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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Família, Lugar de Aliança




(Transcrito)



LEIA Malaquias 2.1-17



“Porque o Senhor, Deus de Israel, diz que odeia o repúdio...”
Ml 2.16

O divórcio está em alta porque o casamento está em baixa. Discutimos muito sobre divórcio, porque compreendemos pouco o que é casamento. O profeta Malaquias disse que Deus odeia o repúdio. O casamento é instituição divina; o divórcio não. Deus ordena o casamento, mas apenas permite o divórcio; e isso, por causa da dureza do coração. O casamento é a expressa vontade de Deus; o divórcio é seu máximo desgosto. O divórcio é a apostasia do amor, a quebra da aliança.

O divórcio é fácil, mas não indolor. É visto como uma conquista, mas traz consequências dramáticas para os cônjuges, e, sobretudo, para os filhos. O divórcio, embora permitido por Deus, não é compulsório. Talvez você esteja pensando em desistir do seu casamento, só vendo os pontos negativos de seu cônjuge. Talvez a decepção seja maior do que o encantamento e você já esteja cansado de esperar mudança. Talvez você esteja até mesmo envolvido emocionalmente com outra pessoa. Cuidado!

Esse é um caminho perigoso. Melhor do que o repúdio é a restauração. Melhor do que o divórcio é o perdão. Melhor do que a separação é a reconciliação. Deus pode curar suas feridas. Deus pode derramar amor em seu coração. Deus pode pegar seu casamento, esse vaso que se estragou, e fazer dele um vaso novo!



quarta-feira, 21 de maio de 2014

Família, Lugar de Longevidade



(Transcrito)


LEIA Pv 10.1-32


“O temor do Senhor prolonga os dias de vida, mas os anos dos perversos são abreviados.” Pv 10.27

A ciência tem trabalhado arduamente para prolongar a expectativa de vida do ser humano. Conseguimos debelar muitas doenças endêmicas. Conseguimos avançar em tratamentos, que outrora, a morte parecia inevitável. Hoje, vivemos no reino da tecnociência, do avanço extraordinário da medicina. Não obstante, as conquistas nesse campo, outro fator fundamental para a longevidade é o temor do Senhor.

O temor do Senhor é um freio contra o mal. Há circunstâncias que nada detêm o homem de praticar o mal, senão o temor do Senhor. Haverá momentos que você estará longe de seus pais, dos filhos, do cônjuge, dos amigos, da pátria, e nessas horas de solidão e isolamento a tentação baterá à porta do seu coração com ímpeto ou com manhosa sedução. Nessas horas, o único freio moral é o temor do Senhor. Ele é a sirene que acorda a consciência.

O temor do Senhor impediu José do Egito de se deitar com a mulher de Potifar. O temor do Senhor impediu o governador Neemias de ser um político corrupto em Jerusalém. O temor do Senhor nos livra de lugares perigosos, atitudes suspeitas e pessoas sedutoras. O temor do Senhor é tônico para a alma e elixir de vida para o corpo. Se os anos dos perversos são abreviados, os anos daqueles que temem a Deus são dilatados na terra.



terça-feira, 29 de maio de 2012

O Drama da Infidelidade




(Transcrito)


“As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios, afogá-lo [...]” Ct 8.7

A infidelidade conjugal deixou de ser uma exceção nesta sociedade decadente. Hoje, mais de cinquenta por cento dos casais são infiéis ao seu cônjuge até a idade dos quarenta anos. Isso é um atentado contra o casamento e sinaliza o colapso da família. Os valores morais absolutos estão sendo tripudiados na mídia e nas cortes judiciais. As verdades que sustentaram a sociedade ao longo dos séculos, estão sendo escarnecidas nas ruas e ridicularizadas em nossas casas de leis. O casamento tornou-se apenas uma experiência passageira. Troca-se de cônjuge como se troca de roupa.


A sociedade aplaude o conceito equivocado de que “o amor é eterno enquanto dura”. A infidelidade conjugal é vista como uma conquista e não como um sinal de decadência. É incentivado em vez de ser combatido. Os frutos da infidelidade conjugal, porém, são desastrosos. O fim dessa linha é a vergonha e a morte. Os adúlteros não herdarão o reino de Deus. Quem comete adultério está fora de si e somente aqueles que querem se destruir cometem tal loucura.


sábado, 28 de agosto de 2010

Comunicação Saudável


(Transcrito)


“[...] feriu o Senhor a Nabal, e este morreu”. 1Sm 25.38



A língua pode dar vida ou matar o casamento. Pode ser remédio ou veneno, fonte de vida ou de morte. O casal precisa ter sensibilidade para se ouvir e pressa para atender as suas necessidades. Deve ser companheiro, confidente, consolador. Deve ser pródigo nos elogios e cuidadoso nas críticas; pontual nos compromissos, verdadeiro nas palavras e leal nas atitudes. Deve tratar o cônjuge com carinho na intimidade e com respeito em público. Valorizar seus dons e encobrir suas deficiências. Ministrar a abundância do seu amor e não lhe sonegar o seu perdão. Nada mata mais o romantismo no casamento do que uma comunicação rude.

A Bíblia fala acerca de Nabal, marido de Abigail. Ele era um homem rude e duro no trato. Suas palavras eram ferinas. Ele era um homem intratável. Tinha mania de grandeza. Queria ser o que não era. Era beberrão, briguento. Seu fim foi trágico, sua história um rastro de vergonha. Não há relacionamentos saudáveis sem uma comunicação generosa.


PENSE:

"Não há casamento feliz sem uma comunicação saudável".