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domingo, 26 de abril de 2015

O Criador dos Céus e da Terra



(Transcrito)


LEIA  Colossenses 1.13-17


“Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, e, sem Ele, nada do que foi feito se fez”
Jo 1.3

Aquela tenra criança nascida em Belém e envolta em panos, não é outro senão o próprio criador do universo. Foi Ele quem lançou os fundamentos da terra, mediu as águas na concha de Sua mão e pesou o pó da terra em balança de precisão. Foi Ele quem mediu os céus a palmo e espalhou as estrelas no firmamento. Foi Ele quem colocou limite nas águas do mar e fez separação entre as águas e a terra seca.

Este vastíssimo e insondável universo com mais de noventa e dois bilhões de anos-luz de diâmetro foi criado por Ele e é sustentado pela palavra de Seu poder. Sem matéria preexistente, o Filho de Deus trouxe à vida este colossal universo. Do nada Ele tudo criou. Não apenas criou, mas também sustenta toda a obra da criação. Ele é quem nos dá vida, respiração e tudo o mais. Dele vem a chuva e o sol. Ele é quem dá vida à semente e pão ao que tem fome.

Nele vivemos, nos movemos e existimos. Ele é a fonte de todo o bem. Ele é o dono e o governador do universo. Dele emana todo o poder. Ele é tudo em todos. Sem Ele nada podemos fazer. Jesus é o dom precioso de Deus para nós, pois, por amor de nós, pecadores, deixou a glória e veio ao mundo a fim de se identificar conosco, carregar sobre Si os nossos pecados, morrer em nosso lugar, e nos dar a vida eterna.



terça-feira, 21 de abril de 2015

O Maravilhoso Conselheiro



(Transcrito)

LEIA  Isaías 9.1-7

“... e o Seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”
 (Is 9.6)

O Profeta Isaías, conhecido como o profeta messiânico, abriu as cortinas do tempo, e mostrou com grande clareza, a identidade do Filho de Deus. Apresentou-O como Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz. 

Jesus é Maravilhoso Conselheiro porque Suas palavras são espírito e vida. Todo aquele que ouve Suas palavras e nEle crê, tem a vida eterna. Jesus é Maravilhoso Conselheiro porque os aflitos encontram nEle uma fonte inesgotável de paz, os enfermos a cura completa, e os perdidos o caminho de volta para Deus.

Jesus é Maravilhoso Conselheiro porque restaura os caídos, e devolve a esperança aos que vivem atormentados pelo medo e pela culpa. Por intermédio de Seu poder os cegos veem, os mudos falam, os surdos ouvem, os paralíticos andam, os leprosos são purificados e os mortos ressuscitam. Suas palavras quebram os endurecidos e restauram os quebrantados. 
Seus ensinos iluminam as mentes entenebrecidas e Suas obras manifestam seu excelente poder. 

Jesus é Maravilhoso Conselheiro porque Seu ensino foi exemplificado pela Sua vida. Sua vida foi a avalista de Suas palavras. Pregou com sabedoria e com poder. Falou aos ouvidos e aos olhos. Pregou e demonstrou. Agora mesmo Ele pode restaurar sua alma, curar suas feridas e fazer tudo novo em sua vida.



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O Amor Eterno





(Transcrito)


LEIA Jeremias 31.1-40


“... com amor eterno Eu te amei; por isso, com benignidade te atraí” Jr 31.3

Um dos atributos exclusivos de Deus é a eternidade. Só Deus é eterno. Como Deus é amor, Seu amor é eterno. Ele nos amou com amor eterno e nos atraiu com cordas de amor. O que significa dizer que o amor de Deus é eterno? Significa que esse amor não teve origem em nós. Não fomos nós que primeiro amamos a Deus; foi Ele quem nos amou e nos atraiu para Si. O nosso amor por Deus é apenas o refluxo do fluxo de Seu amor por nós. O amor de Deus por nós tem sua origem nEle mesmo.

Deus nos amou quando ainda éramos apenas uma ideia em Sua mente. Deus nos amou quando os fundamentos da terra ainda não haviam sido lançados. Deus nos amou antes mesmo de nos criar. Porque nos amou, nos criou para o louvor de Sua glória. Significa, também, que o amor de Deus por nós é imerecido. Deus não nos amou por qualquer qualidade encontrada em nós. A causa do amor de Deus não está no objeto amado, mas na pessoa que ama.

Deus nos amou apesar de saber que seríamos rebeldes contra Ele. Deus não nos amou por causa dos nossos méritos, mas apesar dos nossos deméritos. Deus não apenas nos amou, mas nos deu Seu Filho Unigênito, para que todo o que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Deus não poupou a Seu próprio Filho; antes, por todos nós O entregou. Oh, eterno amor!




quinta-feira, 31 de julho de 2014

Abra a Porta Para Jesus




(Transcrito)


LEIA Apocalipse 3.1-22


“...se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei … 
e cearei com ele, e ele, Comigo.” Ap 3.20

A Igreja de Laodicéia se orgulhava de suas virtudes e tinha um altíssimo conceito de si mesma. Estava com a síndrome de Nabucodonosor: “Eu edifiquei... pelo meu grandioso poder... para a glória da minha majestade” (Dn 4.30). Laodicéia batia palmas para ela mesma e dizia: estou rica e abastada e não preciso de coisa alguma. Mui possivelmente, era uma Igreja ortodoxa, ética e próspera. Num mundo de perseguição atroz, a Igreja vivia em paz.

Porém, essa Igreja estava morna, insípida e apática, provocando náuseas no Filho de Deus. Jesus estava a ponto de vomitar aquela Igreja de Sua boca. Porém, mesmo nessa situação, Laodicéia estava tão satisfeita consigo mesma que Jesus estava do lado de fora, batendo à porta, querendo entrar. Jesus nunca desiste de Sua Igreja. Ele bate à porta com amor, querendo entrar em nosso coração, em nossa vida, em nossa família, em nossa Igreja.

Jesus está exatamente neste momento batendo à porta do seu coração. Ele quer entrar e fazer morada com você. Ele quer cear com você e restaurar o fervor espiritual em seu coração. Aqueles que se assentam intimamente à mesa com Ele recebem a promessa de se assentarem publicamente com Ele em Seu trono. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito diz às Igrejas.



sexta-feira, 4 de abril de 2014

Medo Não, Fé!



(Transcrito)

LEIA Mc 4.1-41


“Então, lhes disse: Por que sois assim tímidos? Como é que não tendes fé?” Mc 4.40

O mar estava agitado e os discípulos de Cristo assaltados pelo pânico. O barco estava enchendo-se de água e o naufrágio parecia inevitável. Depois de dissipar toda a esperança de salvamento, os discípulos, apavorados, clamaram a Jesus, num tom de censura: “Mestre, não te importas que pereçamos?”. Jesus repreendeu o vento e fez sossegar o mar; e, então, perguntou aos discípulos: “Por que sois assim tímidos, por que é que não tendes fé?”.

Por que aqueles discípulos deveriam ter fé e não medo? Eles deveriam ter fé e não medo por causa da ordem de Jesus para passarem para a outra margem. O medo é um subproduto da incredulidade. Eles deveriam ter fé e não medo por causa da presença de Jesus com eles. O medo nos assalta quando perdemos a perspectiva de que Jesus, o Filho de Deus, está conosco todos os dias da nossa vida até à consumação dos séculos.

Eles deveriam ter fé e não medo por causa da paz de Jesus, que mesmo no fragor daquela tempestade, dormia sereno, confiante na providência do Pai. Eles deveriam ter fé e não medo porque aquEle que estava com eles tinha, e tem, todo o poder nos céus e na terra. Ainda cruzamos mares revoltos e ainda o medo nos assalta, mas se colocarmos nossos olhos em Jesus poderemos ter fé; e, assim, lançaremos fora o medo!