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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Investimento de Vida



(Transcrito)

LEIA II Coríntios 8.1-24

“... mas também deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a nós, pela vontade de Deus” II Co 8.5

O investimento na obra missionária é o maior e o melhor investimento que podemos fazer. Devemos orar por missões, contribuir com missões e colocarmo-nos nas mãos de Deus para fazer missões. Não basta dar dinheiro; precisamos oferecer também a vida. Os crentes macedônios deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor, depois colocaram-se à disposição de Paulo para assistir os santos. Fazemos missões não apenas quando cruzamos mares e pregamos além fronteiras. Fazemos missões dentro da nossa família, na escola e no trabalho. Cada crente chamado pelo Evangelho e para o Evangelho é enviado a pregar o Evangelho. 

Alexandre Duff, missionário presbiteriano na Índia, depois de velho e doente, voltou à Escócia para encorajar os jovens a darem continuidade a seu trabalho. A princípio nenhum jovem se dispôs. Então, disse a eles: “Se a rainha da Escócia convocasse vocês para serem diplomatas em qualquer lugar do mundo, vocês iriam com orgulho.
O Rei dos reis convoca vocês para serem embaixadores em seu nome e vocês não querem ir? Pois irei eu. Já estou velho e cansado. Pouco poderei fazer. Mas, pelo menos morrerei às margens do rio Ganges e o povo indiano saberá que alguém os amou e se dispôs a levar-lhes o Evangelho”. Diante do desafio, dezenas de jovens se levantaram e se dispuseram a ir!



quarta-feira, 27 de agosto de 2014

A Segunda Vinda e Missões



(Transcrito)


LEIA Mateus 24.1-51


“E será pregado este Evangelho do Reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” Mt 24.14

Jesus veio ao mundo, fez-se carne, andou entre nós, morreu por nós, ressuscitou, voltou ao céu e voltará com grande poder e glória. Antes de ir ao céu, porém, enviou Seus discípulos a pregar o Evangelho a toda criatura, a fazer discípulos de todas as nações e a testemunhar no poder do Espírito, até aos confins da terra. Agora, em Seu sermão profético, Jesus conecta a obra missionária realizada pela Igreja com Sua segunda vinda.

Antes de Jesus voltar para a Igreja, a Igreja deve voltar-se para o mundo a fim de proclamar o Evangelho da graça. A agenda do céu está estreitamente ligada à agenda da terra. A agenda de Deus está intimamente relacionada à agenda da Igreja. Primeiro a Igreja cumpre sua missão no mundo; depois Jesus volta para buscar a Igreja do mundo. Antes de a Igreja desejar ardentemente a volta de Cristo, ela deve apressar a vinda de Cristo anunciando ao mundo o Evangelho.

Deus escolheu um povo na eternidade e deu esse povo a Seu Filho. Jesus morreu por esse povo e o comprou entre as nações da terra. Agora, Jesus comissiona Sua Igreja a ir a todos os povos anunciando o Evangelho e deixou claro que somente voltará quando este Evangelho do Reino for pregado por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Você tem obedecido a essa ordem expressa de Jesus?




sexta-feira, 22 de agosto de 2014

A Igreja é a Luz do Mundo



(Transcrito)


LEIA Mateus 5.1-48

“Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte” Mt 5.14

A Igreja foi chamada das trevas para a luz para ser luz neste mundo tenebroso. Porque Cristo é a luz que ilumina todo homem, e porque a Igreja segue a Cristo, ela é a luz do mundo. A luz foi feita para brilhar e, onde brilha, as trevas são dissipadas. A Igreja não pode ficar escondida, assim como uma cidade sobre um monte não pode ficar oculta. Assim como não podemos acender uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire (recipiente que servia para medir grãos ou líquidos), também não podemos esconder nossa luz dentro de estruturas humanas.

A Igreja não pode isolar-se do mundo; precisa estar presente nele para ser a luz da vida. Não pode esconder-se em mosteiros nem alienar-se. A Igreja é a luz do mundo e isso significa que a Igreja precisa dar direção aos que andam errantes. A luz é símbolo de pureza e isso significa que a Igreja é uma contracultura numa cultura decadente. A luz é símbolo do conhecimento e isso significa que a Igreja proclama a verdade num mundo cheio de enganos.

A luz é símbolo de alegria e isso significa que a Igreja esparge plenitude de alegria num mundo atormentado pela tristeza. Não fazemos missões nos afastando geograficamente do mundo nem imitando a ele. Somos relevantes no mundo quando estamos no mundo, sem sermos do mundo, para sermos a luz do mundo.

  

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

As Mãos Generosas Que Ofertam



(Transcrito)

LEIA Filipenses 4.1-23

“...tenho abundância; estou suprido, desde que Epafrodito me passou às mãos o que me veio de vossa parte...” Fp 4.18

É impossível fazer a obra missionária sem parceria. Aqueles que ficam na retaguarda e sustentam os missionários no campo estão fazendo missões tanto quanto aqueles que avançam para as frentes mais acesas da batalha. O maior e o melhor investimento que podemos fazer na vida é o investimento na obra missionária. Na mesma medida em que semeamos e investimos no Reino de Deus, Deus multiplica a nossa sementeira. Quando cuidamos das coisas de Deus, Ele cuida das nossas coisas.

A Bíblia diz que aquele que ganha almas é sábio. Investir em missões é mais seguro do que investir em ouro. Investir na salvação de vidas é sábio porque este é um investimento de consequências eternas. A igreja de Filipos fez isso com o apóstolo Paulo. Ajudou-o em seu ministério, dando-lhe suporte financeiro. Tornou-se parceira de Paulo em dar e receber. Associou-se a ele em sua tribulação. Mesmo sendo uma igreja pobre e passando por muitas tribulações, contribuiu com alegria até mesmo acima de suas posses.

Oswald Smith, pastor da Igreja do Povo, em Toronto, Canadá, levou aquela igreja a ser um corpo missionário. Até hoje essa igreja investe mais de cinquenta por cento de seu orçamento em missões transculturais. Esse exemplo é digno de ser imitado. É tempo de abrirmos não apenas nossos lábios, mas também, o nosso bolso!




quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Os Joelhos Dobrados Que Oram





(Transcrito)


LEIA  Isaías 62.1-12

“Sobre os teus muros, ó Jerusalém, pus guardas, que todo o dia e toda a noite jamais se calarão... 
Is 62.6

Não se faz missões sem oração. O Profeta Isaías retrata essa realidade de forma eloquente (Is 62.6,7). A oração precisa ser vigilante: “Sobre os muros, ó Jerusalém, pus guardas...”. A Igreja precisa orar e vigiar; orar e manter os olhos abertos para ver o que está acontecendo à sua volta. A oração precisa ser, também, perseverante: “... que todo o dia e toda a noite jamais se calarão...”. Não basta ter entusiasmo para orar por um tempo e depois arrefecer o ânimo. Sem oração deixaremos brechas em nossa armadura.

A oração ainda precisa ser fundamentada nas promessas de Deus: “.... vós, os que fareis lembrado o Senhor...”. Ora eficazmente aquele que ora segundo a vontade de Deus; e, ora segundo a vontade de Deus, aquele que ora estribado nas promessas de Deus. A oração precisa ser importuna para nós e para Deus: “... não descanseis, nem deis a Ele descanso...”.

Precisamos bombardear o céu com nossas orações e jamais esmorecer nessa luta. Na oração não lutamos contra o diabo; lutamos com Deus. Finalmente, a oração precisa ser objetiva: “... até que restabeleças Jerusalém e a ponha por objeto de louvor na terra”. Devemos orar objetiva e perseverantemente, “até que”. A Igreja precisa ser restaurada para ser agente de transformação no mundo.



quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O Ministério da Reconciliação



(Transcrito)


LEIA  II Coríntios 5.1-21


“Ora, tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação” II Co 5.18

A reconciliação do homem com Deus é iniciativa divina e não humana. O ofendido, e não o ofensor, deu o passo decisivo para a reconciliação. Deus nos reconciliou Consigo mesmo por meio de Cristo e não à parte dEle. Deus não lançou sobre nós nossas transgressões, mas as lançou sobre Seu Unigênito Filho. O Filho de Deus pagou a nossa dívida, e então, Deus colocou em nossa conta Sua infinita justiça.

Depois de nos reconciliar Consigo mesmo, Deus agora nos confia o ministério da reconciliação. Reconciliados com Deus fomos feitos ministros da reconciliação. Somos embaixadores em nome de Cristo rogando aos homens para se reconciliarem com Deus. Todo aquele que foi chamado é agora enviado. Todo aquele que foi reconciliado é agora um ministro da reconciliação. Todo aquele que foi alcançado pelo Evangelho é agora enviado a proclamar o Evangelho. Missões é a missão da Igreja.

Outrora éramos um campo missionário; agora somos um corpo missionário. Outrora fomos evangelizados; agora somos os evangelizadores. Outrora vivíamos nas trevas; agora proclamamos a luz. Outrora estávamos longe de Deus e sem esperança no mundo; agora fomos reconciliados com Deus e temos uma viva esperança. Deixamos de ser filhos da ira para sermos filhos amados, herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo.



terça-feira, 12 de novembro de 2013

Provai-me Nisto



(Transcrito)

“Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro... e provai-Me ... se Eu não …. derramar sobre vós bênção sem medida” Ml 3.10

Por causa da comercialização da fé e dos falsos pastores, muitos resistem a falar em contribuição financeira. A Bíblia fala muito em dinheiro. A maneira que um cristão administra as finanças é um termômetro da sua vida espiritual. Deus tem promessa na área do dízimo. 

Primeiro, temos uma ordem: trazei todos os dízimosÉ um dever espiritual para ricos e pobres. Dizimar não é opção. É dever. É reconhecer e agradecer por tudo que Deus nos dá. Somos mordomos dele, pois tudo pertence ao Senhor. 

Segundo, temos local para entrega: a casa do tesouro. O dízimo deve ser entregue no local estabelecido. No Antigo Testamento, a casa do tesouro ficava no templo. No Novo Testamento, o cristão deve entregar na Igreja onde adora ao Senhor.

Terceiro, temos um objetivo: para que haja mantimento na Minha casa. A Igreja deve usar os dízimos para manutenção e expansão da obra de Deus. A maior parte deve ser investida em missões, evangelização e plantação de novas igrejas. 

Quarto, temos um desafio: provai-me nisto. Dizimar é um prova de fé. Experimente ser um dizimista fiel.

domingo, 3 de novembro de 2013

O Trabalho

Por

Karin Hust (Califórnia, EUA)


LEIA João 17.1-5

Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer. 
João 17.4

Visitar a África em uma recente viagem missionária foi uma experiência incrível, embora, ao mesmo tempo, desalentadora. A fome, as doenças e uma pobreza generalizada são abundantes; e as necessidades das pessoas são esmagadoras. Nossa equipe ofereceu ajuda de inúmeras maneiras, mas eu não tinha esperança de fazer diferença. Uma manhã, enquanto me preparava para trabalhar em uma aldeia muito pobre, eu li João 17.1-5.

Ao ler a oração de Jesus sobre o trabalho que lhe tinha sido confiado a fazer, senti-me invadida pela sensação do seu amor pelo Pai e seu amor pelo mundo. Jesus abraçou o trabalho que lhe tinha sido dado a cumprir na terra, deixando o resultado nas mãos do Pai - um resultado que veio a se tornar mais maravilhoso do que qualquer um de nós poderia imaginar. O trabalho que Deus deu a cada um de nós por vezes será difícil. Mas podemos partilhar do objetivo de Jesus Cristo: trazer glória a Deus na terra. Deus pode e fará toda a diferença. 

O modo de glorificarmos o Pai é trabalhando com toda a nossa força, "servindo de boa vontade, como ao Senhor" (Ef 6.7). O resultado está completamente nas mãos de Deus, e será mais maravilhoso do que qualquer um de nós pode imaginar.

PENSE:

"Nós glorificamos a Deus com nossa obediência".