quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O Consolo Vem de Deus



(Transcrito)


“Consolai, consolai o Meu povo, diz o vosso Deus.” Is 40.1


A vida não é uma estrada reta e atapetada, mas um caminho estreito, cheio de sinuosidades e crivado de espinhos. Na jornada da vida, somos acuados por sentimentos turbulentos que se agitam dentro de nós. Nosso coração suporta rajadas de ventos procelosos que nos atiram de um lado para o outro e, nessas horas, as lágrimas quentes rolam em nossa face e a paz bate asas da nossa alma, deixando-nos nos braços do medo.

É quando todos os nossos recursos entram em colapso que do céu brota a cura. É quando todas as nossas fontes de alegria secam que o manancial do consolo divino jorra em nossa direção. No meio da tormenta, quando a desesperança mostra sua carranca, Deus faz ecoar Sua voz, dizendo: “Consolai, consolai o Meu povo”. O consolo de Deus não é uma terapia superficial que nos leva pelos corredores da autoanálise, ou pelos labirintos da meditação transcendental, mas é uma promessa segura do Salvador que vem nos trazer copioso refrigério.

Com ele está o poder e também a recompensa. O Messias virá como pastor apascentar o Seu rebanho. Ele nos tomará nos braços e nos conduzirá até o redil eterno, onde não haverá mais pranto nem dor, onde não há haverá mais cansaço nem fadiga, onde desfrutaremos, para sempre, de gloriosa salvação.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

A Graça da Regeneração




(Transcrito)



“Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo.” Tt 3.5


O pecado trouxe consigo a morte. O vírus letal do pecado infectou toda humanidade. Afetou o ser humano na sua totalidade, matou o homem. O intelecto do homem ficou danificado, sua vontade escravizada e sua emoção poluída. Sua inclinação natural é avessa à vontade de Deus. O homem nem busca, nem entende Deus.

Seu espírito nasce morto, o coração empedernido e o entendimento obscurecido pelo engano do pecado. De sorte que, o homem, não pode salvar a si mesmo. Porém, aquilo que era, é e sempre será impossível aos homens, Deus realiza por intermédio de seu Espírito. É Deus quem efetua o novo nascimento, quem concede vida àqueles que estão mortos nos delitos e pecados.

É Deus quem implanta o princípio ou a semente da nova vida, quem efetua em nós tanto o querer quanto o realizar. Sua ação graciosa suplanta a inclinação carnal por uma disposição espiritual. A graça da regeneração é que habilita o homem a crer no Senhor Jesus, a arrepender-se de seus pecados e a converter-se de seus maus caminhos. Sem a graça da regeneração ninguém teria condição de entrar no reino de Deus.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Ninguém Compareceu




Por

Julie Ackerman Link

LEIA Mateus 6:1-7

Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles… —Mateus 6:1

Certa noite de inverno, o compositor Johann Sebastian Bach deveria estrear uma nova composição. Ele chegou à Igreja esperando que estivesse cheia, mas descobriu que ninguém tinha vindo. Sem perder o ritmo, Bach disse a seus músicos que ainda assim tocariam como planejado. Todos tomaram seus lugares, Bach ergueu sua batuta e em pouco tempo a Igreja vazia encheu-se de música magnificente.

Esta história me fez sondar um pouco a minha alma. Será que eu escreveria se Deus fosse o meu único leitor? De que maneira o meu texto seria diferente?

Os novos escritores, geralmente, são aconselhados a visualizar a pessoa para quem estão escrevendo como uma maneira de manterem-se focados. Faço isso quando escrevo as meditações devocionais; tento manter os leitores em mente porque quero lhes dizer algo que eles queiram ler e que os ajudará em sua jornada espiritual.

Duvido que o “escritor de devocionais” Davi, para cujos salmos nos voltamos em busca de consolo e encorajamento tivesse “leitores” em sua mente. O único público que ele tinha em mente era Deus.

Sejam nossos “atos” mencionados no livro de Mateus 6, obras de arte ou serviços, deveríamos lembrar que o assunto é entre nós e Deus. Quer alguém veja ou não, não importa. Ele é o nosso público.


PENSE:

"Faça  a sua parte, mesmo que em sua plateia tenha uma só pessoa".

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

A Matemática da Graça


(Transcrito)


“... mas onde abundou o pecado, superabundou a graça.” Rm 5.20


A força da natureza caída submerge o homem no pântano do pecado. Para o seu desespero, a Lei tem o papel de tornar a situação mais palpável para o homem perceber sua culpa. A Lei deixa nossa consciência mais clara sobre o nosso estado; não aumenta o volume do pecado. O torna mais evidente. A Lei apenas ilumina a escuridão da nossa alma.

A função da Lei, porém, não resolve o problema do devedor, mas demonstra a sua culpabilidade. Nossa situação é insolúvel; nossa dívida impagável. Para que a nossa condição fosse mudada foi necessário que Jesus viesse ao mundo e morresse pelos nossos pecados. Ele fez a maior transação para que a nossa dívida fosse quitada. Ele creditou a Sua justiça em nossa conta. A infração do pecado só pode ser interrompida pela graça.

Recebemos a quitação da dívida. A graça superabundou. Venceu o pecado. A graça derrotou o pecado por nós. Aquilo que não podíamos fazer, a graça fez. A matemática da graça é superior à matemática do pecado. Uma contabiliza o saldo devedor, a outra contabiliza a quitação da dívida.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Jesus, o Vencedor da Morte

(Transcrito)


“Não temas, Eu sou o primeiro e o último e aquEle que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos...” Ap 1.17,18


No governo de Domiciano, o apóstolo João foi exilado na ilha de Patmos. O próprio Jesus glorificado apareceu para ele naquele exílio. Não era mais o Cristo suando sangue, prostrado com o rosto em terra, com forte clamor e lágrimas do Getsêmani, nem o Cristo cuspido e esbordoado do sinédrio judaico. Não era mais o Cristo ultrajado e ferido do pretório romano, nem o Cristo escarnecido sob o peso do lenho maldito caminhando trôpego pelas ruas de Jerusalém, sob as vaias de uma multidão ensandecida.

Não era mais o Cristo ensanguentado pregado na cruz, suspenso entre a terra e o céu, mas o Cristo da glória, cujos cabelos eram brancos como a neve, cujos olhos eram como chama de fogo, cujos pés eram como bronze polido e cujo rosto brilhava como o sol em seu fulgor. Este é o Jesus que disse: “Eis que estive morto, mas estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno”. 

Jesus venceu a morte e triunfou sobre o diabo. Não adoramos o Cristo que esteve vivo e está morto, mas o Cristo que esteve morto e está vivo pelos séculos dos séculos!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Jesus, Juiz de Vivos e Mortos


(Transcrito)


“há de julgar o mundo... por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos” At 17.31


Aquele menino que nasceu numa manjedoura, cresceu numa carpintaria e morreu numa cruz, venceu a morte. Ele está assentado à destra de Deus como regente do universo e voltará para julgar as nações. Ele já foi designado Juiz de vivos e de mortos. Todos terão que comparecer perante Ele no dia do juízo. Naquele dia, Jesus não será mais o Advogado, mas o Juiz.

Seu julgamento será final. Não haverá instância superior para apelar. Ninguém poderá escapar de seu julgamento. Grandes e pequenos, ricos e pobres, sábios e ignorantes, religiosos e ateus, todos, sem exceção, terão de comparecer perante o seu tribunal para dar contas de sua vida. Então, os livros serão abertos e todos serão julgados segundo as suas obras. Suas palavras, obras, omissões e pensamentos testemunharão contra você.

Naquele julgamento não haverá réplica nem tréplica. Os culpados cobrirão o rosto de vexame e as línguas mais eloquentes se calarão. Então, outro livro será aberto, o livro da vida. Se o seu nome estiver neste livro, você não sofrerá condenação, mas entrará no gozo de Deus, na bem-aventurança eterna!

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Resolução de Ano Novo



Por

Wendy Garner (Texas, EUA) 


LEIA Colossenses 3.1-17


"E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai". Colossenses 3.17

Com a chegada do fim do ano, penso em minhas resoluções de ano novo - todas as coisas que quero realizar. Mas, ao fazer isso, de algum modo quero mais que escrevê-las, sabendo que, em mais ou menos um mês, já terão se tornado apenas tinta num pedaço de papel.

Então encontrei minha resposta em Colossenses 3.1-17. Neste ano, e em todos os outros, minhas resoluções devem se concentrar não em mim e no que me fará parecer melhor, mas em Cristo e no lugar que Lhe reservo em minha vida. Será que meus olhos estão voltados para mim mesma ou para Cristo? Quando olham para mim, as pessoas veem a compaixão, a bondade, a humildade, a mansidão e a paciência de Cristo? Ou veem minha raiva, falta de compaixão e incapacidade de perdoar?

No ano novo, quero que a luz de Cristo que há em mim brilhe forte. Quero mostrar a quem se desviou, a quem não conhece a Cristo, a quem está cansado e buscando a verdadeira paz, alegria e felicidade que essas vidas podem encontrar o que precisam em Cristo. É essa a minha resolução.


PENSE:

"Quais são minhas resoluções espirituais para o ano novo?"

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Uma Nova Força


Por


Philip Yancey

LEIA  Lucas 2:25-34

…porque os meus olhos já viram a tua salvação, a qual preparaste diante de todos os povos. —Lucas 2:30-31

Quando o padre jesuíta Matteo Ricci foi à China no século 16, coletou amostras de arte religiosa para ilustrar a história cristã a pessoas que nunca tinham ouvido sobre isso. Elas aceitaram prontamente os retratos de Maria segurando o bebê Jesus, mas quando ele apresentou pinturas da crucificação e tentou explicar que o Deus-criança tinha vindo para ser executado, seus ouvintes reagiram com repulsa e horror. Eles não podiam adorar um Deus crucificado.

Ao olhar os meus cartões de Natal, percebo que fazemos o mesmo. Em nossas celebrações e rituais, podemos não pensar sobre como a história que começou em Belém acabou no Calvário. 

No relato da história de Natal feito por Lucas, apenas uma pessoa — o velho Simeão — parece apreender a misteriosa natureza do que Deus fez acontecer. “…Eis que este menino está destinado tanto para ruína como para levantamento de muitos em Israel e para ser alvo de contradição,” ele disse a Maria, e então previu que uma espada transpassaria a alma de Maria (2:34-35).

Simeão sabia que embora superficialmente pouco tinha mudado — Herodes ainda governava, as tropas romanas ainda ocupavam Israel — nos bastidores, tudo tinha mudado. A redenção prometida por Deus tinha chegado.

PENSE:

"O  berço sem a cruz, perde o verdadeiro significado do nascimento de Cristo".

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Jesus, o Médico Onipotente




(Transcrito)


 

“Percorria Jesus a Galileia... pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo”
Mt 4.23


Há doenças que ainda desafiam a medicina e limitam a ação dos médicos. Jesus, porém, é o médico onipotente, porque Ele é infinitamente compassivo e Seu poder é ilimitado. Para Ele não há causa demasiadamente difícil nem doença incurável. Ele pode tudo quanto quer. Jesus levantou os paralíticos e deu vista aos cegos. Jesus purificou os leprosos, fez os mudos falarem e os surdos ouvirem.

Jesus libertou os cativos, alimentou os famintos e ressuscitou os mortos. Ele andou por toda a parte fazendo o bem e curando todos os oprimidos do diabo. Ele é o Jeová-Rafá, o Deus que nos cura. Ele cura através dos meios, sem os meios e apesar dos meios. Na verdade, toda a cura é divina; algumas delas ocorrem mediante os recursos da ciência e outras através da intervenção miraculosa de Jesus.

Quando a ciência chega ao seu limite, Jesus pode ir além e fazer o impossível. A última palavra não é da ciência, mas de Jesus. O mesmo Jesus que curou os enfermos ontem pode fazer maravilhas também hoje. Não se desespere. Ponha sua causa diante dEle. Confie nEle, espere nEle e o mais Ele fará.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Natal Cancelado




Por

Anne Cetas

LEIA  Lucas 2:36-38

E estavam o pai e a mãe do menino admirados do que dele se dizia. —Lucas 2:33

No ano passado, nós sentimos como se o nosso Natal tivesse sido cancelado. Na verdade, o voo que pegaríamos para encontrar a família foi cancelado devido à neve. Celebrar o Natal com os nossos familiares é a nossa tradição já por alguns anos, e por isso nos sentimos muito decepcionados quando tivemos que voltar. 

No domingo, numa mensagem que teríamos perdido, o nosso pastor falou sobre as expectativas para o Natal. Ele chamou minha atenção ao dizer: “Se as nossas expectativas para o Natal são presentes e tempo com a família, elas são baixas demais. Estas coisas são agradáveis e somos gratos por elas, mas o Natal é a celebração da vinda de Cristo e Sua redenção.” Simeão e Ana celebraram a vinda de Jesus e Sua salvação quando José e Maria O levaram ao templo ainda bebê (Lucas 2:25-38). 

Simeão, um homem que ouviu o Espírito lhe dizer que não morreria antes que visse o Messias, declarou: “…porque os meus olhos já viram a Tua salvação” (v.30). Quando Ana, uma viúva que servia a Deus, viu Jesus, ela “…falava a respeito do menino a todos os que esperavam a redenção de Jerusalém” (v.38). Podemos experimentar decepções ou angústias durante a época natalina, mas Jesus e Sua salvação sempre nos dão motivo para celebrar.

PENSE:

"Jesus é sempre a razão para celebrarmos".

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Jesus, o Advogado Incomparável

(Transcrito)


“...Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo” 1Jo 2.1


Jesus é a nossa esperança porque Ele é o Advogado por Excelência. Três são as peculiaridades de Jesus como nosso advogado. 

Primeiro, Jesus é o advogado incomparável pelo seu caráter justo. Ele nunca pecou nem dolo algum se achou em Sua boca. Ele não apenas falou a verdade. Ele é a verdade. Sua vida foi o exemplo máximo de Suas palavras.

Segundo, Jesus é o advogado incomparável pelos Seus métodos. Jesus não veio apenas para estar do nosso lado, mas para ser o nosso substituto. Jesus não veio para defender nossa inocência, mas para assumir nossa culpa. Jesus não cobra nada pelo Seu trabalho, Ele pagou tudo. Jesus não está ocupado demais para nos atender, mas está disponível a todos aqueles que, com o coração quebrantado, se aproximam dEle. Jesus não veio ao mundo apenas para falar a nós, mas sobretudo, para morrer por nós.

Terceiro, Jesus é o advogado incomparável pela Sua eficácia. Ele nunca perdeu uma causa. Para Ele não há vida irrecuperável, causa perdida, nem problema insolúvel. Ele pode tudo quanto quer. Agora mesmo, coloque sua vida nas mãos de Jesus!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Jesus, o Pão que Satisfaz

 (Transcrito)

                        “Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu Sou o pão da vida; o que vem a Mim jamais terá fome...” Jo 6.35

A fome é uma dramática realidade que assola o mundo ainda hoje. Apesar da abundância de pão, muitos ainda morrem de fome. Há fome física e espiritual. O pão da terra não satisfaz a alma. Aqueles que comem desse pão voltam a ter fome. Os banquetes da terra, as aventuras sexuais, os prazeres da vida e as riquezas deste mundo não podem preencher o vazio que existe dentro de você.

Na verdade, Deus colocou a eternidade em seu coração. Há um vazio em sua alma com o formato de Deus. Nada, nem ninguém, pode dar sentido à sua vida. Por isso, Jesus veio ao mundo como o Pão da vida. Ele é o Pão vivo que desceu do céu. Aquele que comer deste pão nunca mais terá fome, para sempre.

Jesus satisfaz plenamente sua mente, sua emoções e sua vontade. Ele traz refrigério para seu corpo e descanso para sua alma. Nele você encontra provisão abundante para o tempo e para a eternidade. Você, que está faminto, venha agora mesmo para Jesus, o Pão da vida. Entre na sala do banquete. Há pão com fartura na casa do Pai. Há vida abundante no banquete de Deus à sua espera. Jesus oferece a você perdão e vida eterna!

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

A Vitória Sobre o Medo

(Transcrito)

“... não temas, porque Eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és Meu.” Is 43.1

A ordem mais repetida em toda a Bíblia é: não tenha medo. O medo entrou na história de mãos dadas com o pecado. O primeiro sentimento que Adão sentiu no Éden depois da queda foi medo. O medo é mais do que um sentimento esmagador, é também um espírito atormentador. Qual é o antídoto para o medo? O profeta Isaías diz que vencemos o medo quando entendemos quem é Deus e quem somos para Ele.

Triunfamos sobre o medo quando compreendemos que Deus nos criou, formou e nos fez Sua propriedade particular. Vencemos o medo quando compreendemos que nas mais difíceis circunstâncias da vida, como as águas revoltas, os rios caudalosos e as fornalhas ardentes, Deus está conosco. Triunfamos sobre o medo quando entendemos que somos preciosos para Deus. Somos a menina dos Seus olhos, a Sua herança e a Sua delícia.

Conhecer a Deus e saber quem somos em Cristo nos tira da caverna do medo. Não vencemos o medo fazendo incursões em nosso interior ou viajando pelos labirintos da nossa alma. Vencemos o medo quando contemplamos a grandeza de Deus e Seu grande amor por nós.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Primeiras Impressões




Por

Dennis Fischer

LEIA I Samuel 16.1-7


…O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração. — I Samuel 16.7

Enquanto eu comprava alimentos um dia eu era visto como um ladrão por uma pessoa e um herói por outra.

Ao sair do supermercado, um funcionário disse: “Desculpe-me, senhor. Há muitos itens não ensacados em seu carrinho.” Esta é evidentemente uma estratégia utilizada por ladrões. Quando ele viu que eram produtos muito grandes para serem ensacados, se desculpou e me permitiu seguir o meu caminho.

No estacionamento, uma mulher olhou para o meu boné de atleta com um bordado dourado. Confundindo-o com um chapéu militar, ela disse: “Obrigada por defender o nosso país!” Em seguida, ela se afastou.

O funcionário do supermercado e a mulher no estacionamento tinham, cada um, formado conclusões precipitadas sobre mim. É fácil formar opiniões sobre os outros baseado em primeiras impressões.

Quando Samuel foi escolher o próximo rei de Israel dentre os filhos de Jessé, ele também fez um julgamento a partir de primeiras impressões. No entanto, o escolhido de Deus não era estava entre os filhos mais velhos. O Espírito Santo disse a Samuel: “Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura…” (I Samuel 16.7). Deus escolheu Davi, o mais novo, que menos parecia como um rei.

Deus pode nos ajudar a ver as pessoas por intermédio dos Seus olhos, “…porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (v.7).

PENSE:

"As primeiras impressões, muitas vezes, podem levar a conclusões erradas".


segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Não Chores!



(Transcrito)


“Vendo-a, o Senhor se compadeceu dela e lhe disse: Não chores!” Lc 7.13

Na cidade de Naim uma mulher viúva estava a caminho do cemitério para enterrar seu filho único. Caminhava não apenas para enterrar seu filho, mas também suas esperanças. Suas lágrimas eram seu único alimento e a desesperança seu único futuro. A caravana da morte engrossava o cortejo fúnebre quando Jesus entrou na cidade.

Vendo Jesus aquela mulher, disse-lhe: “Não chores”. Mas como não chorar diante da morte? Como não chorar diante da perda de um filho? Jesus parou o cortejo, tocou o caixão e disse ao morto: “Jovem, eu te mando: levanta-te”. O moço se levantou e a vida triunfou sobre a morte. A tristeza foi vencida pela alegria e o choro foi estancado. 

Talvez você esteja vivendo um drama pessoal ou familiar que tem roubado sua paz. Talvez suas lágrimas sejam seu único alimento e seu futuro pareça sombrio. Saiba que Jesus é poderoso para consolar seu coração e enxugar suas lágrimas. Ele é poderoso para acender uma centelha de esperança na noite escura de sua alma. Ele pode reverter a situação, acalmar as circunstâncias e aquietar a sua alma. Espere nEle!

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

A Pedra Eureka



Por

Dennis Fischer

LEIA  Mateus 13:44-50


O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo… —Mateus 13:44

Em uma fazenda na África do Sul, Erasmus Jacobs, de 15 anos, viu uma pedra reluzir ao sol, em 1867. Certo momento, um vizinho que sabia sobre a existência da pedra reluzente quis comprá-la da família. Por não saber o valor da pedra, a mãe de Erasmus disse ao vizinho: “Pode ficar com a pedra se quiser.”

Finalmente, um mineralogista declarou que a pedra era um diamante de 25 quilates que valia uma grande quantia. Ficou conhecido como o “Diamante Eureka” (A palavra grega eureka significa “Encontrei!”). Logo, os valores dos campos próximos à fazenda da família Jacobs elevaram-se. Sob a terra estava um dos mais abastados depósitos de diamante jamais descoberto.

Jesus disse que o valor de fazer parte do reino de Deus é como um tesouro: “O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem e compra aquele campo” (Mateus 13:44).

Quando colocamos nossa fé em Cristo, um “momento eureka” espiritual acontece. Deus nos dá perdão em Seu Filho. É o maior tesouro que poderia ser encontrado. A partir desse momento, o ponto central de nossas vidas pode girar em torno de nos tornarmos valorosos membros de Seu reino eterno. A nossa alegria é compartilhar essa valiosa descoberta com os outros.

PENSE:

"O Reino de Deus é um tesouro feito para ser compartilhado".

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Jesus, o Sacerdote e o Sacrifício

(Transcrito)

“Tendo, pois, a Jesus ... como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão” Hb 4.14

Jesus é o Profeta que trouxe Deus até nós e o Sacerdote que nos leva a Deus. O sacerdote oferecia no altar os sacrifícios pelos pecados do povo e intercedia pelo povo. Esses sacrifícios, porém, eram imperfeitos e feitos por homens imperfeitos. Não podiam perdoar pecados, mas apontavam para Jesus, o Sacerdote Perfeito, que ofereceu o sacrifício perfeito e era a oferta perfeita. Jesus é o Sacerdote e o sacrifício; o Ofertante e a oferta.

Ele se entregou a si mesmo. Carregou nossos pecados sobre o madeiro. Foi morto pelos nossos pecados. Seu sacrifício foi único, perfeito, cabal, irrepetível. Como sacrifício, Jesus morreu por nós. Como sacerdote, Jesus intercede por nós. Porque Ele é o nosso Sumo Sacerdote podemos entrar confiadamente na presença de Deus.

A morte de Jesus varreu dos altares os sacrifícios mortos. Pela sua morte, o véu do templo foi rasgado e um novo e vivo caminho para Deus foi aberto. Como sacrifício, Sua obra de redenção foi consumada na cruz, mas como Sacerdote, Sua intercessão prossegue no céu, pois Ele, como nosso Advogado, Mediador e Sacerdote vive para interceder por nós.