quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Jesus, Juiz de Vivos e Mortos
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Esperança que Nunca Desiste
Havia uma mulher viúva que ia à presença do juiz, dizendo: “Julga a minha causa...”. O juiz, por algum tempo, não deu a mínima atenção. Ela, por sua vez, não abriu mão de insistir, crer e esperar.
Penso que ela observava a agenda do juiz para ir exatamente ao lugar onde se encontrava, insistindo no seu urgente rogo. Ela ficava na cola dele. Ele ia ao supermercado, caminhava pela rua, ela estava do lado dele com sua importunação: “Julga a minha causa”.Creio que o juiz vivia com aquela frase na cabeça; o pedido da viúva o importunava o tempo todo, em todo lugar. Não teve opção. Decidiu a questão para se livrar daquela viúva.
Então disse o Senhor: “considerai no que diz este juiz iníquo. Não fará Deus justiça aos que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? Digo-vos que depressa lhes fará justiça”.
A questão não é a aparente demora de Deus, mas a nossa paciência em esperar até que ele responda. Vamos em frente! A resposta já está liberada por Deus.
sábado, 15 de maio de 2010
O VEREDICTO
Conta-se uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.
Na verdade, o autor era uma pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se preocupou em encontrar um “bode expiatório” para acobertar o verdadeiro assassino.
O homem foi levado a julgamento já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.
O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência.
Disse o juiz:
-“ Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor. Vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteará um dos papéis e aquele que sair, será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino.” – determinou o juiz.
Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO. De maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída, não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um.
O homem pensou alguns segundos e pressentindo a “vibração” aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.
-“Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?”
- “É muito fácil.” – respondeu o homem – “Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário”.
Imediatamente o homem foi liberado.
MORAL DA HISTÓRIA:
Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar.
Persista, vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir.

