segunda-feira, 23 de junho de 2014

A Pedagogia do Deserto




(Transcrito)


LEIA Dt 8.1-20


“No deserto te sustentou com maná, que teus pais não conheciam; para te humilhar, e te provar...” Dt 8.16

O deserto é uma escola de nível superior. Ele tem uma pedagogia relevante, conteúdo objetivo e prático, métodos eficientes e propósitos elevados. O deserto é uma faculdade, onde o indivíduo salta do bacharelado e mestrado, para o doutorado em amadurecimento cristão. O curso na faculdade do deserto pode ser curto, mas, também pode ser longo. Para Israel teve a duração de quarenta anos. O tempo do curso não depende da pessoa, mas do currículo elaborado por Deus, de acordo com os seus santos e sábios propósitos.

Os filhos de Deus ainda aprendem com as lições do passado, por meio do sofrimento, e sempre alcançam objetivos mais profundos. As experiências do povo de Deus outrora destacam o fato de que ele jamais foi autônomo. Ele depende do Senhor quanto ao cuidado, à provisão, à proteção, e, sobretudo, o perdão. Esquecer tais fatos é uma demonstração de ingratidão e orgulho. Pela pedagogia do deserto, Deus usa o sofrimento para nos ensinar os Seus santos e graciosos desígnios.

Não pare de aprender. Ainda existe um longo percurso de aprendizado que devemos e precisamos trilhar. Tire lições do sofrimento. Veja com as lentes da fé os propósitos de Deus em seu favor. O Senhor quer te fazer bem. A providência secreta está trabalhando por você e em sua vida.



sexta-feira, 20 de junho de 2014

Sorria!




Por


Joe Stowell


LEIA Nm 6:22-27


"O Senhor faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti". —
Números 6:25

Um estudo recente que li concluiu que sorrir pode ser bom para a saúde. As pesquisas demonstram que sorrir desacelera o coração e reduz o estresse. Mas sorrir não é apenas bom para você; um sorriso genuíno também abençoa aqueles que o recebem. Sem dizer uma palavra, pode comunicar a outros que você gosta e se agrada deles. 

Um sorriso pode abraçar alguém com amor sem que a pessoa seja tocada.  A vida nem sempre nos dá razões para sorrir. Mas quando vemos um sorriso sincero no rosto de uma criança ou em um rosto com rugas da idade, nossos corações são encorajados. 

Os sorrisos são também uma alusão à imagem de Deus em nós. Na antiga bênção registrada no livro de Números, temos um indicador de que Deus “sorri”: “…o Senhor faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o rosto e te dê a paz” (Números 6:25,26). Estas palavras são a expressão hebraica para o favor de Deus na vida de uma pessoa, pedindo que Deus sorria para Seus filhos. Portanto hoje, lembre-se de que você é amado por Deus e de que Ele se agrada de ser atencioso e de resplandecer Sua face sobre você. 


PENSE:

"Seu sorriso pode ser uma mensagem de ânimo enviada por Deus a uma alma necessitada".

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Coloque Roupa da Humildade




(Transcrito)


LEIA I Pe 5.1-22

“... porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a Sua graça.”
 I Pe 5.5

Os gregos não viam a humildade como uma qualidade a ser buscada. Ela denotava degradação pessoal ou declínio. Era tida, na visão grega, como sinônimo de fraqueza. A Escritura tem um ensino bem diferente da concepção grega, pois coloca a humildade em alto relevo. Ela é uma virtude que precisa ser desejada. O imperativo apostólico não é seletivo quanto à classe específica de crente nem faixa etária. Ele ordena a todos os cristãos a se cingirem com o avental da humildade.

Pedro usa a metáfora de vestir uma roupa. A figura usada pelo apóstolo diz respeito ao que o escravo colocava para servir o seu senhor. O avental era uma marca cultural que distinguia os escravos. A palavra traz a ideia de uma faixa que era amarrada com um nó bem apertado, para não cair, porque se caísse seria um vexame. O crente precisa adornar a sua vida com a humildade. A propósito, você é humilde?

O evangelista norte-americano Dwight L. Moody disse: um homem pode fingir que ama, pode fingir ter fé, pode fingir ter esperança, mas dificilmente fingirá ter humildade. Santo Agostinho disse: a humildade é o vaso de todas as demais graças. A humildade é o recipiente de todas as graças. E a palavra de Deus fala: “porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a Sua graça”.



terça-feira, 17 de junho de 2014

A Oração da Sondagem




(Transcrito)


LEIA Sl 139.23,24


“Sonda-me, ó Deus...vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno.”  Sl 139.23,24

O coração humano é um abismo tenebroso. Suas paredes são sombrias. Seu corredor, um labirinto sem luz. O recôndito da alma humana é como um porão escuro cheio de tralhas. É um recipiente propício para acumular toda sorte de impureza. O coração é uma fábrica de maldade. Por isso, quem faz a oração da sondagem está disposto a se expor diante daquEle que esquadrinha o coração. Mesmo sabendo que o Senhor é puro de olhos e não pode contemplar o mal.

Mesmo assim, pede ao Senhor para vasculhar o seu coração. Sabe que o Senhor pode achar algo desagradável no recinto de sua alma. O servo de Deus, porém, faz a oração da sondagem porque sabe que somente Deus tem poder para remover os entulhos de seu coração. Aquele que sinceramente faz esta oração deseja ser conhecido como realmente é, por aquEle que conhece tudo e vê todas as coisas. Quem faz a oração da sondagem está disposto a passar pelo crivo da prova do sondador.

O suplicante que almeja ser guiado pelo Salvador faz a oração da sondagem. Peça ao Senhor para sondar o seu coração agora. E, se porventura, for encontrada alguma impureza em seu coração, não deixe para depois. Faça o magno pedido: guia-me pelo caminho eterno. Deus pode purificar o seu coração, endireitar a sua vida e firmar os seus pés.



segunda-feira, 16 de junho de 2014

O Diferente Faz a Diferença




(Transcrito)


LEIA Gn 6.1-22


“Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus.” Gn 6.9

O mundo pós-queda é marcado pela incredulidade, pela injustiça, pela falta de integridade e pelo abandono de Deus. Os dias de Noé foram difíceis por causa dos estigmas provocados pelas mazelas do pecado, os quais permeavam toda a sociedade. A maldade humana era generalizada, multiplicada e contínua. Era ainda, e, sobretudo, uma maldade planejada. A terra estava corrompida à vista de Deus. Estava cheia da violência dos homens.

Naqueles dias imperava a injustiça, não havia integridade e os homens haviam abandonado os valores do reino. Não havia espaço para o exercício da justiça, para vivenciar a retidão e nem para o deleite na presença de Deus. A correnteza das águas corria com ímpeto na direção contrária àquilo que é justo, bom, reto e santo. 

Todavia, as distorções morais e éticas não impediram que a graça se manifestasse sobre Noé. Ele estava inserido no meio desse caos moral, mas por causa da graça foi diferente. A situação conspirava contra a virtude, porém, Noé fez a diferença por ser diferente. Ele surgiu como um luzeiro para fazer a diferença entre a sua geração. As marcas daqueles que fazem a diferença numa sociedade corrompida devem ser evidenciadas. A graça fez de você uma pessoa diferente, para ser candeia no meio da escuridão.




sexta-feira, 13 de junho de 2014

Quem Pratica O Que Sabe, É Feliz




(Transcrito)


LEIA Jo 13.1-38


“Ora, se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes.” Jo 13.17

A contradição é uma marca inequívoca do Século 21. Ela é vista em todos os segmentos da sociedade contemporânea. Diante disso, a Igreja não está imune a tal paradoxo. Hoje, vivemos um momento histórico de muita inconsistência entre aquilo que se fala e aquilo que se faz. Estamos no apogeu da crise da separação entre a ortodoxia e a ortopraxia. A ilha da incoerência tem separado a doutrina da prática, a fé da obra, a graça da ética.

Existe um divórcio sem paralelo, nunca visto na história da Igreja, entre o conhecimento e a prática. Atualmente, o mundo contemporâneo é o mundo dos paradoxos. As ações são contraditórias e as atitudes são ambíguas. O saber tem sido um tipo de poder muito distante do fazer. O saber sem prática depõe contra a nossa cosmovisão cristã. Não adie o casamento do conhecimento com a prática. Procure comprovar aquilo que você conhece por intermédio daquilo que faz.

Precisamos autenticar a nossa ortodoxia com a nossa ortopraxia. O saber bíblico só tem relevância quando é praticado. A verdadeira felicidade não tem como alicerce o acúmulo de conhecimento. Você tem colocado o seu conhecimento numa dimensão concreta da vida? Como posso ser feliz? De acordo com Cristo, felizes são aqueles que praticam aquilo que sabem.



quarta-feira, 11 de junho de 2014

Fruto do Arrependimento



(Transcrito)


LEIA Mt 21.1-46


“Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma coisa. Mas este respondeu: não quero; depois; arrependido, foi.” Mt 21.30

Jesus conta uma parábola: “Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro, disse: filho, vai hoje trabalhar na vinha. Ele respondeu: sim, senhor; porém não foi. Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma coisa. Mas este respondeu: não quero; depois, arrependido, foi” (Mt 21. 28-30). Ela versa sobre dois filhos e um só pedido. A solicitação é igual, mas as respostas são distintas. Note que a resposta do primeiro filho foi dada com prontidão, porém não foi executada.

Entenda uma coisa, Deus não se impressiona com a nossa promessa de obediência. Ele deseja ver a nossa ação. Uma solicitação e dois filhos, porém, dois resultados inconfundíveis. O segundo filho comprova o arrependimento pela obediência. A parábola é pequena em tamanho, mas grande em conteúdo. Ela é concisa, porém poderosa em seu alcance. Sua mensagem toca a mente, alcança o coração e muda a conduta.

Efetua mudança no intelecto, cujo efeito é percebido pela alteração da atitude. O arrependimento não é aferido pelas palavras, mas pelos atos que o comprovam. Testa o arrependimento não pelo que é dito nem pela compreensão doutrinária, mas pelo estilo de vida que atesta uma mudança da mente, a qual é percebida por aquilo que é feito. Portanto, a obediência é filha da fé e do arrependimento.



terça-feira, 10 de junho de 2014

Santificação Prepara Para a Glória




(Transcrito)


LEIA Hb 12.1-29


“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.” 
Hb 12.14

O projeto final de Deus para nossa vida é a glorificação. Nossa pátria é o céu de glória. Por isso, Deus exige de nós a santificação. Ele não abre mão de que vivamos para o louvor de Sua glória. No céu, para onde vamos, não entra pecado. Na cidade santa, “nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira” (Ap 21. 27).

Uma coisa é certa: se quisermos andar com Deus, e desfrutar de Sua presença santa, devemos trilhar o caminho da santidade. A santificação é o instrumento que pavimenta o caminho da glória. Você, que é um filho ou filha de Deus, procure evidenciar a sua filiação. Você já nasceu de novo? Então, busque a santificação. Você foi chamado e justificado? Então, o seu destino é a glória onde encontrará o Senhor.

Nosso destino é a glória, onde Deus “enxugará dos nossos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor” (Ap 21. 4). Portanto, levantemos bem alto o estandarte da gloriosa doutrina da santificação e ouçamos e acatemos a voz de Deus: “Sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe 1. 16). Você deseja encontrar-se com Deus? Se a sua resposta for sim, logo, precisa usar os meios que o Senhor nos deixou para que tenhamos condição de vê-lo face a face.



segunda-feira, 9 de junho de 2014

O Que Queremos?



Por


Anne Cetas


LEIA Sl 73.1-3, 21-28



"Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra". —Salmo 73:25



Minha amiga Maria me disse que nem sempre canta os hinos por completo durante o culto, e afirma: “Não parece honesto cantar ‘Tudo o que desejo é Jesus’ se o meu coração quer muitas outras coisas também.” Valorizo a honestidade dela.

No livro de Salmo 73:25, as palavras de Asafe soam como sendo de um homem profundamente comprometido com Deus e que nada deseja além de Deus: “…Não há outro em quem eu me compraza na terra.” Mas não foi assim que ele começou este salmo. Inicialmente, ele admitiu que queria a prosperidade que outros ao seu redor tinham: “Pois eu invejava os arrogantes…” (v.3). Mas ao aproximar-se de Deus, ele reconheceu que era tolice ter inveja (vv.21,22,28).

Mesmo quando conhecemos Deus, geralmente nos distraímos pela prosperidade de outros. C. S. Lewis escreveu: “Nosso Senhor poderia não considerar nossos desejos fortes demais, mas sim fracos demais […]. Nós nos agradamos muito facilmente” com coisas inferiores a Ele.

O que aprendemos sobre Deus neste salmo pode ajudar quando os nossos desejos tiram nossa atenção do melhor de Deus? Bem, vemos que mesmo sendo tentados a invejar o que outros têm, Ele nos guia continuamente e leva a nossa atenção novamente a Ele. O Senhor “…é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (v.26).

PENSE:

"Uma dose diária da Sabedoria de Deus, pode curar a doença cardíaca chamada inveja".




sexta-feira, 6 de junho de 2014

Branco Como a Neve




Por


Jennifer Benson Schuldt


LEIA Isaías 1:1-4,12-18


vossos pecados […] se tornarão brancos como a neve... —Isaías 1:18

Enquanto levava meu filho para casa depois da escola, a neve começou a cair. Os flocos fofos caíam firmes e rapidamente. Diminuímos a velocidade até pararmos, presos no trânsito. De dentro de nosso veículo, assistimos a uma transformação acontecer. Fragmentos escuros do solo ficaram brancos. A neve suavizou os contornos agudos de prédios; revestiu os carros ao nosso redor e acumulou-se em todas as árvores que enxergávamos.

A nevasca lembrou-me de uma verdade espiritual: assim como a neve cobriu tudo à vista, a graça de Deus cobre nosso pecado. Mas não apenas o cobre. Ela apaga o pecado. Por meio do profeta Isaías, Deus apelou aos israelitas, dizendo: “Vinde, pois, e arrazoemos […] ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve…” (Isaías 1:18). Quando Deus fez esta promessa, Seus filhos tinham um problema doloroso com o pecado. Deus os comparou a um corpo físico infestado com “…feridas, contusões e chagas inflamadas, umas e outras não espremidas, nem atadas, nem amolecidas com óleo” (v.6).

Por pior que fosse o pecado do povo, Deus estava disposto a estender Sua graça a eles. Como Seus filhos hoje, temos a mesma certeza. O pecado pode manchar nossas vidas, mas quando nos arrependemos e os confessamos, temos “…a remissão dos pecados, segundo a riqueza da Sua graça” (Efésios 1:7).

PENSE:

"Somente o sangue de Cristo nos redime do pecado".

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Cangurus e Avestruzes


Por


Bill Crowder

LEIA Fp 3.12-17



"…esquecendo-me das coisas que para trás ficam […] prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação…" —Filipenses 3:13,14


Duas das criaturas nativas da Austrália, cangurus e avestruzes, têm algo em comum — elas raramente se movem para trás. Os cangurus, devido à forma de seu corpo e ao comprimento de sua longa e forte cauda, conseguem saltar em movimentos dianteiros, mas não conseguem transpor o movimento para a direção oposta. Avestruzes conseguem correr rápido com suas longas pernas, mas as juntas em seus joelhos parecem dificultar o movimento para trás. Ambos os animais estão no brasão como símbolo de que a nação deve para sempre mover-se adiante e progredir.

O apóstolo Paulo fez uma abordagem semelhante com relação à vida de fé em sua carta aos filipenses: “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3:13,14).

Ainda que seja sábio aprender com o passado, não devemos viver nele. Não podemos refazer ou desfazer o passado, mas pela graça de Deus podemos avançar e servi-lo fielmente hoje e no futuro. A vida de fé é uma jornada para frente conforme nos tornamos mais semelhantes a Cristo.


PENSE: 

"Irei a qualquer lugar - desde que seja em frente!"




quarta-feira, 4 de junho de 2014

Uma Confiança Bendita




(Transcrito)

LEIA Sl 115.1-18


“Confiam no Senhor os que temem o Senhor; Ele é o seu amparo e o seu escudo.” 
Sl 115.11

O salmista sabia que a natureza humana é propensa a depositar sua confiança no objeto errado. Existe uma grande inclinação de que o homem coloque a sua fé naquilo que é visível e tangível, mas, que não tem vida. Entretanto, ao fazê-lo, o homem cai numa armadilha, porque passa a crer naquilo que não pode guardá-lo. O Espírito Santo de Deus conduz o seu profeta para advertir os homens acerca do perigo de colocar a confiança naquilo que nada pode fazer.

Neste campo, não há neutralidade. Confiamos em nós mesmos e em nossos ídolos ou no Senhor. Agora mesmo você deve estar confiando nalguma coisa. Talvez a sua confiança hoje não esteja colocada nos mesmos objetos dos dias do salmista. Talvez você confie em sua capacidade, em sua influência, em seu conhecimento, em seu dinheiro, em seu plano de saúde ou até mesmo nos governantes.

As coisas visíveis têm sido o "deus" de muitas pessoas, pois dão uma sensação de segurança. Às vezes o homem tem a sensação de que o seu futuro está solidificado naquilo que ele tem. Queridos, não confieis nos homens nem nas coisas. Tanto os homens quanto as coisas são temporais. Todos são efêmeros! Por isso, o salmista estabelece o objeto da confiança, a saber, o Senhor. Confie no Senhor.



terça-feira, 3 de junho de 2014

Uma Confiança Maldita



(Transcrito)


LEIA Jr 17.1-27


“Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem...”
Jr 17.5

A confiança sempre é vista como uma virtude. Ela é tida como uma qualidade louvável, um elemento indispensável para vencer, superar ou transpor os obstáculos da vida. Por certo, você já escutou: “não importa no que, ou em quem você confia, o que importa mesmo é que você tenha confiança”. O pensamento positivo é aclamado por muitos como um fator determinante para o sucesso.

Muitos advogam que o homem precisa ter autoconfiança. Aliás, hoje, os pregoeiros da autoajuda ganham cada vez mais a mente e o coração dos crédulos e incautos. A mensagem é a seguinte: “Confie em você. Descubra o seu potencial. Veja o quanto você é capaz. Você pode, sim. Olhe para dentro de você, e, então descobrirá que o poder para vencer está dentro de você”. Entretanto, a Bíblia condena a confiança cujo objeto da mesma seja o próprio homem.

Quando confiamos na força de nosso braço somos levados para longe do Senhor. Aquele que confia no homem em vez de confiar em Deus é maldito. Quem tem sido o alvo de sua confiança? A maldição de confiar em nós mesmos, porém, tem cura. Basta mudarmos o foco da nossa confiança, pois está escrito: “Bendito o homem que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor” (Jr. 17. 7). Coloque a sua confiança no Senhor.



segunda-feira, 2 de junho de 2014

As Obras Comprovam a Fé




(Transcrito)


Leia Tg 2.1-26



“Mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé.” Tg 2.18

A história comprova uma diferença colossal entre aqueles que sabem e aqueles que sabem e fazem o que sabem. Tiago, quando trata da matéria da fé, tendo como medidor as obras, faz uma pergunta que remete ao assunto aqui abordado: “Crês, tu, que Deus é um só?” (Tg 2. 19). Uma pergunta dessa natureza, dentro de um ambiente cristão, tem uma resposta óbvia. Ele diz: “Fazes bem” (Tg 2. 19).

Para Tiago, tal assertiva não é novidade nem é incomum, pois: “Até os demônios creem e tremem” (Tg 2. 19). Temos aqui uma afirmação teológica correta. Crer que Deus é único demonstra uma construção teológica estritamente ortodoxa. Porém, não basta ter informação ortodoxa sobre a pessoa de Deus. Teologia, conhecimento e fé, que não encontram ecos práticos, igualam-se à fé de demônios. Parabéns àqueles que creem que Deus é um só. Teologia correta.

Entretanto, isso não basta, porque “até os demônios creem e tremem” (Tg 2. 19). Tenha cuidado para que a verdade não seja apenas mero assentimento intelectual em sua vida. Precisamos conhecer para crer, mas, também precisamos fazer para comprovar aquilo que cremos. Com as obras autenticamos a nossa fé salvadora. Portanto, seja mais que um conhecedor, permita que a sua fé seja conhecida pelas boas obras.