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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Sintonizando




Por


Joe Stowell


LEIA João 10:1-10


"Depois de fazer sair todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque lhe reconhecem a voz". — João 10:4


Não sei se isso ocorre em todos os casamentos, mas, por alguma razão, tenho a tendência de dessintonizar tudo que está à minha volta e concentrar-me em meus próprios pensamentos. Isso é especialmente frustrante para minha esposa, Martie, quando ela conversa comigo sobre algo importante. Frequentemente, quando percebe o olhar distante nos meus olhos, ela diz: “Você ouviu alguma coisa do que eu disse?”

Ouvir é uma parte importante de qualquer relacionamento, especialmente em nosso relacionamento com Cristo. Ao pertencermos a Ele, temos o privilégio de ter comunhão com Cristo por meio da Sua Palavra e da obra do Espírito Santo em nossos corações. Sabemos que estamos prestando atenção ao verdadeiro Pastor quando Sua voz nos leva a justiça, amor, graça, e tudo isso é consistente com Seu caráter e Sua vontade. 

Como Jesus deixou claro ao identificar-se como o “Bom Pastor” no livro de João 10, aqueles que O escutam diligentemente se tornam Seus seguidores dedicados (v.4), que estão sendo transformados para serem semelhantes a Ele. Assim como ouvir atentamente seu cônjuge ou um amigo comunica valor e dignidade, prestar atenção à voz de Jesus é uma maneira de confirmar Sua importância em sua vida. Assim, deixemos de lado as distrações da vida, sintonizemos em Sua voz e oremos pela graça para fazer o que Ele diz.

PENSE:

"Ouvir Jesus é o primeiro passo para segui-Lo".



sexta-feira, 30 de maio de 2014

Família Lugar de Plenitude do Espírito



(Transcrito)


LEIA Ef 5.1-33



“E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito” Ef 5.18

A plenitude do Espírito Santo é um mandamento divino. Não ser cheio do Espírito é um pecado de desobediência à uma ordem expressa de Deus. Ser vazio do Espírito é tão pecado como ser cheio de vinho. Os que se embriagam com o vinho vivem de forma dissoluta, mas os que são cheios do Espírito desfrutam de comunhão fraternal, adoração fervorosa, gratidão sincera e sujeição espontânea.

A ordem para ser cheio do Espírito está no contexto dos relacionamentos, seja no âmbito familiar ou no contexto do trabalho. Uma esposa não pode ser verdadeiramente submissa a seu marido a não ser que esteja cheia do Espírito. Um marido não pode amar a esposa como Cristo amou a Igreja sem a plenitude do Espírito. Da mesma forma, os filhos não conseguem obedecer e honrar os pais se não forem vasos cheios do Espírito, nem os pais podem criar os filhos na disciplina e admoestação do Senhor se não estiverem transbordando do Espírito.

Quando o Espírito Santo reina em nossa vida, então, nossos relacionamentos familiares são saudáveis. Quando transbordamos do Espírito, a família é o primeiro território onde essa bênção é usufruída e observada. Então, todos se deliciam com o fruto do Espírito: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio.



domingo, 18 de maio de 2014

Família, Lugar de Comunhão





(Transcrito)


LEIA Sl 128.1-6


“Tua esposa … será como a oliveira frutífera; teus filhos, como rebentos da oliveira, à roda da tua mesa.” Sl 128.3

Manter uma família unida é um grande desafio. Muitos casais que começam bem, fracassam nesse quesito. Constroem o lar sobre Deus e recebem os filhos como herança de Deus. Porém, quando a prosperidade chega e os filhos crescem, os muitos interesses desagregam a família. O diálogo cessa e o urgente toma o lugar do importante; cada membro da família se isola e se refugia no seu próprio mundo; e, embora, todos continuem vivendo debaixo do mesmo teto, não têm mais comunhão.

Um dos grandes desafios da família contemporânea é viver neste mundo célere, onde as coisas acontecem de forma tão rápida e ainda assim, manter raízes profundas na área da comunicação. A união dos filhos não é uma coisa automática; precisa ser trabalhada com esforço e perseverança. Os filhos precisam ser como rebentos da oliveira junto à mesa. Assim como uma oliveira se remoça a cada novo ramo que brota, os filhos trazem novo alento à família.

Assim como esses ramos se espalham ao redor da mesa, os filhos precisam ser elos de comunhão dentro da família. Uma família unida é forte e saudável. A união é como o óleo e o orvalho. O óleo traz cura e o orvalho renovo. A comunhão da família é um tesouro precioso, uma pérola de grande valor, um alvo a ser perseguido.






segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Uma Igreja Koinônica


(Transcrito)

“todos os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum” At 2.44

A expressão comum neste verso é koinos de onde temos koinonia, ou comunhão. A Igreja dos primeiros dias era uma igreja koinônica. Não significa que era homogênea. Ao contrário, era extremamente distinta. Havia na Igreja intelectuais e também gente simples, judeus e gentios, jovens e velhos. Comunhão significa que eles se amavam na diversidade. Que estavam tão deslumbrados com o Senhor Jesus Cristo que eram capazes de conviver com o irmão mais diferente - e com ele caminhar - porque havia um que os unia.

Indica que a razão maior da nossa desunião não é sociológica – a percepção do diferente –, mas teológica, nossa própria carnalidade, intolerância e falta de amor. Escrevendo aos Filipenses no capítulo 2 o apóstolo Paulo os exorta a nada fazerem “por ambição egoísta ou vaidade” (v. 3) e a cada um cuidar “não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros” (v. 4). A comunhão nos convida a abraçar o diferente, perdoar a quem nos fere e exercer paciência com todos.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

As Marcas da Igreja de Cristo



(Transcrito)

“Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações” At 2.42

Vivemos dias onde as marcas de uma Igreja são os programas e o templo. Isto não foi o ensinado por Jesus. A Igreja dos primeiros dias cultivava a simplicidade do Evangelho e se concentrava no que era essencial. 

As marcas da Igreja do primeiro século eram a comunhão, evangelização, oração, pastoreio e culto. O Novo Testamento apresenta estas verdades a partir de palavras chaves. Era uma igreja koinônica (orientada pela comunhão dos santos),kerygmática (proclamadora do nome acima de todo nome), martírica (vivia segundo aquilo que crê), proséitica (tinha vida de oração), escriturística (amava e seguia a Palavra), diákona (servia com amor aos necessitados), poimênica(pastoreava o seu povo) e litúrgica (cuja vida era a adoração ao Pai).

John Knox defendia que a ponte entre o conhecimento e a transformação é o quebrantamento. Não nos basta saber quais as marcas bíblicas da Igreja de Cristo. Precisamos de quebrantamento de coração para buscá-las. Deus não está à procura de grandes reputações, programas de intensa animação ou suntuosos templos. Ele busca apenas coração quebrantado.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

O Caminho Para a Honra



(Transcrito)

“Se alguém Me serve, siga-Me, e, onde Eu estou, ali estará também o Meu servo. E, se alguém Me servir, o Pai o honrará.” Jo 12.26

Há uma diferença entre ser servo e consumidor espiritual. O servo serve. O consumidor quer ser servido. O servo tem deveres e obrigações; o consumidor, necessidades e direitos. Jesus É Senhor e quem O segue é servo e discípulo. Não há espaço no reino de Deus para consumidores, voluntários e fãs.

Na promessa de hoje, Jesus assume o compromisso de honrar os que O servem. Primeiro, uma regra: "se alguém Me serve, siga-Me". Todo cristão verdadeiro é servo ou discípulo de Jesus. Todos devem servir por amor, com dedicação, sacrifício e alegria. A regra é servir e seguir. 

Segundo, uma realidade: "onde Eu estou, ali estará o Meu servo". Jesus está na terra habitando no coração dos Seus servos. Ele está no céu e nós estamos em comunhão com Ele. Não há como fugir da presença do Senhor. 

Terceiro, uma recompensa: "E, se alguém Me servir, o Pai o honrará". Quem serve ao Filho serve ao Pai. E Deus honra os que Lhe servem chamando-os, capacitando-os e recompensando-os. Tome a decisão de servir e seguir a Jesus, pois este é o caminho para ser honrado por Deus.

terça-feira, 25 de junho de 2013

Suba ao Monte e Espere







(Transcrito)

“Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e passou a ensiná-los.” Mt 5.1,2


É impressionante observar como Jesus dava muito mais ênfase à Sua intimidade com o Pai do que estar no meio das multidões. A comunhão com o Pai era sempre colocada em primeiro lugar em Sua agenda. 

No monte, Jesus passou a ensinar Seus discípulos que a felicidade é uma realidade que está à disposição de todos. Você pode ser um bem-aventurado! Pode se regozijar e exultar na presença do Senhor, desde que Jesus ocupe o centro do seu coração. Escolha ser feliz! Leia as bem-aventuranças e medite nelas, porque os resultados serão tremendos e arrebatadores.

Você nunca mais será a mesma pessoa. Estar na presença de Jesus é sempre estar no centro da vontade de Deus. O que faz toda a diferença é estar com Ele. Quem é discípulo genuíno de Jesus, separa tempo para estar com Ele no monte, na intimidade do quarto e no templo, esperando ouvir Seus ensinamentos, conselhos, mandamentos, instruções e leis perfeitas que vão torná-lo “sal da terra e luz do mundo”. Sal para temperar e conservar, luz para indicar o caminho seguro, aquecer nas noites frias e brilhar para atrair outros a Cristo.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O Presente de Daisy


Por

Linda Ross (Califórnia, EUA)


LEIA Lucas 21.1-4



"[Jesus disse:] Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também". Lucas 6.38


"Isto não pode estar certo", pensei comigo mesma, enquanto observava o ambiente com desconforto. À minha frente, havia um trailer velho e enferrujado, rodeado de carros deteriorados, objetos quebrados, garrafas vazias e ervas daninhas.

Como uma das pessoas responsáveis pela Santa Ceia em minha igreja, uma vez por mês eu levo a comunhão a pessoas que não podem sair de casa. Daisy era uma nova pessoa em minha lista. Quando bati à porta, uma senhora de cabelos brancos, apoiada pesadamente numa bengala e usando um roupão de banho esfarrapado, me cumprimentou. "Entre", sorriu ela, e eu entrei numa sala modesta com mobília surrada.

Numa outra visita, Daisy me contou sobre um presente maravilhoso que tinha acabado de receber. "Minha sobrinha me deu 50 dólares - imagine!" Isso, de fato, era riqueza para Daisy. "O que você vai comprar?", perguntei-lhe. "Estava pensando em comprar roupas", disse ela, "mas resolvi passar um cheque para a igreja e pedir que o repassem ao orfanato. Eu não posso fazer muito, mas isso eu posso fazer."

Fiquei espantada. Enquanto voltava para casa, reavaliei minha decisão de diminuir minha oferta à igreja. Daisy me mostrou o que realmente significa dar.



PENSAMENTO:


"Até na escassez podemos encontrar formas de dar."

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Medo


Por

Grupo Minutos com Deus


"O SENHOR dá força ao seu povo, o SENHOR abençoa com paz ao seu povo." (Salmo 29:11)



O medo é um sentimento comum. Aparece nas mais diversas circunstâncias. Tem a ver com o inesperado, o desconhecido, com aquilo que gera ameaça, perigo, com as situações sobre as quais não temos controle. Tem gente que tem medo de altura, medo de escuro, medo de dirigir.

O problema é quando o medo invade a vida e se instala no coração humano sem uma razão aparente. Sem pedir licença ele vai tomando conta de áreas da vida sobre as quais tínhamos todo o controle antes. Ele paralisa, impossibilita a realização de tarefas, causa inquietação, rouba o sono, tira a paz e a alegria de viver.

Provérbios 3:24 diz: "quando se deitar, não terá medo, e o seu sono será tranqüilo". Puxa, que alívio! Dormir sem medo, viver sem medo. Simplesmente, viver ! O livro de Provérbios é um livro de sabedoria. Ensina a gente a viver a vida da melhor maneira e a ver e antever coisas que podem comprometer a qualidade e tranqüilidade da nossa vida e de nossos relacionamentos.

Viver uma vida com sabedoria começa num relacionamento vivo com Jesus, expressão humana de Deus, cuja vida demonstra o poder da Palavra de Deus. E como obter sabedoria? Peça a Deus (Tiago 2:5 e 6) e a busque de todo coração na comunhão com o Filho e no temor a Deus. (Salmo 111:10) Comece olhar para vida a partir das verdades da Palavra e do amor de Deus por você e não a partir de seus medos e angústias.

Lembre-se do que disse o apóstolo João: "o amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo." (I João 1:18) e veja "como é grande o amor que o Pai nos concedeu: sermos chamados filhos de Deus." (I João 3:1)

Descanse. No fim do dia, deite e durma sem medo; em paz. Viva com sabedoria. Não se preocupe com o que está além do necessário. Confie no Senhor e substitua o medo pelo amor de Deus em seu coração. Durma bem e viva melhor!

sábado, 17 de julho de 2010

Crescer Sozinhos?


Por
Gina Baldridge (TEXAS, EUA)

LEIA Hebreus 10.19-25



"Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima".

• Hebreus 10.24-25



O tempo estava ventoso e úmido quando ajudei uma amiga a plantar flores primaveris em seu canteiro. "Plante-as bem junto umas das outras", disse ela. "Essas plantas crescem melhor quando plantadas dessa forma." Coloquei as pequenas plantas com botões brancos em agrupamentos em sua nova casa. Depois comecei a pensar: Como elas sobreviverão ao vento, à chuva e ao verão dessa forma? Será que vão mesmo crescer plantadas assim, tão juntas?

Revendo o jardim de minha amiga agora, meses mais tarde, percebo que o grupo unido de plantas tem inúmeros botões e está crescendo. A proximidade deu certo! Os seres vivos precisam uns dos outros para sobreviver e crescer.

Como cristãos, nós também crescemos quando estamos em comunidade, partilhando a vida mutuamente. O escritor de Hebreus conhecia a força da comunhão e sabia que, em comunidade, os crentes encontram ânimo e motivação para o amor e as boas obras. Quando os ventos e tempestades da vida impedem nosso crescimento e ameaçam nos derrubar, em comunidade podemos enfrentar as tempestades, fortalecidos por nossa devoção a Cristo e uns aos outros.


PENSE:


"Deus não pretende que cresçamos a sós".