pedra de tropeço. 

Em terceiro lugar, o sal dá sabor. Uma comida insípida é intragável. Uma comida salgada é insuportável. O sal precisa ter a proporção certa. Quando a Igreja vive de forma irrepreensível, seu testemunho prova que a vida com Cristo é uma experiência maravilhosa. O mundo olha para a igreja e diz: “Veja como eles se amam!”. O amor dos crentes uns pelos outros torna-se o argumento irresistível, a apologética (disciplina teológica que se propõe a demonstrar a verdade da própria doutrina, defendendo-a de teses contrárias) final.



segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Anjos Gostariam de Pregar


(Transcrito)

LEIA I Pedro 1.1-25


“... vos foram anunciadas...pelo Espírito Santo enviado do céu... coisas estas que anjos anelam perscrutar” I Pe 1.12

Pregar o Evangelho é um glorioso privilégio. Quando o pastor inglês Charles H. Spurgeon ensinava seus alunos, no século dezenove, exortava-os, dizendo: “Filhos, se um dia a rainha da Inglaterra vos convidar para serdes embaixadores, não vos rebaixeis de posto. Vós já sois embaixadores do Rei dos reis e do Senhor dos senhores”. Somos embaixadores de Deus. Trazemos uma mensagem da parte do próprio Deus, com a autoridade do próprio Deus, que nos enviou. Essa mensagem é a melhor notícia que o mundo já ouviu.

A mensagem é que Deus ama os pecadores de tal maneira que deu seu próprio Filho para morrer por eles. O Evangelho fala de Cristo, Seu nascimento, Sua vida, Sua morte, Sua ressurreição, Seu governo, Sua gloriosa vinda. O Evangelho fala da salvação pela graça mediante a fé, oferecida a todos os que creem. 

O Evangelho é uma notícia tão gloriosa que os próprios anjos gostariam de estar engajados nessa sublime missão. Deus, porém, a confiou a nós. Nenhuma instituição humana pode desempenhá-la. Nenhuma ordem angelical pode proclamá-la. Esse privilégio sublime e essa gigantesca responsabilidade foram dados à Igreja. Cumpre-nos desempenhá-los com senso de urgência, com fidelidade e no poder e unção do Espírito. Não perca tempo. Pregue a Palavra! Proclame o Evangelho!



quarta-feira, 2 de julho de 2014

Cristo de Fato Ressuscitou



(Transcrito)


LEIA Lucas 24.1-53


“Por que buscai entre os mortos ao que vive? Ele não está aqui, mas ressuscitou.” 
Lc 24.5,6

A morte de Cristo deixou diversas pessoas decepcionadas, tristes, frustradas e desesperançadas (Lc 24. 17, 21). Por isso, tiveram dificuldade de acreditar na ressurreição: “só acredito se eu vir o sinal dos cravos em suas mãos, colocar o meu dedo e minha mão no seu lado onde foi perfurado pela lança; caso contrário, não acreditarei de modo algum” (Jo 20. 25). Porém, amado, a ressurreição de Cristo deixou várias pessoas boquiabertas.

Ele ressuscitou. Sua ressurreição é o fundamento da nossa esperança. À mulher chorosa, Ele disse: “não chores!” Aos discípulos, que estavam trancados com medo, Ele os saúda dizendo: “Paz seja convosco!” (Jo 20. 19) Aos inseguros, Ele os consola dizendo: “Não temais!” Ele ressuscitou dentre os mortos. A Igreja confia no Cristo vivo. Os cristãos não creem num Cristo preso na cruz. Nós não cremos num Cristo trancado no túmulo.

Não cremos no Cristo da procissão, que precisa ser carregado pelos homens. Cremos sim, no Cristo que foi crucificado, que morreu e foi sepultado, mas que ao terceiro dia ressurgiu dentre os mortos. Cremos, portanto, no Cristo vivo, o qual foi assunto aos céus. Cremos no Cristo exaltado à destra de Deus Pai, o Todo-Poderoso. Cremos no Cristo que voltará para levar a Igreja para a glória celeste.



sexta-feira, 13 de junho de 2014

Quem Pratica O Que Sabe, É Feliz




(Transcrito)


LEIA Jo 13.1-38


“Ora, se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes.” Jo 13.17

A contradição é uma marca inequívoca do Século 21. Ela é vista em todos os segmentos da sociedade contemporânea. Diante disso, a Igreja não está imune a tal paradoxo. Hoje, vivemos um momento histórico de muita inconsistência entre aquilo que se fala e aquilo que se faz. Estamos no apogeu da crise da separação entre a ortodoxia e a ortopraxia. A ilha da incoerência tem separado a doutrina da prática, a fé da obra, a graça da ética.

Existe um divórcio sem paralelo, nunca visto na história da Igreja, entre o conhecimento e a prática. Atualmente, o mundo contemporâneo é o mundo dos paradoxos. As ações são contraditórias e as atitudes são ambíguas. O saber tem sido um tipo de poder muito distante do fazer. O saber sem prática depõe contra a nossa cosmovisão cristã. Não adie o casamento do conhecimento com a prática. Procure comprovar aquilo que você conhece por intermédio daquilo que faz.

Precisamos autenticar a nossa ortodoxia com a nossa ortopraxia. O saber bíblico só tem relevância quando é praticado. A verdadeira felicidade não tem como alicerce o acúmulo de conhecimento. Você tem colocado o seu conhecimento numa dimensão concreta da vida? Como posso ser feliz? De acordo com Cristo, felizes são aqueles que praticam aquilo que sabem.



sexta-feira, 30 de maio de 2014

Família Lugar de Plenitude do Espírito



(Transcrito)


LEIA Ef 5.1-33



“E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito” Ef 5.18

A plenitude do Espírito Santo é um mandamento divino. Não ser cheio do Espírito é um pecado de desobediência à uma ordem expressa de Deus. Ser vazio do Espírito é tão pecado como ser cheio de vinho. Os que se embriagam com o vinho vivem de forma dissoluta, mas os que são cheios do Espírito desfrutam de comunhão fraternal, adoração fervorosa, gratidão sincera e sujeição espontânea.

A ordem para ser cheio do Espírito está no contexto dos relacionamentos, seja no âmbito familiar ou no contexto do trabalho. Uma esposa não pode ser verdadeiramente submissa a seu marido a não ser que esteja cheia do Espírito. Um marido não pode amar a esposa como Cristo amou a Igreja sem a plenitude do Espírito. Da mesma forma, os filhos não conseguem obedecer e honrar os pais se não forem vasos cheios do Espírito, nem os pais podem criar os filhos na disciplina e admoestação do Senhor se não estiverem transbordando do Espírito.

Quando o Espírito Santo reina em nossa vida, então, nossos relacionamentos familiares são saudáveis. Quando transbordamos do Espírito, a família é o primeiro território onde essa bênção é usufruída e observada. Então, todos se deliciam com o fruto do Espírito: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio.



sexta-feira, 9 de maio de 2014

Família, Lugar de Reconciliação



(Transcrito)


LEIA Gn 33.1-20


“Então, Esaú correu-lhe ao encontro e o abraçou; arrojou-se-lhe ao pescoço e o beijou; e choraram.” Gn 33.4

A família é a instituição mais antiga do mundo. Preexiste à igreja e ao Estado. É a base de toda a estrutura social. Nela se desenrolam as relações mais profundas. Às vezes, os relacionamentos ficam estremecidos dentro do lar. Filhos se levantam contra pais e pais contra filhos. Irmãos declaram guerra a seus próprios irmãos, e assim, a família se torna um campo de guerra. 

A família de Isaque e Rebeca lança luz sobre o assunto. Esse casal teve Esaú e Jacó, dois filhos gêmeos. Representavam duas nações. Seus pais, por falta de habilidade, cavaram abismos no relacionamento deles, em vez de construir pontes de amizade entre eles. Isaque tinha predileção por Esaú e Rebeca por Jacó. Os filhos separaram os pais e os pais jogaram um filho contra o outro. A mentira e os arranjos tramados nos bastidores só agravaram a relação já estremecida dos irmãos.

Jacó roubou astuciosamente a bênção de primogenitura. Esaú, furioso, resolve matar seu irmão. Jacó foge de casa e nessa fuga passa mais de vinte anos fora. Só depois de constituir família e voltar à sua terra é que Jacó tem um encontro com seu irmão. Deus aplainou o caminho e eles se abraçaram, choraram e se perdoaram. A reconciliação deles trouxe paz para a família na terra e glória para Deus no céu.



quinta-feira, 8 de maio de 2014

Família, Lugar de Salvação




(Transcrito)


LEIA II Tm 3.1-17


“e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus”  II Tm 3.15

A família é o palco onde se desenrolam os grandes acontecimentos da vida. Evoco a história de Timóteo, registrada no livro de Atos e nas epístolas paulinas. Nasceu num lar piedoso. Sugou com o leite materno a piedade e recebeu desde a infância a instrução das Escrituras. A fé genuína habitou primeiro em sua avó Loide e também em sua mãe Eunice. Essa mesma fé foi transmitida a Timóteo. Esse conhecimento da verdade tornou-o sábio para a salvação.

Mais tarde, Timóteo conhece o apóstolo Paulo e torna-se seu filho na fé, discípulo e companheiro de viagens. Paulo disse que Timóteo transcendeu a todos os outros cooperadores, porque ninguém havia como ele, que cuidasse dos interesses de Cristo e da Igreja. Timóteo foi pastor da Igreja de Éfeso, num tempo crítico, onde os crentes da Ásia estavam numa debandada geral. Mesmo sendo jovem, tímido e doente, liderou o povo de Deus num tempo de perseguição política e invasão de falsos mestres.

A criação de Timóteo reafirma a verdade das Escrituras: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Pv 22.6). O legado espiritual que Timóteo recebeu na infância produziu abundante retorno na juventude e grande colheita para o reino de Deus ao longo da história.



segunda-feira, 17 de março de 2014

Títulos Profissionais



Por

C. P. Hia

LEIA Efésios 4:11-16


"…para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé…" —Efésios 4:12-13

Quando a rádio britânica BBC pediu exemplos de títulos profissionais que soam importantes, obscuros e até bizarros, uma ouvinte enviou o dela: Técnica em Cerâmica Subaquática. Ela era lavadora de pratos em um restaurante. Às vezes, os nomes são usados para fazer um cargo soar mais importante.

Ao elencar alguns dos dons de Deus para a Igreja, no livro de Efésios 4:11, o apóstolo Paulo não pretendia que eles fossem compreendidos como títulos imponentes. Todas as partes do corpo são necessárias para o corpo funcionar adequadamente. Nenhuma parte é melhor do que a outra.

O que tinha importância primária era o propósito desses dons. Eles visavam o “…aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos […] à medida da estatura da plenitude de Cristo” (vv.12-13).

Pouco importa o nosso título. O que importa é fortalecermos a fé um dos outros. Quando medimos nossa eficácia pelo padrão que nos é dado pela Bíblia, não importará quando formos transferidos para outro papel ou deixarmos de ter um título específico. Por amor a Deus, nós servimos para edificar outros cristãos e deixamos Deus conceder Sua aprovação no céu como Ele achar adequado (Mateus 25:21).

PENSE:

"Os dons que Deus nos deu não são para nós, mas para os outros".