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sexta-feira, 5 de junho de 2020

Intimidade Com Jesus

Por Angela Vauthier


"Mandaram-lhe, pois, suas irmãs dizer: 'Senhor, eis que está enfermo aquele que Tu amas". (João 11:3)✝️




Existem amizades que de tão fortes, mais parece ser família. A confiança no outro para pedir ajuda quando se precisa, a alegria em dividir os momentos de felicidade e o prazer de desfrutar da companhia do amigo são a prova de que a amizade é verdadeira. 

Quando seu amigo se torna alguém importante na sociedade e você precisa falar com ele com urgência, não é preciso verificar espaço na agenda, pois a ordem que a
secretária recebe para lhe atender é: "ele é meu amigo". Existe um adágio popular que diz: "é melhor ter um amigo na praça do que dinheiro na caixa". 

Lázaro tinha esse privilégio com Jesus, eles eram amigos e era sabido pelas pessoas que Jesus o amava. Por ocasião de sua morte, ao chegarem frente a sua tumba, Jesus chorou, trazendo admiração para os que ali estavam. Lázaro foi ressuscitado e voltou para o convívio de suas irmãs e amigos. 

Muitas pessoas conviveram com Jesus quando Ele deu início ao Seu ministério, mas a Bíblia só destaca Lázaro e o apóstolo João como as pessoas a quem Jesus amava. Isso não quer dizer que Ele não amasse aos outros, mas esses deveriam ser os mais chegados, os que dedicavam mais tempo para estar com Ele, tinham mais intimidade. Os outros discípulos andaram com Jesus, mas andar com alguém não 
significa que se é íntimo. 

Podemos ter títulos, posições e sermos pessoas influentes na sociedade, mas se não formos íntimos de Jesus, se Ele não não for o nosso amigo e nos amar, para nada serve a nossa notoriedade.   Não almeje destaque, almeje intimidade com quem é o Todo-poderoso!


terça-feira, 28 de abril de 2020

Minha Voz X Voz de Deus

Por Angela Vauthier


"Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei e tomaremos juntos uma refeição, em íntima companhia". (Apocalipse 3:20) 🚪🍷✝️









É comum nos reunirmos com familiares e/ou amigos para um momento de descontração. Pode ser um jantar, uma festa de aniversário ou apenas um churrasco com direito a música, risos e muita conversa jogada fora. E muitas vezes o barulho é tão grande que não conseguimos entender o que se conversa e nem se alguém está chamando à porta. 

Mas às vezes a nossa luta interior faz mais barulho do que uma festa e ninguém consegue ouvir, somente nós mesmos. Quantas vezes agimos assim com Deus: o nosso barulho é tão grande que não conseguimos ouvir a Sua voz. Pode ser num momento de alegria, onde a nossa felicidade fala tão alto que não O ouvimos chamando para ser parte da comemoração e O deixamos de fora; um momento de decisão, quando colocamos a confiança em nossa própria capacidade acima da nossa fé num Deus que tudo pode e não O ouvimos dizer que Ele já tem a solução do problema; também no momento de ansiedade ou tristeza e o nosso choro é tão alto que não ouvimos a voz do Senhor nos dizendo para ficarmos calmos porque Ele irá enxugar as nossas lágrimas. 

Que façamos silêncio e ouçamos a voz do Senhor que está à porta querendo entrar e ter um momento de intimidade conosco, mas é educado e espera que a porta seja aberta, Ele não faz invasão. Pense nisso!      

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A Banalização do Sexo




(Transcrito)

“Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição”. 1 Ts 4.3



Os nossos dias são caracterizados pela sexolatria e divinização do corpo, bem como pela exaltação do prazer. É o desfraldamento das bandeiras da satisfação dos desejos imediatos. O sexo hoje é explorado, comprado e vendido.

Ele se tornou veículo de comunicação. O sexo foi liberado e banalizado. As pessoas são bombardeadas por sexo vinte e quatro horas por dia: é a televisão, é o cinema, é o teatro, é a literatura a protagonizarem a prática do sexo antes e fora do casamento.

A intimidade no namoro, por exemplo, é muito perigosa. É como uma droga: aos poucos e a cada dia é preciso ir aumentando a dose para a “satisfação”. Muitos dizem: “Eu sei até onde eu posso ir, eu conheço os meus limites” e quando menos esperam estão caídos, humilhados, envergonhados. É preciso estabelecer limites. É preciso não abrir precedentes em termos de carícias. É preciso cuidado para que os namorados não fiquem muito tempo sozinhos. O isolamento é terreno perigoso.


PENSE:

"O sexo antes do casamento não é prova de amor, pois o amor é paciente e tem domínio próprio".