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quarta-feira, 5 de março de 2014

Papai e Eu



Por


Philip Yancey


LEIA Mateus 9:35–10:1

"Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar". — Gênesis 2:15

Certa vez, um amigo passou um dia instalando grandes caminhos de pedra em seu quintal. Quando sua filha de cinco anos implorou para ajudar, ele sugeriu que ela apenas cantasse para incentivá-lo no trabalho. Ela disse não. Ela queria ajudar. 

Com cuidado, quando não oferecia risco a ela, o pai a deixava colocar as mãos sobre as pedras enquanto ele as movia. Ele poderia ter assentado as pedras em menos tempo sem ela. Porém, ao fim do dia, ele tinha não só novos caminhos, mas também uma filha explodindo de orgulho. “Eu e o papai fizemos caminhos com pedras”, ela anunciou no jantar daquela noite. 

Desde o início, Deus contou com pessoas para levar adiante a Sua obra. Após equipar Adão para cultivar a terra e supervisionar os animais, Deus deixou o trabalho do jardim nas mãos dele (Gênesis 2:15-20). O padrão tem sido mantido. Quando Deus quis um lugar de moradia na terra, um tabernáculo e um templo Ele não os fez descer do céu; milhares de artistas e artesãos trabalharam para dar forma às obras (Êxodo 35–38; I Reis 6). Quando Jesus proclamou o novo reino de Deus na terra, Ele convidou os seres humanos para ajudarem. Ele disse aos Seus discípulos: “Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a Sua seara” (Mateus 9:38). Assim como um pai faz com seus filhos, Deus nos acolhe como parceiros do Seu reino.

PENSE:

"Deus usa servos humildes para realizar a Sua grande obra".


sábado, 5 de fevereiro de 2011

A Fidelidade nos Levará Longe


(Transcrito)


“Porque de Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós.” 1 Co 3.9



Em pelo menos onze ocasiões o apóstolo Paulo se referiu a pessoas que com ele estavam no ministério chamando-as de cooperadoras. Eram homens e mulheres que operavam com Paulo na proclamação da mensagem de Jesus Cristo. Ao reconhecer a importância deles e em alguns casos nominá-los percebe-se que a obra de Deus não é realizada isoladamente.

Uma das bênçãos de cooperar é não trabalhar sozinho. Cada um faz uma parte e todos constroem o todo. Assim não pesa demais para ninguém. Insisto no conceito que chamo de confortabilidade. Acredito que na Igreja uma pessoa não deva fazer nada além do que de fato possa. Quem vai além pode encontrar o esgotamento, o que resulta em irritação instantânea, briga sem sentido e perda da produtividade. Ao nos dotar de dons, talentos e nos permitir desenvolver competências, Deus nos mostra o caminho da cooperação. Cada um pode fazer o que sabe e aprender o que desconhece, oferecendo parte do seu tempo ao lado de outros irmãos e irmãs.