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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Ninguém Compareceu




Por

Julie Ackerman Link

LEIA Mateus 6:1-7

Guardai-vos de exercer a vossa justiça diante dos homens, com o fim de serdes vistos por eles… —Mateus 6:1

Certa noite de inverno, o compositor Johann Sebastian Bach deveria estrear uma nova composição. Ele chegou à Igreja esperando que estivesse cheia, mas descobriu que ninguém tinha vindo. Sem perder o ritmo, Bach disse a seus músicos que ainda assim tocariam como planejado. Todos tomaram seus lugares, Bach ergueu sua batuta e em pouco tempo a Igreja vazia encheu-se de música magnificente.

Esta história me fez sondar um pouco a minha alma. Será que eu escreveria se Deus fosse o meu único leitor? De que maneira o meu texto seria diferente?

Os novos escritores, geralmente, são aconselhados a visualizar a pessoa para quem estão escrevendo como uma maneira de manterem-se focados. Faço isso quando escrevo as meditações devocionais; tento manter os leitores em mente porque quero lhes dizer algo que eles queiram ler e que os ajudará em sua jornada espiritual.

Duvido que o “escritor de devocionais” Davi, para cujos salmos nos voltamos em busca de consolo e encorajamento tivesse “leitores” em sua mente. O único público que ele tinha em mente era Deus.

Sejam nossos “atos” mencionados no livro de Mateus 6, obras de arte ou serviços, deveríamos lembrar que o assunto é entre nós e Deus. Quer alguém veja ou não, não importa. Ele é o nosso público.


PENSE:

"Faça  a sua parte, mesmo que em sua plateia tenha uma só pessoa".

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Plágio Espiritual

Por

Julie Ackerman Link


LEIA João 1:1-18


E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. —João 1:14

Quando eu ensino redação em Inglês, exijo que os alunos a escrevam na sala de aula. Sei que o que escrevem em sala é produto de seu próprio esforço. Desta maneira, me familiarizo com o estilo de escrita de cada aluno e posso detectar se eles “emprestam” um tanto demais de outro escritor. 

Os estudantes se surpreendem ao saber que o seu estilo literário — que inclui o que dizem e como dizem — é tão peculiar como a sua própria voz. Assim como as palavras que falamos vêm de nossos corações, as palavras que escrevemos também. Elas revelam quem somos.

Da mesma maneira, nos familiarizamos com a voz de Deus. Ao ler o que Ele escreveu, aprendemos sobre quem Ele é e como se expressa. Satanás, no entanto, tenta fazer-se soar como Deus (II Coríntios 11:14). Usando as palavras de Deus de uma forma ligeiramente alterada, ele vem com argumentos convincentes para as coisas que não são verdadeiras. 

Por exemplo, ao convencer as pessoas a fazer coisas que imitam santidade, como confiar na aparência exterior da autodisciplina ao invés de confiar na morte de Cristo para a salvação (Colossenses 2:23), Satanás tem levado muitos ao erro.

Deus foi aos extremos para assegurar-se de que reconheceríamos a Sua voz. Ele não apenas nos deu a Sua Palavra, nos deu o Verbo feito carne, Jesus (João 1:14), de modo que não seremos facilmente enganados ou iludidos.