segunda-feira, 12 de maio de 2014

Família, Lugar de Cura



(Transcrito)


LEIA Lc 4.1-44


“Ora, a sogra de Simão achava-se enferma, com febre muito alta...” Lc 4.38-39

O apóstolo Pedro era casado e sua sogra morava com ele. Um dia, ela adoeceu. Lucas, sendo médico, nos informa que ela estava com uma febre muito alta. Jesus saiu da sinagoga, foi para a casa de Simão, e a viu acamada, ardendo em febre. Mateus e Marcos nos informam que Jesus tomou-a pela mão, e a febre a deixou. Lucas, porém, registra: “Inclinando-se Ele para ela, repreendeu a febre, e esta a deixou” (Lc 4.39).

Aquela febre não era apenas uma doença física, era, também, uma investida do inimigo contra a sogra de Pedro. Jesus é poderoso tanto para curar a enfermidade como para repreender a doença provocada pelo Maligno. Diz a Escritura que “logo ela se levantou, passando a servi-los” (Lc 4.39). A cura foi imediata e completa. A mulher não só se levantou, mas passou a servir a Jesus e às pessoas que estavam na casa. 

Dois mil anos se passaram e as tensões da nossa casa permanecem as mesmas. Ainda a enfermidade nos aflige. Ainda Satanás nos ataca. Mas, Jesus é o mesmo. Tem o mesmo poder e a mesma autoridade. Ele cura os enfermos, liberta os cativos e restaura a alegria dentro da família. Para Ele não tem causa perdida, problema insolúvel nem doença incurável. Ele pode tudo quanto Ele quer. Nunca desista de esperar um milagre de Jesus em sua vida e em sua família.




sexta-feira, 9 de maio de 2014

Família, Lugar de Reconciliação



(Transcrito)


LEIA Gn 33.1-20


“Então, Esaú correu-lhe ao encontro e o abraçou; arrojou-se-lhe ao pescoço e o beijou; e choraram.” Gn 33.4

A família é a instituição mais antiga do mundo. Preexiste à igreja e ao Estado. É a base de toda a estrutura social. Nela se desenrolam as relações mais profundas. Às vezes, os relacionamentos ficam estremecidos dentro do lar. Filhos se levantam contra pais e pais contra filhos. Irmãos declaram guerra a seus próprios irmãos, e assim, a família se torna um campo de guerra. 

A família de Isaque e Rebeca lança luz sobre o assunto. Esse casal teve Esaú e Jacó, dois filhos gêmeos. Representavam duas nações. Seus pais, por falta de habilidade, cavaram abismos no relacionamento deles, em vez de construir pontes de amizade entre eles. Isaque tinha predileção por Esaú e Rebeca por Jacó. Os filhos separaram os pais e os pais jogaram um filho contra o outro. A mentira e os arranjos tramados nos bastidores só agravaram a relação já estremecida dos irmãos.

Jacó roubou astuciosamente a bênção de primogenitura. Esaú, furioso, resolve matar seu irmão. Jacó foge de casa e nessa fuga passa mais de vinte anos fora. Só depois de constituir família e voltar à sua terra é que Jacó tem um encontro com seu irmão. Deus aplainou o caminho e eles se abraçaram, choraram e se perdoaram. A reconciliação deles trouxe paz para a família na terra e glória para Deus no céu.



quinta-feira, 8 de maio de 2014

Família, Lugar de Salvação




(Transcrito)


LEIA II Tm 3.1-17


“e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus”  II Tm 3.15

A família é o palco onde se desenrolam os grandes acontecimentos da vida. Evoco a história de Timóteo, registrada no livro de Atos e nas epístolas paulinas. Nasceu num lar piedoso. Sugou com o leite materno a piedade e recebeu desde a infância a instrução das Escrituras. A fé genuína habitou primeiro em sua avó Loide e também em sua mãe Eunice. Essa mesma fé foi transmitida a Timóteo. Esse conhecimento da verdade tornou-o sábio para a salvação.

Mais tarde, Timóteo conhece o apóstolo Paulo e torna-se seu filho na fé, discípulo e companheiro de viagens. Paulo disse que Timóteo transcendeu a todos os outros cooperadores, porque ninguém havia como ele, que cuidasse dos interesses de Cristo e da Igreja. Timóteo foi pastor da Igreja de Éfeso, num tempo crítico, onde os crentes da Ásia estavam numa debandada geral. Mesmo sendo jovem, tímido e doente, liderou o povo de Deus num tempo de perseguição política e invasão de falsos mestres.

A criação de Timóteo reafirma a verdade das Escrituras: “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele” (Pv 22.6). O legado espiritual que Timóteo recebeu na infância produziu abundante retorno na juventude e grande colheita para o reino de Deus ao longo da história.



quarta-feira, 7 de maio de 2014

Família, Lugar de Superação



(Transcrito)


LEIA I Cr 4.1-43

“Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: Porque com dores o dei à luz.” I Cr 4.9

Jabez foi mais nobre do que seus irmãos. Não se conformou com a decretação da derrota. Reagiu diante de tragédia. Seu nome tinha um enorme peso. Sua mãe sofreu muito para lhe dar à luz. Então, ergueu um monumento vivo à sua dor, colocando esse nome no filho. 

Jabez poderia ter se conformado àquele destino inglório. Porém, ele se voltou para Deus e rogou quatro coisas: primeiro, pediu a bênção de Deus. Compreendeu que a dor sem a presença de Deus é insuperável. Porém, com a bênção do Altíssimo, os traumas do passado podem ser superados.

Segundo, pediu a prosperidade de Deus. Rogou que suas fronteiras fossem alargadas. Quis mais influência para ser um maior influenciador. Jabez não se conformou com a limitação que lhe havia sido imposta. Ele subiu nos ombros dos gigantes e teve a visão do farol alto.

Terceiro, pediu a presença de Deus. Pediu que a mão de Deus fosse com ele. Diante dos grandes embates da vida não podemos vencer sem a presença de Deus. É a presença do Altíssimo que remove o medo e tonifica a fé. 

Quarto, pediu proteção do mal. Jabez sabia que a vida se desenrola num campo minado pelo inimigo. Jabez pediu livramento do maligno e também livramento da aflição provocada por ele. Deus atendeu sua oração e fê-lo mais nobre que seus irmãos.



terça-feira, 6 de maio de 2014

Família, Lugar de Amizade



(Transcrito)


LEIA Pv 17.1-28



“Em todo tempo ama o amigo, 
e na angústia se faz o irmão.”  Pv 17.17

Nossos melhores amigos precisam estar dentro da nossa própria casa. É no lar que forjamos nossas relações mais duradouras. É no seio da família que firmamos os laços das amizades mais profundas. O amigo verdadeiro é aquele que confronta você com firmeza e o consola com doçura enquanto o falso amigo lisonjeia você pela frente e o critica pelas costas. O amigo verdadeiro está ao seu lado em todo o tempo; o falso amigo aparece ao seu lado apenas na foto das celebrações.

O verdadeiro amigo, aproxima-se de você para oferecer algo; o falso amigo encosta-se em você, como um parasita, apenas para obter algo. O verdadeiro amigo ama em todo o tempo; o falso amigo não ama nunca. O verdadeiro amigo é aquele que chega em sua casa quando todos já se foram; o falso amigo é aquele que se afasta de você na hora da crise.

A família precisa ser o celeiro de amizades genuínas. É dentro da família que precisamos expressar nosso amor mais profundo e nossa amizade mais leal. É na família que devemos fazer nossos mais robustos investimentos. Quem não cuida de sua família nega a fé. Quem não é leal aos de casa, não pode ser fiel aos de fora. É no laboratório da família que devemos desenvolver nossas experiências mais profundas acerca da verdadeira amizade.




segunda-feira, 5 de maio de 2014

Família, Lugar de Oração



(Transcrito)


LEIA  Jo 16.1-24


“... em verdade, em verdade vos digo: se pedirdes alguma coisa ao Pai, Ele vo-la concederá em Meu nome.” Jo 16.23

A família foi criada por Deus, depende de Deus e só caminha vitoriosa na força de Deus. Dinheiro, sucesso e poder são bordões frágeis demais para nos manter de pé nas lutas da vida. A força do nosso braço e a destreza da nossa mente não são suficientes para nos garantir a vitória. A ajuda que vem de dentro não basta; precisamos da ajuda que vem do alto. De Deus vem o poder para caminharmos sobre as ondas bravias do mar da vida.

Mas, onde está esse poder? Não vem da psicologia, da autoajuda. Não procede da meditação transcendental nem dos rituais religiosos. Esse poder vem de cima, do alto, de Deus. A oração é o recurso sobrenatural que Deus colocou em nossa mão para vivermos vitoriosamente. A oração é como um incenso que sobe da terra ao céu. O que queima o incenso é o fogo. Por isso, precisamos manter aceso o fogo no altar da oração, pois a oração conecta o altar com o trono, une a fraqueza humana com a onipotência divina.

A oração pode tudo quanto Deus pode, pois tudo quanto pedimos ao Pai em oração, em nome de Jesus, Ele nos concede. A família vitoriosa caminha de joelhos. Quanto mais demonstramos nossa dependência de Deus, mais fortes nós somos. Um crente de joelhos é mais valente do que um guerreiro. Uma família de joelhos é mais forte do que um exército.



sexta-feira, 2 de maio de 2014

Família, Lugar de Vida



(Transcrito)


LEIA Sl 34.1-22


“Vinde, filhos, e escutai-me; eu vos ensinarei o temor do Senhor.” Sl 34.11

A família é o palco onde se desenrolam as cenas mais importantes da vida. É onde celebramos as maiores vitórias e choramos as dores mais profundas. É onde compartilhamos nossos momentos de glória e dividimos nossas horas mais tristes. É o lugar onde somos aceitos não pelo nosso sucesso, mas apesar dos nossos fracassos. A família é lugar de vida, mas também onde choramos a dor mais aguda do luto.

A família é ideia de Deus. É instituição divina. Deus a estabeleceu para ser uma fonte de alegria, um oásis de amor, um refúgio de paz. É na família que aprendemos as mais importantes lições de vida. É no lar que forjamos o nosso caráter. É no recôndito da família que aprendemos os valores que hão de nortear nossa caminhada. Partimos do lar em busca de sustento e voltamos para o lar em busca de abrigo e refrigério. Saímos do lar para adquirir conhecimento e voltamos ao lar para repartir nosso saber.

A família é lugar de semeadura e colheita. Quanto mais semeamos em nossa família, mais colhemos os frutos sazonados do amor, da amizade e do respeito. Quando investimos generosamente em nossa família, fazemos um depósito robusto em nossa própria conta. Quanto mais valorizamos a família, mais valorizados somos e mais felizes vivemos.





quarta-feira, 30 de abril de 2014

O Socorro de Deus



(Transcrito)


LEIA Sl 46.1-11

“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações” Sl 46.1

O profeta Naum diz que o socorro divino é a âncora da nossa paz, quando escreve: “... Deus é fortaleza no dia da angústia...” (Na 1.7). Deus não abandona o Seu povo nas batalhas mais amargas da vida. Ele inspira canções de louvor nas noites escuras e coloca em nossos lábios um cântico de vitória, mesmo quando as lágrimas grossas rolam pela nossa face.

Ele é nossa cidade-refúgio, nosso escudo protetor, nosso amigo mais achegado, nosso abrigo no temporal. Nem sempre Ele nos livra da angústia, mas sempre é fortaleza no dia da angústia. Nem sempre nos livra do fogo ardente das provas, mas sempre nos livra nas provas. O fogo das provas só pode queimar nossas amarras, mas não pode tostar sequer um fio de cabelo da nossa cabeça. Nem sempre Deus nos livra da morte, mas sempre nos livra na morte e nos leva a salvo para o Seu reino celestial.

O futuro pode ser incerto para nós; jamais, porém, o será para Deus. Caminhamos de força em força, de fé em fé, sendo transformados de glória em glória até entrarmos na cidade santa pelas portas. Enquanto cruzamos os vales escuros da sombra da morte aqui, temos dois amigos inseparáveis na caminhada: bondade e misericórdia. Mas quando terminarmos a jornada, habitaremos na Casa do Senhor para todo o sempre.




terça-feira, 29 de abril de 2014

Continue Esperando Um Milagre


(Transcrito)


LEIA I Sm .1-28


“Ela concebeu e, passado e devido tempo, teve um filho, a que chamou Samuel, pois dizia: Do Senhor o pedi” 1Sm 1.20

A vida de Ana é uma inspiração para milhões de mulheres até hoje. Ana era estéril, mas tinha o sonho de ser mãe. Seu marido a amava, mas sua rival a provocava excessivamente para a irritar. Elcana, seu marido, um dia lhe aconselhou a desistir desse sonho, mas Ana não desistiu. Continuou resoluta na expectativa do milagre. O sacerdote Eli, noutra ocasião, ao vê-la orando no templo, pensou que ela estivesse bêbeda e a repreendeu.

Mas, Ana não se calou nem nutriu mágoa no coração. Ela se manteve focada no propósito de gerar um filho. Fez um voto a Deus, dizendo que se o Senhor ouvisse seu clamor e lhe desse um filho, ela o devolveria para ser um sacerdote. O sacerdote Eli, vendo que ela derramava sua alma diante de Deus, ordenou-lhe voltar para casa com a promessa da vitória. Ela voltou para casa, coabitou com seu marido, Deus se lembrou dela, ela concebeu e deu à luz a um filho, a quem pôs o nome de Samuel.

A aparente demora de Deus era pedagógica. Os propósitos de Deus são maiores do que os nossos sonhos. Deus não deu apenas um filho a Ana, mas seu filho foi o maior profeta, o maior sacerdote e o maior juiz da sua geração. Quando as coisas parecem fora de controle, estão sob o controle de Deus. Quando tudo parece perdido, continue esperando um milagre!



segunda-feira, 28 de abril de 2014

Minha Dor Não Vai Passar



(Transcrito)


LEIA Jó 3.1-26


“Aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece” Jó 3.25

Jó foi o homem mais piedoso de sua geração. Seu exemplo inspira milhões de pessoas até hoje. Foi um homem aprovado por Deus, questionado por Satanás e acusado pelos homens. Foi amado no céu e fuzilado na terra. Sofreu as maiores perdas, enfrentou as maiores angústias, curtiu as maiores dores. Perdeu bens, filhos e saúde. Perdeu o apoio da mulher e dos amigos. Ficou só no pó e na cinza, amargando sua dor.

Quando estava magérrimo, com a pele necrosada, com o corpo tomado de feridas, ergueu aos céus sua queixa. Do profundo de sua alma clamou, dizendo: “Se eu me calar, a minha dor não vai passar”. O sofrimento de Jó foi atroz. Foi sofrimento físico e emocional. Moral e espiritual. Porém, no meio da noite escura da alma, esse velho patriarca ergue os olhos rumo ao futuro e diz: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus” (Jó 19.25,26).

No tempo oportuno de Deus brotou a cura para Jó. Deus restaurou sua sorte. Devolveu-lhe seus bens em dobro. Restaurou seu casamento e deu-lhe mais dez filhos. Sua dor cessou e seu testemunho ainda ecoa nos ouvidos da história. O mesmo Deus que consolou Jó e restaurou sua sorte pode trazer um tempo de refrigério para sua alma.



sexta-feira, 25 de abril de 2014

Autoajuda ou Ajuda do Alto?



(Transcrito)


LEIA Rm 8.1-39


“Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossas fraquezas...” Rm 8.26

Os livros de autoajuda estão cada vez mais na moda. São, disparadamente, as obras mais procuradas e consumidas no mercado literário. Esses autores, do alto de sua pretensa sapiência, dizem que você é forte, que você é um gigante, que você foi destinado a vencer e as chaves da vitória estão em suas próprias mãos. 

A Bíblia diz, porém, que nós somos fracos. O Espírito Santo nos assiste em nossas fraquezas. Temos fraquezas físicas. O tempo vai esculpindo em nossa face algumas rugas indisfarçáveis. Temos fraquezas emocionais. Chegamos a ponto de nos desesperarmos da própria vida. Temos fraquezas morais. Caímos nos mesmos erros e reincidimos nos mesmos fracassos. Temos fraquezas espirituais. Somos um ser ambíguo e contrário. Fazemos o que detestamos e deixamos de fazer aquilo que aprovamos. A nossa força não está em nós mesmos. Está em Deus.

A questão não é autoajuda, mas ajuda do alto. O nosso socorro não vem do braço da carne, mas do Deus Todo-poderoso. Em vez de caminharmos escorados em nosso próprio bordão, devemos avançar na força do Onipotente. Neste século humanista e embriagado pela vaidade humana, precisamos erguer nossa voz para dizer que é de Deus que vem toda a força para uma vida vitoriosa!



quinta-feira, 24 de abril de 2014

Um Clamor Por Restauração



(Transcrito)


LEIA Sl 126.1-6



“Restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe” Sl 126.4

O Salmo 126 retrata a alegria do povo de Israel pelo retorno do cativeiro. Os três primeiros versículos olham para o passado com gratidão pelo livramento de Deus. Os dois últimos versículos olham para o futuro, entendendo que precisamos semear, ainda que com lágrimas, para voltarmos com júbilo trazendo abundantes feixes. Mas, o versículo quatro, olha para o presente e faz um forte clamor: “Restaura, Senhor, a nossa sorte como as torrentes do Neguebe” (Sl 126.4).

Três verdades são destacadas aqui: primeira, as vitórias do passado não são garantias de sucesso hoje. O povo havia se alegrado com o livramento do cativeiro, mas agora, mesmo de volta à sua terra, estava vivendo um tempo de sequidão. 

Segunda, em tempos de crise precisamos buscar a Deus em oração. A crise nunca impediu a mão de Deus de agir. Os grandes avivamentos nasceram do ventre da crise. Quando reconhecemos nossa sequidão, clamamos pelas torrentes restauradoras de Deus.
                                                                        
Terceira, somente Deus pode mudar a nossa sorte. Somente Deus pode trazer vida num cenário onde a morte mostra sua carranca. Somente Deus pode transformar nossos vales secos em mananciais. Assim como Deus faz brotar torrentes de águas no deserto do Neguebe, também irrompe com vida abundante a partir da sequidão da nossa alma.




quarta-feira, 23 de abril de 2014

Aos Pés do Salvador




(Transcrito)


LEIA Jo 11.1-57


“Quando Maria chegou ao lugar onde estava Jesus, ao vê-lo, lançou-se-lhe aos pés...” Jo 11.32

Maria, irmã de Marta e Lázaro foi uma mulher extraordinária. Aparece apenas em três relatos das Escrituras. Nos três, ela está assentada aos pés do Salvador. A primeira vez, ela está assentada aos pés de Jesus para aprender (Lc 10.39). Jesus está em sua casa e, Marta, sua irmã, está afadigada, correndo de um lado para o outro, para servir Jesus. Maria, porém, estava assentada aos Seus pés para ouvir os Seus ensinamentos. Jesus disse que Maria havia escolhido a melhor parte. 

A segunda vez que vemos Maria é no contexto da morte de Lázaro (Jo 11.32). Ela vai ao encontro de Jesus e assenta-se a Seus pés para chorar. Jesus conhece a nossa dor e tem poder para enxugar nossas lágrimas. 

A última vez que Maria aparece é no contexto da presença de Jesus, num jantar, em sua casa, agora, com Lázaro ressurreto, à mesa (Jo 12.3). Maria, surpreende a todos, quando toma uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, unge os pés de Jesus e os enxuga com seus cabelos, enchendo-se toda a casa com o perfume do bálsamo. Maria está aos pés de Jesus para aprender, chorar e agradecer. Ela quer receber dEle a instrução e quer dar a Ele a glória devida. Assente-se você também aos pés de Jesus!

  

terça-feira, 22 de abril de 2014

Angústias do Inferno



(Transcrito)


LEIA Sl 116.1-19


“Laços de morte me cercaram, e angústias do inferno se apoderaram de mim...” 
Sl 116.3

O Salmo 116 é uma descrição da nossa própria biografia. O salmista enfrenta laços de morte e angústias do inferno (v 3). A angústia é um sentimento democrático, pois alcança a grandes e pequenos, pobres e ricos, doutores e analfabetos e, muitas vezes, nos asfixia, nos atormenta, tirando nosso sono, nossa paz, nosso foco. 

Há angústias leves, moderadas e severas. Há até mesmo angústias do inferno (Sl 116.3). O que fazer quando essa angústia enfia em nós seus tentáculos? O salmista invocou o nome do Senhor! E ao fazê-lo, descobriu duas coisas gloriosas: o caráter de Deus e a intervenção divina. Descobriu que Deus é misericordioso e compassivo e se importa conosco. Está atento à nossa aflição e padece conosco nossas dores. Deus nos revela não apenas Seu caráter, mas, também, Suas ações portentosas. 

Ele nos traz livramento tríplice. Livra nossa alma da morte, nossos olhos das lágrimas e nossos pés da queda. Ou seja, Deus nos dá livramento espiritual, emocional e moral. É Deus quem resgata nossa alma do pecado. É Deus quem enxuga nossos olhos. É Deus quem firma nossos passos. Depois desse grande livramento, o salmista assumiu três compromissos com Deus: invocá-Lo ao longo da vida (v 2), andar em Sua presença (v 9) e amá-Lo de todo o coração (v 1).



segunda-feira, 21 de abril de 2014

O Poder Através da Oração




(Transcrito)

LEIA Tg 5.1-20

“... muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” Tg 5.16

A oração é a força mais extraordinária em operação neste mundo. A oração conecta o altar ao trono, a fraqueza humana à onipotência divina. A oração não é poderosa; Todo-poderoso é o Deus que responde as orações. A oração, por meio de Jesus, nos leva à sala do trono e nos põe face a face com aquEle que está assentado na sala de comando do universo. 

A Bíblia diz que muito pode por sua eficácia a súplica do justo. Elias orou para não chover e não choveu. Orou e o azeite se multiplicou na botija da viúva. Orou e o filho da viúva ressuscitou. Orou e fogo caiu do céu. Orou e as torrentes voltaram a regar a terra seca. A oração é a chave que abre as portas do céu. Deus ouve a oração do justo. Deus age por meio da oração do justo. O Deus soberano escolheu agir por intermédio da oração do Seu povo.

Não há impossibilidades para a oração, porque também não há impossibilidades para Deus. Tudo quanto Deus pode fazer, a oração pode, pois o poder que opera pela oração não é o poder do homem, mas o poder de Deus. Ouse falar com Deus em oração. Foi o próprio Jesus quem disse: “Todo aquele que pede recebe, todo aquele que busca encontra e todo aquele que bate terá a porta aberta”. O poder não está na oração, mas vem através da oração.