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domingo, 18 de maio de 2014

Família, Lugar de Comunhão





(Transcrito)


LEIA Sl 128.1-6


“Tua esposa … será como a oliveira frutífera; teus filhos, como rebentos da oliveira, à roda da tua mesa.” Sl 128.3

Manter uma família unida é um grande desafio. Muitos casais que começam bem, fracassam nesse quesito. Constroem o lar sobre Deus e recebem os filhos como herança de Deus. Porém, quando a prosperidade chega e os filhos crescem, os muitos interesses desagregam a família. O diálogo cessa e o urgente toma o lugar do importante; cada membro da família se isola e se refugia no seu próprio mundo; e, embora, todos continuem vivendo debaixo do mesmo teto, não têm mais comunhão.

Um dos grandes desafios da família contemporânea é viver neste mundo célere, onde as coisas acontecem de forma tão rápida e ainda assim, manter raízes profundas na área da comunicação. A união dos filhos não é uma coisa automática; precisa ser trabalhada com esforço e perseverança. Os filhos precisam ser como rebentos da oliveira junto à mesa. Assim como uma oliveira se remoça a cada novo ramo que brota, os filhos trazem novo alento à família.

Assim como esses ramos se espalham ao redor da mesa, os filhos precisam ser elos de comunhão dentro da família. Uma família unida é forte e saudável. A união é como o óleo e o orvalho. O óleo traz cura e o orvalho renovo. A comunhão da família é um tesouro precioso, uma pérola de grande valor, um alvo a ser perseguido.






segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Uma Igreja Koinônica


(Transcrito)

“todos os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum” At 2.44

A expressão comum neste verso é koinos de onde temos koinonia, ou comunhão. A Igreja dos primeiros dias era uma igreja koinônica. Não significa que era homogênea. Ao contrário, era extremamente distinta. Havia na Igreja intelectuais e também gente simples, judeus e gentios, jovens e velhos. Comunhão significa que eles se amavam na diversidade. Que estavam tão deslumbrados com o Senhor Jesus Cristo que eram capazes de conviver com o irmão mais diferente - e com ele caminhar - porque havia um que os unia.

Indica que a razão maior da nossa desunião não é sociológica – a percepção do diferente –, mas teológica, nossa própria carnalidade, intolerância e falta de amor. Escrevendo aos Filipenses no capítulo 2 o apóstolo Paulo os exorta a nada fazerem “por ambição egoísta ou vaidade” (v. 3) e a cada um cuidar “não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros” (v. 4). A comunhão nos convida a abraçar o diferente, perdoar a quem nos fere e exercer paciência com todos.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A Presença de Deus


(Transcrito)

“É como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali, ordena o Senhor a sua bênção e a vida para sempre” Sl 133.3



O orvalho é símbolo da presença de Deus na vida do povo (Os 14.5). O orvalho é discreto, cai sem alarde. O orvalho vem de noite, após o calor da tarde e nas horas mais escuras. O orvalho traz frescor, refrigério e novo alento. O orvalho vem sem alardes, sem trovões e relâmpagos.


O orvalho é discreto. O orvalho é abundante. O orvalho é constante, cai toda noite. Assim como o orvalho traz restauração para as plantas depois de um dia sob o sol escaldante, assim também a união entre os irmãos traz vida, alento e restauração. Onde há união, Deus se manifesta no meio do seu povo, tirando a aridez e trazendo novo vigor e restauração.

Só seremos uma igreja abençoada e cheia de vida de Deus, se andarmos em união. Deus ordena a sua bênção sobre uma família unida. Deus ordena a sua bênção sobre uma igreja que tem um só coração e uma só alma. A bênção do Senhor não é desvinculada da vida de Deus. A presença de Deus, a pessoa de Deus é a maior de todas as bênçãos.



PENSE:

"A bênção de Deus também está atrelada à unidade".